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Postado por: Ryu segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014


Continuando com jogos de PSP por agora, dessa vez falarei de um jogo que eu sempre tive curiosidade pra jogar, mas demorei pra caralho até ter saco pra pegar e jogar até o final: Crisis Core: Final Fantasy VII. A compilação de Final Fantasy VII é odiada por muita gente, por motivos bem compreensíveis, entre coisas como Advent Children que é um filme mediano sustentado a animações bonitas e cenas de lutas legais, Before Crisis que só foi lançado pra celular e ainda por cima exclusivamente no Japão, e Dirge of Cerberus que é um shooter desastroso com uma história sem pé e nem cabeça, Crisis Core se destaca por ter a aprovação de uma boa quantidade de fãs da série.

Muita gente define esse jogo como "aquele que salva a compilação", então pensei "Wow, pra compensar Dirge of Cerberus, realmente tem que ser muito bom mesmo.", mas nunca consegui jogar até descobrir as maravilhas que um emulador de PSP pode proporcionar, e meu progresso em Crisis Core foi bem lento, mas eventualmente eu terminei o jogo e finalmente pude ver qual era o big deal com ele.

Então Crisis Core é realmente aquele jogo pica das galáxias que iria me fazer melar minhas cuecas enquanto jogo? É o melhor jogo portátil de todos os tempos? É ao menos um jogo bom? A resposta, pra última pergunta ao menos, é um sim, Crisis Core é um jogo bom, mas...

... Você provavelmente deve estar esperando eu falar isso, não é? Sendo eu o gamer chato que arruma motivos pra reclamar e tals.

Como era de se esperar, eu não fiquei tão impressionado quanto a maioria do pessoal ficou com Crisis Core, mas antes que comecem a me vaiar e a jogar tomates podres em mim, eu vou elaborar tudo nesse post e assim finalmente chegaremos a um acordo, talvez.

Agora deixando a conversa de lado, vamos logo pra review e que o pior não aconteça!

Na minha época, a Buster Sword era só uma espada qualquer...


Ao contrário dos seus outros dois irmãos de compilação, Crisis Core não é uma sequência de Final Fantasy VII e sim uma prequel, e pra falar a verdade eu acho que isso era a única coisa de que a história desse jogo precisava, uma prequel pra explicar personagens que simplesmente já estavam estabelecidos na história, mas foram pouco explorados só em flashbacks, o maior exemplo desses personagens é exatamente o protagonista da trama desse jogo: Zack Fair.

Pra quem não sabe, esse é o cara que aparecia em uns flashbacks do passado do Cloud mais pra metade do jogo original, que aparentemente era o antigo dono da Buster Sword e amigo do Cloud, esteve envolvido naquela treta sobre o Sephiroth no Mako Reactor 5 e foi morto pela Shinra... E só, o que foi mostrado do Zack nesse jogo foi apenas isso e eu nunca liguei pra ele justamente porque o jogo só me apresentou ele como o cara que morreu e deu a Buster Sword pro Cloud, mas em Crisis Core a história é sobre ele, e também sobre o passado do Cloud... Ah, e também do Sephiroth... Oh, claro, também da Tifa e.. BAH, DE TODO MUNDO, TÁ BOM AGORA?

A história gira em torno de Zack Fair, um SOLDIER de 2ª classe de apenas 16 anos de idade que quer avançar logo para a 1ª pra depois se tornar um herói, conquistar fama, respeito, dinheiro, ter uma estátua memorial gigante no meio de Midgar pra qual as pessoas serão obrigadas a se curvarem quando passarem perto, e é claro, bucetas... Porque todo homem quando fica rico e famoso vai atrás disso. Então, esse é Zack, um verdadeiro adolescente sonhador dos tempos modernos! Só falta ouvir roque e assistir desenhos xing lings e ele passará a se tornar a imagem perfeita do tipo de jovem que o mundo precisa nos olhos das pessoas do Facebook.

Zack passa por várias seções de treinamento virtual no prédio da Shinra que de alguma forma consegue simular uma parte gigante da cidade com trens e tudo em uma pequena sala de realidade virtual e ainda te dando espaço pra se movimentar como se estivesse realmente caminhando pela cidade espaçosa.

Os X-Men com a Sala de Perigo passam vergonha perto da sala de treinamento virtual da Shinra, faça melhor, Xavier, vamos lá!

Mas então no fim do treinamento de agora ele apanha pra um Sephiroth virtual, e precisa parar com os treinos porque agora vai entrar em uma missão de verdade, pois a Shinra está em uma treta com o exército de Wutai por causa de uma área com Mako Energy que a Shinra queria dominar e enfiar um reator pra ter controle sobre aquela nação também assim como em outras partes do mundo, mas o líder de Wutai, Godo Kisaragi, disse um "Nhão!" pra Shinra e lutou com seu exército de japoneses suicidas pra manter a área sob domínio de Wutai.

Só que como a Shinra é muito mais poderosa por ter domínio por grande parte do planeta e não só uma tecnologia muito mais avançada como também um exército maior e mais "nomes" do seu lado, como Sephiroth que por si só nessa época tava valendo como um exército de um homem só, tipo um personagem de Dynasty Warriors, então sim, a Shinra aniquilou as forças de Wutai e a última resistência deles sobrou em uma torre isolada. Essa torre é invadida por Zack e seu mentor, Angeal Hewley, que a propósito é o verdadeiro dono original da Buster Sword, mas ele raramente a usa porque a espada tem um valor sentimental pra ele, representa a honra da sua família, ou algo assim.

Zack luta contra o exército de Wutai sozinho na torre, mata todo mundo e até luta contra monstros, eliminando o resto da resistência e assim botando um fim na guerra e trazendo a paz ao mundo! Só que quem ficou com todos os possíveis créditos de heroísmo na guerra foi o Sephiroth, porque até o pessoal da mídia é fanboy desse filho da puta, meu deus! Imagino uma Copa do Mundo sendo ganhada pelo Japão e aí os japoneses comemorarem e darem créditos ao Sephiroth pela sua vitória nos gramados.

Mas então tá, depois dessa guerra, aconteceu mais um pequeno problema: Um SOLDIER de 1ª classe chamado Genesis Rhapsodos traiu a Shinra e levou um monte de outros SOLDIERs junto com ele pra longe... Se eu fosse um piadista mais escroto, eu faria alguma piada suja sobre um cara desaparecer e levar um monte de homens junto com ele assim, ainda mais sendo personagem de Final Fantasy, mas não, eu não farei! Vamos apenas prosseguir com a review!

Nisso, o Angeal desaparece também, a Shinra resolve ir atrás dele e do Genesis e manda Zack em conjunto com Tseng dos Turks pra ir até a vila natal do Angeal, no fim das contas, é descoberto que o Genesis tem um exército inteiro de clones dele próprio e está trabalhando junto com um cientista maluco chamado Hollander, que seria um rival do Hojo que é um outro cientista maluco que trabalha pra Shinra, mas ninguém sabe quais são os seus objetivos e por que o Angeal também aparentemente se juntou ao Genesis e sua trupe de irmãos gêmeos cantores de J-Pop.


Como eu disse antes, Crisis Core serve como uma prequel pra explorar melhor certos elementos do passado que não foram devidamente explorados em Final Fantasy VII, e se a história explicada acima pareceu completamente diferente pra você, é porque ela começa introduzindo não só o Zack como outros personagens que antes não foram vistos como Angeal, Genesis e uma garota dos Turks chamada Cissnei, e se eu falasse demais acabaria spoileando. Mas nada tema, pois Crisis Core também mostra mais coisas sobre Cloud, Aeris, Sephiroth e outros personagens já conhecidos no primeiro jogo.

