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Postado por: Ryu terça-feira, 