Antes de mais nada, esse jogo me fez gostar do Zack, até porque era difícil eu me importar com ele o suficiente, ele só foi mostrado em alguns flashbacks sobre o passado do Cloud antes e ele não me passou nenhuma impressão exata além de ser o "amigo do Cloud que morreu", mas agora que joguei Crisis Core... Eu acho que gosto até mais do Zack do que gosto do Cloud, ele é um personagem mais fácil de se apegar de certa forma, desde o começo do jogo ele se mostra como um adolescente energético, amigável e pronto pra fazer qualquer coisa, sempre com um sorriso em seu rosto, isso seria exatamente o oposto do Cloud no começo do seu jogo que era completamente fechado, não tava nem aí pra nada e só estava do lado dos AVALANCHE por causa do dinheiro.

A história praticamente gira em torno do Zack, mas os outros personagens apresentados também não são ruins, o Angeal é um cara mais sério e honrado que raramente usa a Buster Sword porque ela tem um valor sentimental pra ele por representar a honra da sua família, mas a relação de mentor e aprendiz que ele tem com o Zack torna ele bem fácil de se simpatizar, mesmo mais tarde no jogo onde ele toma um lado diferente na história, e pra um personagem que nunca nem tinha sido mencionado antes em Final Fantasy VII e a Square parece querer dar alguma importância a ele pro enredo todo, o Angeal foi bem encaixado e a trajetória da Buster Sword dele pro Zack pra depois passar pro Cloud deu um significado maior a ela na história, ainda que seja um mero equipamento inicial em Final Fantasy VII.

Agora... Um personagem que eu achei meio "meh" foi o Genesis, além de eu não gostar muito desse visual de membro de boyband japonesa dele, o cara é literalmente um Sephiroth wannabe, tanto na história do jogo quanto em seus atos "vilanescos", na backstory é revelado que ele era um Soldier de 1ª classe que andava com seus dois parceiros: Angeal e Sephiroth. E ele tinha uma certa inveja do Sephiroth porque o mesmo era considerado como um herói pelo povão, logo seu sonho é se tornar um herói assim como Sephiroth, mas então as coisas mudam quando ele descobre suas origens, que foi um experimento fracassado e bla bla bla, ele resolve se rebelar contra a Shinra e vira o antagonista principal do jogo.

Como eu disse, é um Sephiroth wannabe, só que ele não é tão legal quanto o tio Seph. Genesis só sabe citar passagens do LOVELESS que é um livro que ele vive lendo que eu ainda acho que tenha fotos de asiáticas peladas entre os textos pra ele ser tão obcecado por esse negócio e até chegar a agir como se fosse um protagonista do tal livro, ele chega a ser até meio creepy com isso... Mas enfim, eu não vi nada de especial nele, pra ser honesto ele me lembrou do Kuja, que por sua vez também é um wannabe, mas do Kefka... E usar o mesmo conceito de vilão já introduzido numa série de novo ainda dentro dessa mesma série é bem falta de criatividade, não, Square? Não é fazendo 95% das falas dele sendo quotes de um livro que você o torna diferente ou estiloso ou coisa do tipo. O tio Seph devia meter a porrada nesse poser viadinho e mandar ele de volta pros concertos de J-Pop onde ele pertence!

Mas convenhamos que pelo menos o Genesis é melhor do que aqueles vilões sem graça de Dirge of Cerberus... Marginalmente melhor... E a cena de luta dele contra o Sephiroth num flashback do jogo é bem legal, acho que essas foram as impressões mais perto de positivas que tive dele.

E falando no Sephiroth... Eu gostei do modo como esse jogo retratou ele antes de se transformar no grande garoto malvado da mamãe que nós conhecemos, Crisis Core mostra um lado mais "humano" do Sephiroth, ele interage com o Zack em certas cutscenes e até constrói uma espécie de amizade com ele ao longo do tempo, ainda que ele não seja muito de falar e tal, o Sephiroth expressa um pouco do seu sentimento de solidão dizendo que o Genesis e o Angeal foram os únicos amigos de verdade que ele teve no passado e o resto é tudo puta e viado, e vendo ele montando uma nova amizade com o Zack me fez ficar meio feliz por algum motivo, e ele realmente parecia ser um cara legal apesar de frio, um real human bean!

Mas todo mundo já sabe o que acontece depois no incidente de Nibelheim, que também é contado nesse jogo, só que com um retcon escroto onde o Genesis que revela pro Sephiroth que ele era um experimento e tal, porque a Square QUER que ele seja importante pra história!

Outros personagens que recebem um tratamento diferente aqui são o Cloud e a Aeris. O Cloud nesse jogo mostra que ele tinha mesmo algum aspecto social antes afinal de contas, e ver ele como uma espécie de pupilo do Zack no decorrer da história do jogo onde a relação amigável entre os dois vai crescendo foi bem interessante já que no VII ele já começava como um maluco que era bem superior ao resto do elenco e jogava isso na cara deles quase sempre nas primeiras horas.

A Aeris também parece mais agradável nesse jogo porque dessa vez ela interage com o Zack e acaba virando namorada dele, e ela se mostra bem "manhosa" com ele, ao contrário do VII onde o Cloud gostava dela, mas ela não estava nem aí, Aeris e Zack são um casal surpreendentemente natural, os dois combinam um com o outro e perto dele ela realmente parece menos chata, a primeira cena entre os dois quando ela acorda o Zack depois dele cair lá nas flores da igreja dela (Oh, a ironia) chega a ser adorável.

É... Acho que é só isso, a história desse jogo tem um vilão tosco, mas fora isso, ela é muito boa, e se eu perdoei Final Fantasy IX por ter o Kuja como um vilão, não vejo por que não perdoar Crisis Core por ter o Genesis, a história ao todo é uma prequel excelente que não só explora os eventos anteriores a Final Fantasy VII muito bem como mostra um outro lado dos personagens já estabelecidos que não conhecíamos direito... E o Zack se tornou um dos meus personagens favoritos não só de Final Fantasy VII como da série Final Fantasy toda.

Sabe... Eu até acho absurdo como a Square fez tantas histórias derivadas de Final Fantasy VII nessa compilação e a maioria delas foram horríveis ou simplesmente sem criatividade, é o conhecido caso das sequências desnecessárias que não têm mais nada a adicionar na história do seu antecessor e aí inventam coisas ridículas pra tentarem compensar alguma coisa, Advent Children sofre disso e Dirge of Cerberus mais ainda, as histórias de ambos são completamente sem sal e nem chegam perto de serem dignas o suficiente pra serem sequências de Final Fantasy VII, e eu nem acho que poderia ter dado certo porque o final do jogo já foi conclusivo o suficiente pra não ter espaço pra uma sequência sem elementos tirados do cu como a gangue do Kadaj ou os caras da Deepground, é esse o tipo de sequência que destrói a moral da sua série, não faça uma merda dessas só pra conseguir dinheiro fácil.

Aí finalmente depois dessas duas sequências falhas, veio Crisis Core, demorou tanto assim pra perceberem que ao invés de fazerem essas sequências toscas, eles deviam simplesmente fazer uma prequel que explore o universo da série antes dele ser estabelecido já que teve tanta coisa que ficou aberta com relação a backstory do jogo? Jesus, Square! Se o mundo dependesse do semancômetro de vocês, ele já teria sido destruído há anos.

Quase um jogo de PS2


Eu tenho quase certeza de que Crisis Core tem os melhores gráficos que um jogo de PSP poderia ter, ao menos dos que eu vi até agora, nenhum conseguiu realmente superar isso, e é realmente impressionante o modo como esse jogo usa o poder gráfico do PSP até seus limites absolutos, Crisis Core parece graficamente um jogo de PS2 como Final Fantasy X ou Dirge of Cerberus, o que é impressionante pra um portátil dessa época.

Os cenários, desde as dungeons até os hubs, possuem um nível de detalhamento difícil de se encontrar em um jogo de PSP, e os modelos dos personagens são sem dúvidas a melhor parte, eles são exatamente como os modelos que você encontra nos jogos de PS2 da série, as roupas sendo cheias de detalhes, as animações talvez até mais naturais do que as dos outros jogos, e eles são bem expressivos também, pelo menos mais do que os personagens em Final Fantasy X que pareciam normais em umas cutscenes e depois de repente estão com suas caras amassadas e modelos quadradões, nesse os "cara amassada" só aparecem em cutscenes in-game que nem diálogos dublados tem, o que é compreensível.


Eu nem preciso dizer que as CGs são incríveis, isso é uma coisa da qual até os jogos ruins de Final Fantasy podem se orgulhar, os "gráficos" das CGs são exatamente como os de Advent Children, sem mais e nem menos nas animações, inclusive a cena de luta do Genesis contra o Sephiroth que mencionei antes é em uma animação CG e realmente parece uma cena de um filme dessa compilação, a ação over the top tá lá, os efeitos especiais estão, essa CG em particular não deve nada pras cenas de luta de Advent Children.

A direção artística do jogo é basicamente a mesma de Final Fantasy VII, a cidade de Midgar está lá, mesmo que ainda em construção pra se tornar a cidade gigante que conheceremos depois, outros lugares familiares como Nibelheim e Junon também estão presentes nas suas formas conhecidas, além de outras localizações exclusivas desse jogo como a vila de Banora e as montanhas congeladas de Modeoheim, esse jogo não tem dificuldades pra parecer parte de Final Fantasy VII, e assistir tudo em seu estado inicial aqui pra depois ver os locais "finais" depois na cronologia é satisfatório.

Seria ótimo se não fosse tão repetitivo


Como você já deve imaginar, o gameplay de Crisis Core é bem diferente do tradicional da série, até porque a Square é uma das empresas mais experimentais que eu já vi e sempre tenta fazer diferente pros seus jogos não parecerem mais do mesmo, o que é uma atitude admirável, mas nem sempre funciona em seu favor... E Crisis Core é um verdadeiro amontoado de coisas que funcionam e que não funcionam juntas.

A estrutura de praticamente todo o jogo é diferente do que você já viu na série, se você espera uma aventura onde você começa com um aspecto mais linear até depois o jogo se abrir com um mapa do mundo enorme e tudo como acontece com a maioria dos jogos da série, você vai se decepcionar fortemente, porque Crisis Core não só é um jogo bastante linear como é linear do começo ao fim, as únicas partes do jogo em que você não está apenas seguindo o mapa relativamente reto e lutando em batalhas aleatórias até o final pra ver uma cutscene e aí lutar contra um boss é nos hubs.

No começo do jogo, você pode andar pelo prédio da Shinra, conversar com os outros personagens, inclusive Kunsel, que é um amigo do Zack e membro da SOLDIER 2ª classe, mas depois você tem acesso a outros hubs como Sector 5 Slums e Nibelheim, no entanto não tem muita coisa pra se fazer nesses hubs além de conversar com o pessoal, o que é legal ainda porque te faz entrar mais na atmosfera do jogo, mas você não pode nem comprar coisas das lojas, isso é feito pelo menu do jogo que tem a opção Shop e aí você escolhe em qual loja online disponível quer comprar, garantido que isso torna as compras mais rápidas, mas parece meio estranho conceitualmente, digo, você compra a mercadoria online lá e ela de repente aparece no seu inventário? Lógica de video games no seu melhor estado, senhoras e senhores!

O jogo tem algumas adições legais como um sistema de Mail que serve pra você ler e-mails que alguns personagens mandam pro Zack, as vezes falando sobre rumores na história do jogo ou apenas notícias vindas do pessoal da Shinra, e um sistema de side missions que na teoria te dão coisas pra fazer além de seguir a história principal, e existem várias side missions nesse jogo, muitas mesmo, você vai destravando na medida em que completa missões ou progride na história, e completando essas, você ganha itens extras, dinheiro ou mais lojas pra comprar itens únicos...

Mas o problema é que essas side missions são até mais repetitivas ainda do que as missões da história principal, usualmente esse tipo de coisa é o que você faz pra fugir do gameplay usual do jogo, mas essas side missions normalmente te botam em mapas fechados e/ou em maior parte quase vazios, e se consistem em matar vários monstros ou achar algum item, coisa que você já faz na história principal, então não tem muita variedade nisso afinal de contas, eu mesmo nem fiz muitas side missions no jogo porque fiquei cansado delas mais rápido do que fiquei de progredir na história, então simplesmente deixei de lado e continuei com a história que parecia mais interessante.

Então sim, Crisis Core não é muito conhecido pela sua imensa exploração ou variedade de coisas pra se fazer, isso seria justificável porque o jogo nem é exatamente um JRPG puro e sim um Action RPG, os hubs estão aí pra você pelo menos ter algum tipo de interação com os personagens do jogo, mas o foco maior aqui é o sistema de batalhas, e... Seria ele bom o suficiente pra compensar o design linear das missões principais? Bem...


... Sim e não, mas vamos por partes, em primeiro lugar, eu quero dizer que gosto bastante da ideia do sistema de batalhas desse jogo.

Crisis Core não é exatamente um jogo onde você controla um grupo de personagens, Zack é o único personagem jogável e ele tem um arsenal de Materias e acessórios pra ajudar ele, mas por outro lado, a customização do jogo para por aí, em Materias e acessórios, você não pode comprar armas novas pro Zack, ele começa com uma espada normal e depois consegue a Buster Sword que foi passada pelo Angeal por eventos da história, honestamente eu não vi nenhum problema com isso, até porque faz sentido com a história que o jogo tenta apresentar, e existem Materias e acessórios o suficiente pra dar uma certa variedade aos combates do jogo.

As Materias aqui no entanto funcionam de um modo um pouco diferente, primeiramente agora as Materias amarelas de ações diferentes possuem sua própria barra de energia separada do MP das Materias de magia, essa seria a barra de AP, então ao invés de botar todos os gastos de Materias no geral no MP, eles resolveram fazer isso pra diferenciar uma da outra mais ainda, e isso é uma coisa que eu aprecio, e várias das Materias amarelas realmente servem pra dar mais ações físicas ao Zack ao invés de ficar só usando a opção Attack o tempo todo, tem a Jump que faz com que o Zack encarne seu Lancer interior e dê um pulo e fique invulnerável a ataques até cair e causar um dano grande no inimigo, existe a Power Attack que dá um ataque forte que deixa o inimigo aberto pra ataques normais, o Assault Twister que dá dois hits e acerta vários inimigos ao redor, e várias outras Materias do tipo que são úteis e facilitam os combates.

As Materias de magia funcionam normalmente como em qualquer outro jogo da série, você seleciona a ação de magia e o personagem executa ela, mas ainda achei que a Blizzard ficou uma bela bosta nesse jogo, tanto a Fire quanto a Thunder podem ser usadas quase instantaneamente e causam um dano bom, e enquanto o dano da Blizzard também é, você tem que esperar o gelo se formar logo acima do inimigo pra depois descer e causar dano nele, e se ele sair dessa área enquanto isso, a magia só serviu pra desperdiçar seu MP, então raramente eu usei isso no jogo, mas as outras como Poison, Gavity, Drain, Osmose, etc também funcionam normalmente, assim como as de assistência e de cura.

Além das Materias independentes como HP Up, MP Up e derivadas, dá pra customizar o Zack com uma caralhada de coisas nesse jogo, só achei o espaço pra Materias bem pequeno, mesmo depois que você progride no jogo e fica um pouco maior, e os acessórios funcionam como sempre funcionaram na série: Dar proteção contra certos status negativos e aumentar as stats do personagem.

Mas Crisis Core tem duas falhas que acabam por estragar boa parte dos combates: Uma é a grande falta de dificuldade no jogo, mesmo que você tenha milhares de Materias equipadas no Zack e queira customizá-lo ao máximo possível, se você apenas ficar usando a opção Attack e metralhar ela nos inimigos enquanto ocasionalmente usa o comando de esquiva ou defesa quando ele for contra-atacar ou algum outro inimigo na batalha for te atacar, você vai vencer a maioria das batalhas do jogo, elas não são muito desafiadoras, e por mais que o sistema de batalhas seja rápido e dinâmico, as batalhas em si são ridiculamente fáceis, eu não consigo me lembrar de nenhuma em especial que eu tenha tido dificuldades.

E a outra falha seria...


... Essa merda aí. Sério, por que diabos colocaram isso nesse jogo? Isso era realmente necessário?

Pois é, como a Square sempre tem uma compulsão por inventar moda, eles inventaram isso aí em cima, uma mecânica chamada Digital Mind Wave, e como isso funciona no jogo? Basicamente isso é o seu sistema de Limit Break, assim como também é o seu sistema de ganhar status positivos, de executar Summons e até de passar de level, tudo isso citado aí é controlado pela DMW e é puramente baseado em sorte e acontece aleatoriamente, o que me irrita pra caralho, eu odeio ter que contar com um jogo de chance com uma mecânica randomizada enquanto eu tô jogando qualquer tipo de jogo, e JRPGs não fogem disso, não randomizem a porra do meu jogo, seus putos!

Enfim, como a DMW funciona? Você tem uma espécie de máquina caça-níqueis que fica o tempo todo girando ali no canto superior esquerdo da tela, e essa máquina pode te dar status positivos temporários aleatoriamente que deixam as lutas que já eram fáceis ainda mais fáceis, vira e mexe você consegue alguma coisa como uma resistência adicional a dano físico, ou simplesmente um status que anula qualquer dano físico que você receber por um certo tempo, e a maioria dos inimigos atacam fisicamente na maior parte do tempo, então eles não vão nem fazer cosquinha em você com isso, além de outros status que deixam o jogo quase quebrado como um que deixa seu MP infinito por um período de tempo, o que já é o suficiente pra você chegar na sua magia mais poderosa ou na magia contra a qual o seu inimigo é fraco e spammar ela pra tirar danos absurdos sem nenhuma consequência pra isso e matar ele em questão de segundos, se por acaso esse jogo tivesse uma dificuldade alta o suficiente pra precisar desses status sendo jogados em você aleatoriamente, eu até aceitaria, mas ele não é difícil.

Mas não é só isso, você também conta com a DMW pra executar seus Limit Breaks, e qual você vai usar depende do que sair na máquina, se você sair com três slots com o Angeal, você executa o Rush Assault, se sair três Sephiroths, você executa o Octaslash, com três Cissneis você executa um negócio lá que te faz dar danos críticos com todos os ataques por um tempo, com três Clouds você usa a Meteor Rain, e por aí vai...

Sinceramente, isso não chega nem a ser divertido, usar Limit Break dependendo da sua sorte pode deixar esse jogo não só mais fácil como também com menos "graça" de executar tais técnicas, já que não é você que decide quando quer usar elas e sim o jogo que resolve pausar completamente o seu combate e quebrar o ritmo dele pra mostrar essa máquina indo parar nos Slots sem nenhum tipo de interação por parte do jogador e aí o Zack usar o Limit Break automaticamente e ainda por cima em um alvo aleatório, você nem escolhe em qual dos inimigos usar o Limit Break e se você tiver muita sorte, você vai poder usar até três Limit Breaks seguidos e matar seu inimigo mais rápido ainda, e o mesmo vale pras Summons que aparecem aleatoriamente na máquina e dependendo da sua sorte, você pode ou invocar elas com frequência ou então passar o jogo inteiro sem nem invocar um Bahamut.

Mas a pior ofensa é o fato de que você precisa contar com a sorte na DMW pra evoluir de nível também, você só passa de nível se sair um 777 na máquina, caso contrário você não passa de jeito algum, não tem um sistema de experiência e nem nada do tipo... E novamente, se você tiver sorte, vai passar uns 5 levels só em uma batalha, agora me responde: Pra que isso? Por que não simplesmente colocar um sistema de Limit Breaks, Summons e evolução normais?

Alguns me dizem que a DMW é pra deixar o combate mais emocional por causa dos flashbacks e tudo, mas eu realmente só vi aquilo como uma inconveniência, toda hora quando eu estava lá lutando contra os inimigos na adrenalina do combate, o jogo para pra me mostrar a DMW e mostrando umas imagens aleatórias de eventos do passado que as vezes nem têm muito a ver com a batalha em que você está. A única vez em que eu achei que a DMW teve um efeito emocional mesmo foi na última batalha do jogo, só, de resto ela foi uma das coisas mais irritantes e inconvenientes que eu já vi em um JRPG, e eu espero nunca mais ver uma merda dessas de novo em nenhum Final Fantasy.

Enfim, uma coisa legal que eu esqueci de ressaltar antes é que esse jogo introduz um sistema de fundir Materias chamado Materia Fusion, onde você pega duas Materias do seu inventário e as fundem pra formar uma melhor e as vezes combinar os efeitos das duas, por exemplo se você fundir uma Fire com uma Poison, vai formar a Dark Fire, que é uma versão da Fire que não só causa dano nos inimigos como causa também um status de Poison e Silence, e isso sim é uma coisa incrível, e você pode juntar vários tipos de Materias pra fazer várias combinações diferentes, só é uma pena que isso nem é realmente necessário pra passar pelo jogo todo devido a baixa dificuldade dele.

Músicas novas e algumas velhas remixadas


Sabe... Depois que o Nobuo Uematsu saiu da Square, eu raramente ao menos reparei nas músicas dos jogos de Final Fantasy depois do X, no máximo o XII porque ele tinha o Hitoshi Sakimoto, compositor de Final Fantasy Tactics que era quase tão bom quanto, mas o resto dos que eu joguei tinham trilhas sonoras incrivelmente fracas, eu não me lembro de quase nenhuma música de Final Fantasy XIII, nem do XIII-2 e nem de Dirge of Cerberus, inclusive eu ouvi dizer que na versão remasterizada do X, o responsável por "remasterizar" a trilha sonora foi o Masashi Hamauzu, e como era de se esperar, as músicas dessa versão ficaram bastante inferiores às originais e isso deixou uma porrada de fãs nervosos.

Crisis Core no entanto... Escapa disso da trilha sonora ser "não-memorável"... Mais ou menos... Pelo menos não é o Hamauzu aqui e sim o Takeharu Ishimoto, e enquanto ele não é nenhum Uematsu, ele faz um trabalho melhor do que o Hamauzu e suas músicas sem sal, e a primeira coisa que se repara é que Crisis Core tem uma trilha sonora mais agitada, as músicas de batalha em específico tem um foco maior em guitarra e são boas o suficiente pra te deixar animado pras batalhas seguintes, mas ela não se consiste só nisso, as músicas em outras partes ainda são orquestradas, e o jogo tem uns remixes de certas músicas de Final Fantasy VII como a de boss, o tema da Aeris, e por aí vai, e a trilha sonora é decente, apesar de não chegar perto de ser no nível do que o Uematsu faria, pelo menos ela tem seus pontos altos, principalmente a música da última luta que passa um feeling de tristeza e energia ao mesmo tempo, completamente apropriada pro momento em que ela toca.

A dublagem americana do jogo é decente, não muda muita coisa se você já viu a versão americana de Advent Children, o Cloud continua com aquela voz calma e seca, o Sephiroth tem uma voz fria, o Zack sendo um adolescente animadão tem uma voz que condiz com tal, e as performances são boas também, mas eu ainda queria uma opção de mudar pra dublagem japonesa porque ela é muito melhor, se você comparar a cena final com a dublagem americana com a japonesa, vai ver que a emoção na japonesa é muito mais aparente só por causa do delivery dos dubladores, é muito mais impactante ver ela com o audio JP do que com o americano... No entanto, é, a dublagem americana é boa o suficiente, podia ser pior.

Considerações finais

Não há dúvidas de que Crisis Core é a melhor, ou possivelmente a única coisa legitimamente boa que saiu da compilação de Final Fantasy VII, em matéria de histórias, esse jogo faz maravilhas pra Final Fantasy VII, explora onde realmente tinha espaço pra exploração, permite que o jogador conheça melhor o Zack e a sua história que era quase inexistente em Final Fantasy VII e mostra os personagens já estabelecidos antes por um outro ângulo, pra que você jogue esse jogo, depois jogue Final Fantasy VII e diga "Nossa, como o Cloud mudou", "Como a Aeris ficou chata", "O Sephiroth virou um puta babaca", e por aí vai, é uma expansão maior ainda do desenvolvimento de personagens que já era bom no primeiro jogo, isso é expandir o universo da sua série de forma boa.

O gameplay no entanto é beeeem "acerto e erro", eu gosto da ideia do sistema de batalha, mas não gostei muito da forma como ela foi executada com aquela porra de DMW, o jogo as vezes fica repetitivo até mesmo fazendo as side missions, os mapas são consideravelmente lineares e não varia muito a partir daí, no fim das contas, é um Action RPG sólido no máximo que é muito ajudado por uma história boa... E como um jogo, eu não posso dar uma nota extremamente alta porque Crisis Core realmente não é grande coisa em matéria de gameplay, se fosse um filme como Advent Children, minha nota com certeza seria na casa dos 9.

Porém, eu digo com toda a certeza de que Crisis Core é a única coisa dessa compilação que você realmente devia se importar em dar pelo menos uma olhada, ainda que talvez não agrade a todo mundo pela sua repetitividade e certas ideias estúpidas, mas se você joga jogos pela história e conhece Final Fantasy VII, provavelmente deve gostar de Crisis Core.

Prós:

+ O enredo é surpreendentemente bom.
+ Gráficos incríveis pro PSP.
+ O sistema de batalhas tem um bom conceito.
+ A trilha sonora possui ótimos remixes de músicas do primeiro jogo e algumas composições originais boas.

Contras:

- A DMW é uma das ideias mais idiotas que eu já vi pra um RPG.
- Apesar das side missions numerosas, a maioria delas são a mesma coisa.
- Repetitivo, fácil e linear demais pro seu próprio bem.

Gráficos: 9/10
Enredo: 8/10
Gameplay: 7/10
Som: 8/10
Conteúdo extra: 6/10

Veredicto:

{ 73 comentários }

  1. Esse jogo é tão overrated quanto FFVII no geral

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    1. Eu aposto que o jogo favorito desse cara aí é o FFVI.

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    2. Cara... DMW, caça níquel?? Por favor.... a única coisa que eu concordo contigo, é na questão de depender do DMW para evoluir... de resto...
      Com todo o respeito, ele é um ACTION RPG.. Eu não vou nem perder meu tempo aqui, pq eu não consigo ver um argumento bem elaborado, que leve a alguma idéia ou que conclua alguma linha de raciocínio coesa... parecem dizeres de uma criança que só sabe jogar shooter.... cara, gostos são gostos, mas pelo menos saiba escrever alguma coisa... não seja medíocre, esteja por dentro da história e busque conhecer os componentes e seus funcionamentos antes de postar merda!! Sem mais!

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    3. "Você tá errado! Eu não vou explicar por que ou como você tá errado porque é claro que você tá errado e eu tô certo, porque você tá errado e eu tô certo e eu tô certo e você tá errado!"

      Foi basicamente isso o que você disse, o que torna irônico o fato de que você esteja pedindo "argumento elaborado".

      E aliás, eu falei que a DMW funciona como uma máquina caça-niqueis, ou seja: É completamente aleatório os slots dos personagens que saem lá e você ganha alguma coisa baseado no resultado que surgir aí. Ou por acaso existe alguma maneira misteriosa de controlar a DMW que apenas você sabe? Acho que não, né?

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    4. UI, TEMOS UMA FANGIRL NERVOSA AQUI GENTE

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    5. KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

      Olha esse autista aí falando merda e depois fugindo pq com certeza o Ryu ia acabar com ele na discussão

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    6. Nah, existem autistas que são inteligentes, não ofenda eles assim.

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  2. Não suporto jogos repetitivos, então minha melhor opção é assistir as cutscenes no Youtube.

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    1. É uma alternativa, acho que não tem a mesma graça de pegar o jogo e jogar, mas se você é tão intolerante com jogos repetitivos assim, é melhor só pegar uma montagem de cutscenes/gameplays em formato de filme no Youtube e assistir.

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    2. Eu não sei se meu PC roda emulador de PSP também, mas eu queria mesmo é jogar Maverick Hunter X.

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    3. Megaman Maverick Hunter X é daora, eu já terminei ele aqui, mas ainda não postei porque preguiça.

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    4. Eu já tentei jogar Sonic Rivals, joguei uns 10 minutos e depois deixei de lado.

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  3. Achei que a nota ia ser menor pelo tanto que você reclamou da DMW.

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    1. Eu juro que ia dar uma nota na casa dos 6, mas como gostei muito da história, subi pra um 7.

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    2. Então por que com FFXIII você reclama de tudo no jogo e dá nota baixa sendo que ele também tem história boa e o problema mais agravante é o jogo ser repetitivo e a dificuldade ser baixa?

      Parece até que você faz isso porque FFXIII é um jogo novo e aí quer odiar porque é novo, e o Crisis Core como tem relação com FFVII que é antigo você gosta...

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    3. Porque o XIII é uma bosta, eu já elaborei nisso várias vezes antes e tô com preguiça de fazer a mesma coisa de novo, mas a história dele não é boa, ela é mal narrada e, principalmente, pouco desenvolvida, é completamente diferente de Crisis Core que seria um jogo ótimo se o problema da repetitividade e da dificuldade baixa fossem resolvidos.

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    4. "Parece até que você faz isso porque FFXIII é um jogo novo e aí quer odiar porque é novo, e o Crisis Core como tem relação com FFVII que é antigo você gosta..."

      Lol, isso porque você esqueceu totalmente que ele odeia o Dirge of Cerberus que também tem relação com FFVII.

      Não tem isso de criticar tal jogo porque é novo e elogiar outro porque é antigo e sim criticar um porque é ruim e elogiar o outro porque é bom, fim de papo.

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    5. Eu tenho uma relação de amor e ódio com FFXIII, a história é mal contada sim, mas eu gosto do conceito dela de ir contra o destino e superar deuses falsos que governavam o planeta, mas a linearidade do jogo me frustra, não gosto de metade dos personagens e a maioria das batalhas são muito fáceis.

      Não acho que FFXIII seja essa abominação que os fãs dizem, é médio no máximo, mas eu entendo de onde esse ódio ao game vem.

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    6. Eu odeio Final Fantasy XIII quase todo, mas me convenceram de que a história poderia ter sido boa se a Square tivesse arrumado roteiristas melhores pra lidar com ela, mas do jeito que saiu... Nah, ficou uma merda igual todo o resto do jogo.

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  4. Muito bom, eu também gosto mais do Zack do que o Cloud.

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    1. Eu prefiro o Cloud, ele tem o melhor desenvolvimento que eu já vi num personagem de FF, mas o Zack tem esse lado de ser mais carismático e menos sério, o que torna ele mais amigável pras pessoas e eu gosto dele assim mesmo não sendo tanto quanto do Cloud.

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    2. Eu gosto dos dois quase igualmente, mas prefiro o Zack pela personalidade dele, costumo simpatizar mais com os personagens mais descontraídos do que esses sérios.

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  5. Um fato que torna a sua descrição do Genesis mais engraçada ainda é que ele foi baseado no Gackt, que é um cantor de J-Rock popular no Japão. uhauaheauhauheauheuaheuaheuaheuae

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    1. EU SABIA, ESSE CARA TAVA GAY DEMAIS PRA NÃO TER SIDO BASEADO EM ALGUM MÚSICO JAPONÊS!

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    2. todo FF tem um personagem que parece que saiu de uma boyband japonesa ou só os mais novos?

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    3. É meio misturado, uns são cheios de personagens de boyband e outros não, mas o Genesis é a pior ofensa se tratando disso.

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  6. Ri demais desse post, e o mais incrível é que eu concordo com tudo. :D

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  7. E o próximo jogo a ter review vai ser o Dirge of Cerberus?

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    1. Não sei, um dia ainda falarei da compilação toda, mas não por agora.

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    2. A compilação toda? Mas como vai falar do AC se ele é um filme? :P

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    3. É uma coisa que eu tenho em mente pro blog no futuro.

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    4. Você pretende fazer uma review do Final Fantasy Tatics para psp se tiver tempo? Pois eu gostei da sua review do Dissidia 012.

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    5. Pretender eu pretendo, mas o jogo tá travando no emulador depois do final do Capítulo 1 por algum motivo.

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  8. Ei Ryu! Joga Jet Set Radio você vai odiar!

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    1. Odiar? M-mas... Dizem que esse jogo é bom.

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    2. Tão bom quanto Sonic Adventure 2

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    3. Beeeem... Eu não acho Sonic Adventure 2 tão ruim apesar de não achar bom também, mas... É, isso não foi muito animador.

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    4. Acho que vale a pena testar.

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    5. O jogo envelheceu mal pra caralho, mas é aproveitável de certa forma

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  9. Muito boa a review, mas discordo sobre a trilha sonora, tirando uns remixes a maioria das músicas são só músicas rock genéricas, não achei essa OST muito melhor que a do FFXIII/XIII-2. Junto com a do DoC, essas pra mim são as músicas mais esquecíveis da série.

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    1. É, realmente eu não lembro muito dessas músicas de Rock que tocam nas batalhas, mas os remixes também são partes da trilha sonora, e a música da última batalha ainda é muito boa.

      Então eu realmente acho a trilha sonora desse jogo melhor do que as do XIII, XIII-2, etc, mas ainda assim não chega nem perto das músicas que Final Fantasy tinha antes.

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  10. Essa compilação de FFVII é cheia de lixo, o jogo original era perfeito do jeito que era, não precisava de nenhuma sequência, muito menos uma com o Cloud virando um emo irritante e tedioso igual FFVII-AC.

    Sobre esse jogo, eu não gosto dos retcons que ele faz, o Genesis nunca foi mencionado em momento algum da história do FFVII original, aí eles querem dar importância pra ele mexendo com a história do Sephiroth e enfiando ele lá. Eu não vi problema com o Angeal porque, como você disse, ele foi colocado na história de um modo que não pareça forçado, ele não tem nenhum impacto na história do FFVII e sim só na desse jogo que é sobre o Zack. Por que o Genesis não pode ser colocado aí da mesma forma?

    O lado bom é que o resto da história é bom mesmo, ainda não perdoo os retcons desnecessários, mas em meio a AC e DoC, esse jogo aí pelo menos acerta em ALGUMA coisa...

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    1. Eu concordo, mas o retcon do Genesis nem foi grande coisa, daria pra "fingir" que ele não teve participação na revolta do Sephiroth lá, até porque foi só isso e mais nada.

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  11. Chorei com o final desse jogo. ):

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    1. Eu não chorei, só... Sabe... Entrou um cisco no meu olho e tals.

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  12. "Sephiroth expressa um pouco do seu sentimento de solidão dizendo que o Genesis e o Angeal foram os únicos amigos de verdade que ele teve no passado e o resto é tudo puta e viado"

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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  13. Vá me desculpar, mas reclamar o tanto que você reclama de Final Fantasy XIII e achar Crisis Core aceitável é cagar no pau com força, isso é o cúmulo da hipocrisia e da tendenciosidade.

    Em primeiro lugar, eu não odeio Crisis Core, mas o jogo é muito mais linear e menos polido do que FFXIII, vide a facilidade monstruosa pra ganhar batalhas só usando Attack, Attack, Attack e desviando ocasionalmente. Mas sabe o que é mais engraçado? Todos os outros FFs antigos são assim, só que ao invés de desviar, você usa alguma magia ou item de cura e aí volta a usar Attack ou a usar seu ataque mais poderoso incansavelmente (Knights of the Round em FFVII por exemplo) que você mata qualquer inimigo.

    Em primeiro lugar, vou argumentar sobre a suposta linearidade de FFXIII e o porquê dela ser uma coisa positiva no jogo, com a linearidade, o jogador tem mais foco e o jogo pode prever a capacidade dele no momento. Nos outros FFs era muito comum ficar perdido em um mundo "aberto", sem saber o que fazer e perambulando por aí até achar seu objetivo... se você tiver sorte de não ir parar em uma área onde os inimigos são muito mais fortes do que você e aí ter um Game Over por causa da má projeção do jogo. Além do fato de que sendo linear, a história acaba por ser o foco principal, e se você reclama tanto das cutscenes que não explicam muito bem as coisas, o Datalog está aí pra isso, são só páginas com alguns parágrafos, não tem o monte de textos que você faz parecer que tem.

    É aí que FFXIII chega pra dar um fim nisso com batalhas que de fato requerem estratégia, principalmente por causa da adição da barra de Stagger, pra enchê-la você precisa de um Paradigm Shift com pelo menos um Ravager, mas também precisa de um Commando para que seus ataques físicos aumentem o timer e o Stagger não caia rapidamente. Cada ação sua em FFXIII tem uma consequência, se você continuar atacando o inimigo, efetivamente enchendo seu Stagger, ele vai ficar vulnerável em estado de Stagger e você pode atacá-lo com tudo, mas se você parar pra se curar caso ele tenha te causado um dano alto, há chances grandes da barra de Stagger cair pra 0 e você ter que começar tudo de novo.

    Isso ocorre porque o jogo te faz usar vários tipos de estratégias pra determinado combate, não existe uma opção melhor de estratégia em FFXIII igual existe nos outros jogos que é simplesmente usar seu ataque mais forte até o inimigo morrer. Olha só, o jogo faz isso tudo sem você precisar ficar passando por um monte de menus pra selecionar ataques, você já sabe o que fazer na batalha, então o Auto Battle serve pra colocar sua estratégia já pronta em prática, não é o jogo que se joga como você e outros haters de FFXIII fazem parecer, e eu duvido que você tenha vencido os inimigos de Gran Pulse facilmente, são os mais difíceis do jogo e requerem mais estratégia do que qualquer outra coisa que outros FFs tinham pra encarar.

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    1. Outra coisa que FFXIII balanceia muito bem é a dificuldade, e ele faz isso com seu level cap. Se você não lembra, todos os FFs eram grindfests, se você por um acaso não consegue passar de um determinado boss, é só ficar na área antes dele grindando e evoluindo de níveis até ficar forte o suficiente pra matar ele com a mesma estratégia de Attack e Cure de sempre ou até matar ele facilmente porque o jogo te deixa evoluir até ficar muito mais forte do que qualquer inimigo em tal parte do jogo. FFXIII não te deixa fazer isso porque ele limita sua evolução, o Crystarium fica trancado e naquela parte da história você apenas pode evoluir nele até certo ponto, pra continuar evoluindo, é só derrotar o boss e efetivamente expandir o Crystarium pra continuar.

      Você e esses outros haters de FFXIII podem falar o que quiserem, mas o fato que nunca vai mudar é que esse é o jogo mais polido de toda a série Final Fantasy, ele só tira as inconveniências dos outros jogos e melhora o sistema de batalhas que é o principal num RPG já que é onde a ação acontece. Eu tenho quase certeza que não vou mudar sua opinião com isso porque você é orgulhoso e mente fechada demais pra entender o game design maravilhoso que esse jogo tem, mas só queria mostrar como você está errado sobre o jogo e ele só é ruim na sua opinião.

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    2. O CARA CONSEGUE FICAR PERDIDO EM FINAL FANTASY VAMO RIR DELE GALERA. JJJJJJJKKKKJJJKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

      Agora na boa... Isso é piada ou é sério mesmo? Eu nem ia te responder só porque li isso de ficar perdido no mapa do mundo e já dei um facepalm, mas já que você digitou um texto enorme, eu responderei em consideração.

      Final Fantasy sempre foi uma série com um mundo aberto, mas com senso de direção ao mesmo tempo, porque sempre era explicado claramente pelos diálogos pra qual lugar você deve ir e em qual direção ele fica, se é norte, sul, leste, oeste, etc, o seu argumento pra linearidade ser uma coisa boa é no mínimo engraçado, porque ele não prova absolutamente nada. A menos que você seja horrível em video games, não saiba inglês ou não tenha prestado atenção nos diálogos, não tem como você ficar perdido em nenhum Final Fantasy antigo, e em nenhuma das circunstâncias anteriores isso é caso de jogo mal projetado e sim de jogador retardado, nada mais.

      Linearidade não é, nunca foi bom e nunca será pra um JRPG ou qualquer tipo de RPG, porque com a linearidade vem a repetição, Final Fantasy XIII com a sua linearidade e falta de exploração ou de qualquer tipo de interação com o seu mundo só te dá duas opções do que fazer: Andar na fila indiana ou lutar. Apenas isso, nada mais e nada menos.

      Uma pessoa poderia questionar isso e dizer que é o que você faz nos outros Final Fantasy, mas a diferença é que neles existe muito mais variedade, além de só andar e lutar, você explora o mundo em que o jogo se passa, passa nas cidades pra comprar itens, interagir com NPCs, fazer sidequests, se imergir na atmosfera do jogo, conhecer o mundo onde você está. Se não existe imersão em Final Fantasy XIII, por que diabos eu deveria ligar pro que acontece nesse jogo? Eu não conheço nada sobre o mundo dele exceto pelo fato de que tem um monte de locais em linha reta com visuais bonitinhos.

      Um Final Fantasy que faz isso de uma forma mais brilhante ainda é o VII, não só ele tem tudo que eu citei ali como varia no próprio gameplay com a ajuda dos minigames que acontecem algumas vezes na história. A cena do Cloud e o grupo dele escapando do prédio da Shinra com ele dirigindo uma moto e o resto num caminhão abre o jogo perfeitamente, pois não só você mesmo pode controlar o Cloud nessa moto numa perseguição que poderia muito bem acontecer como uma cutscene como também o mapa do mundo surge logo em seguida, o jogo mostra que tem muito mais coisas a oferecer do que só andar e lutar, e daí pra frente ele só melhora.

      Se Final Fantasy VII seguisse a mesma estrutura do XIII, onde você só fica andando e lutando por 30 horas, com certeza o jogo seria criticado por muita gente, mas não, ele tem variedade, coisa que os desenvolvedores do XIII aparentemente não faziam ideia do que significava.

      O único ponto em que você tem uma certa razão aí é ir parar em uma área com monstros fortes demais e morrer, isso realmente acontecia... Nos três primeiros Final Fantasy. Do IV pra frente isso deixou de acontecer, então quando você fala "FFs antigos" de uma forma generalizada, dá a entender que esse problema existe em todos eles, o que é uma puta mentira.

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    3. Ahhhhh, cara... É sério que você vai me dizer que Final Fantasy XIII requer estratégia pra ser terminado? E que o Level Cap do jogo é bom? Não, simplesmente não.

      Sim, a barra de Stagger é uma mecânica nova que poderia ser usada como um meio de fazer você alternar suas estratégias tomando cuidado com o Timing, mas não é assim que é executado e você sabe disso. Aliás, pra quem reclama que Final Fantasy XIII tem "várias opções" de estratégia enquanto nos outros sempre tem a "melhor opção", você tá sendo bastante contraditório por si mesmo.

      Existe sim uma "melhor opção" no XIII, que foi a estratégia que eu usei pra passar quase todas as batalhas que eu enfrentei no jogo:

      1) Montar paradigms de COM/COM/MED, RAV/RAV/MED e MED/MED/MED.

      2) Spammar Auto-Battle o COM/COM/MED pra causar algum dano inicial com os COMs e prevenir que a barra de Stagger caia rápido demais enquanto o MED vai curando quando eles recebem dano.

      3) Spammar Auto-Battle o RAV/RAV/MED pra subir a barra de Stagger enquanto o MED faz o mesmo de antes.

      4) Assim que a barra de Stagger encher, trocar pro COM/COM/MED e spammar Auto-Battle pra causar o máximo de dano possível enquanto o MED faz seu serviço.

      5) Opcional, mas se o inimigo não morrer na primeira rodada, trocar pro MED/MED/MED pra se curar apropriadamente e aí repetir as etapas anteriores.

      Sabe aqueles outros paradigms? Synergist? Saboteur? Sentinel? Eu raramente usei eles... Aliás, o Sentinel eu nem ao menos usei em momento algum, só pra testar, ver o que ele faz, soltar um "Que bosta" e aí nunca mais usar de novo.

      E isso é só deixar o jogo se jogar, a única coisa que eu fiz nessas batalhas foi escolher como o jogo vai se jogar... Qual é a graça disso afinal de contas? Nos outros pelo menos eu podia escolher meus comandos, eu fazia o que eu queria, se eu atacava, se eu usava a magia contra a qual esse inimigo era fraco, ou se eu usava algum item, eu mesmo lutava, diferente do XIII onde eu já tenho o Auto-Battle que sabe as fraquezas do inimigo e tudo e simplesmente faz o serviço pra mim. Eu nem ligo quando aprendo alguma habilidade nova evoluindo no Crystarium porque foda-se, não sou eu quem vai usar ela e sim o jogo, então que diferença faz?

      Aliás, é, eu posso escolher os comandos que usarei manualmente, mas isso deixa o jogo mais lento e foge completamente da proposta de querer ter batalhas mais rápidas, então o Auto-Battle é a opção mais viável.

      "Ah mas com esses inimigos aqui tem que usar mais estratégia."

      Ora ora ora, os outros Final Fantasy também têm inimigos mais poderosos que requerem mais estratégia do que só atacar e curar. Invocar a Knights of the Round no VII, que foi seu exemplo, nem sempre é a solução pra tudo, além dela custar uma quantidade absurda de MP e Ether ser um item caro nas lojas e difícil de achar por aí... Mas sim, você pode combinar ela por exemplo com uma HP Absorb e fazer seus aliados usarem Mime nela pra acabar com qualquer coisa e se curar sem problemas.

      Aliás, pra você fazer uma estratégia tão infalível assim com as melhores Materias em Final Fantasy VII, você precisa quase se matar: Tem que fazer aquela sidequest do Chocobo Dourado que requer uma paciência do caralho e um monte de dinheiro e depois procurar por essas materias no mapa do mundo ao redor, ou seja, explorar, isso tudo é uma recompensa do jogo pelo seu trabalho.

      São Materias overpowered sim, claro, mas não deixam de ser uma recompensa e, acima de tudo, opcionais, se você não tiver essas Materias em mãos, vai ser difícil passar por um monte de coisa nesse jogo a menos que você esteja com Level alto o suficiente.

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    4. E habilidade overpowered por habilidade overpowered, o XIII tem as Full ATB Skills que podem ser spammadas livremente, sem nenhum tipo de consequência imposta pelo jogo além do fato delas ocuparem toda a barra de ATB. No XIII-2 isso foi balanceado porque elas só podem ser usadas uma vez por batalha, mas no XIII assim que você causar um Stagger em um inimigo, é só spammar Amy of One ou seja lá qual for a Full ATB Skill do personagem que você estiver controlando, o bicho vai ser morto em questão de segundos. As Full ATB Skills ignoram qualquer tipo de defesa que o inimigo tenha e causam danos altos mesmo assim, como é que isso é muito menos balanceado do que a Knights of the Round e as estratégias em volta dela?

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    5. E pra finalizar... Não, o Level Cap não é uma coisa boa também.

      Um dos aspectos mais divertidos de RPGs é você evoluir seu personagem, ver ele começando fraco e ficando naturalmente mais forte na medida em que o jogo progride... Final Fantasy XIII nem ao menos te deixa fazer isso por causa desse maldito Level Cap que artificialmente deixa o jogo "balanceado", e ainda por cima faz um péssimo trabalho nisso.

      O Level Cap não só atrapalha a evolução nas batalhas como torna as próprias quase inúteis, eu perdi a conta de quantas vezes eu evoluí o Crystarium dos meus personagens até o máximo possível e não estava nem perto de chegar até o boss pra ele ser expandido... Então eu fiquei lutando mais um monte de batalhas sem sentido e conseguindo CP que não vai poder ser gasto agora porque o Crystarium não foi expandido ainda, e aí após eu finalmente derrotar o boss, eu tenho meus CP acumulados junto com o que eu ganhei do boss, uso isso pra evoluir no Crystarium agora expandido e... Depois de mais um tempo, eu encho esse Crystarium novo também e o ciclo se repete.

      No fim das contas, o Level Cap não é nada além de uma inconveniência que deixa o jogo ainda mais automático e limitado do que já era, além de tudo essa merda é inútil também porque o jogo continua sendo fácil de qualquer jeito, então qual é o ponto?

      Então quando você chega em Gran Pulse, o Crystarium inteiro e todos os Paradigms são liberados pra todo mundo, aí você cita exatamente os inimigos mais fortes de lá que requerem "mais estratégia"... Eles requerem porque são infinitamente mais fortes do que o jogador naquela parte, então o que você precisa fazer pra conseguir lutar contra eles?

      Exatamente, grindar! Então não é muito diferente do grindfest dos outros Final Fantasy que você criticou aí.

      Então se você critica os outros Final Fantasy porque são grindfests e requerem pouca estratégia, o XIII por sua vez merece o dobro dessas críticas, porque ele é a mesma coisa com o diferencial de ser monótono, raso e repetitivo.

      A propósito, agora que vi que você mencionou o Datalog... Não, nenhuma história que seja apropriadamente bem contada ou boa deveria me forçar a ficar lendo uma porra de uma enciclopédia, essa foi de longe a parte mais retardada do seu texto.

      Eu não sou "orgulhoso e mente fechada", Final Fantasy XIII que é ruim mesmo, você gostar ou não é puro gosto pessoal seu, mas o fato é que esse jogo é um lixo, e fim de história.

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  14. Seguinte, eu sou fã de FF6 e 7, principalmente do 7.

    Achei o Dirge of Cerberus mega hypado também e não grandes coisas, e até demorei pra zerar porque eventualmente ficou MUITO CHATO, muito chato MESMO.

    Agora, o Before Crisis é o único realmente foda, porque os japoneses vivem rindo da gente por isso, ele é uma historia muito boa segundo todo eles, então... ok, vamos nos permanecer calados sobre ele.

    Agora, o CC eu ainda tenho que jogar, tem mais de ano que tenho PSP e não joguei ele, como você sabe ne velho, eu sou um cara que ja ta mais do que de saco cheio de Final Fantasy como um todo...

    O sistema de batalhas é idiota, um RPG linear me desanima e eu honestamente não acredito que o enredo seja tão bom assim, no máximo competente ou "ok".

    As batalhas são idiotamente fáceis e o sistema é falho mesmo, concordo contigo e o gráfico é de babar e cair o queixo de tão impressionante pra um portátil como o PSP que tecnicamente tem praticamente o mesmo "poder" do PS1 só que com leves turbinadinhas (por isso o apelido de PlayStation 1.5).

    Mas o que eu mais ri de tudo foi sem dúvidas você falando que o povo baba tanto no ovo do Sephiroth que se o Japão ganhar uma copa do mundo é capaz deles darem os créditos pro Sephiroth HUSAUHASHUASUHSAuh

    Foda demais mano, seus posts continuam fodas!

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    1. O Dirge of Cerberus eu só fui zerar uns dois anos depois de ter jogado, e eu me arrependo de ter tentado zerar isso pensando que ia ter alguma coisa boa pelo menos no final.

      Esse Before Crisis me desperta curiosidade, mas não adianta muito porque o jogo só foi lançado lá no Japão, provavelmente nunca vou jogar e aqueles comedores de pastel de flango filhos da puta cão continuar rindo da minha cara.

      E o Crisis Core é bem repetitivo, isso é inegável, mas se você conseguir aguentar isso, dá pra se divertir com o jogo... Além da história ser boa mesmo, eu fiquei mais interessado em terminar o jogo só por causa dela, gostei mais do que achei que iria gostar quando botei o jogo no emulador.

      E eu realmente não duvidaria do Sephiroth receber os créditos pela Copa do Mundo, se pá eles já até têm uma estátua dele guardada pra essa ocasião, mas até hoje não puderam usar.

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  15. Isso me lembra...Em alguma parte do jogo é mencionado que Sephiroth odeia LOVELESS e acha que é uma poesia sem pé nem cabeça.....

    PS: Preparado pro dubstep? HAHAHAHAHAHAHA!

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  16. Zoeiro O Sem Limites6 de fevereiro de 2014 20:05

    POR FAVOR RYU! FAÇA UM POST FALANDO SOBRE O SONIC BOOM!

    Vi uma postagem do United Gamers falando sobre esse jogo, a critica do cara foi muito boa: http://unitedgamersbrasil.blogspot.com.br/2014/02/minha-opiniao-sobre-o-trailer-de-sonic.html

    Faz você também, tu é o melhor no assunto de Sonic na minha opinião.

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  17. Caras... Eu realmente tô desanimado pra falar desse jogo/desenho... Tudo nele parece uma desgraça, os designs dos personagens, o gameplay, a arte, os gráficos que parecem de um jogo de 2007... Puta que me pariu, eu não achava que ia tomar tanto desgosto de alguma coisa do Sonic de novo depois de Sonic 4 Episode I...

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    1. apresentando: papa léguas azul, enigeer, alexandre frota vermelho, fanservice pra R34 e o dr. fausto silva

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    2. Eu não sei, fiquei nervoso quando parecia que isso ia ser o reboot do Sonic, mas agora que eu sei que vai ser só uma série spin off, eu comecei a enxergar Sonic Boom com outros olhos.

      Pense bem, Ryu, é melhor uma série "non Sonic" que seja spin off do que um jogo igual Sonic 06 que faz parte da série principal, pelo menos Sonic Boom não vai afetar nada na série principal.

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  18. Uau, cc é tão fácil assim no normal? Comecei o jogo no hard e morro com uns 2 peidos. Parei de jogar por ter enjoado um pouco. No mais, concordo com tudo na sua review, mesmo que umas coisas não se apliquem por causa dessa dificuldade absurda na minha jogatina e talz.

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    1. Eu comecei no Normal, mas nunca tentei o Hard porque já demorei um bocado pra terminar o jogo no normal e não sei se eu realmente animaria de rejogar. Mas eu não sou muito fã desses aumentos de dificuldade onde a única coisa que mudam é que os inimigos te matam com dois peidos.

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  19. O jogo da Lightning já lançou, vai ter review dele?

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  20. Engraçado, todo hater do Genesis é homem, nunca vi uma mulher falar mal dele.

    Porque será? :V

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    1. Sei lá, deve ser porque a maioria das mulheres que gostam de personagens de Final Fantasy gostam porque são "bonitinhos" e não porque são bons personagens. Já vi um monte de garotas amando o Cloud do Advent Children não-ironicamente, e eu tenho quase certeza que elas só gostam dele por ser "bonitinho", como personagem ele é um downgrade horrível e inexplicável do Cloud original.

      Mas qual é a sua implicação afinal de contas?

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    2. Minha vagina e eu odiamos o Genesis, abrçs.

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    3. Genesis é um bosta cara, quem achou que ia ser uma boa ideia um vilão que só abre a boca pra recitar versos de poema?

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  21. ao autor desse texto

    eu não sei quem vc é, mas eu te amo

    <3

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  22. Esse foi um dos piores FFs que eu já joguei. Porra Ryu, como tu da nota 7 pra isso? Eles estragaram a história enfiando o Gackt no meio dela e tentando fingir que ele é importante pro lore de FF7, o combate também é ruim e até você mesmo apontou como a DMW é uma ideia ruim.

    Não é a única coisa boa que saiu da compilação de FF7, é tão ruim quanto todo o resto dela! Você deve ter pegado leve com isso porque queria muito ver a história do Zack explicada com detalhes, porque é a única coisa que o Crisis Core faz "bem" e olhe lá.

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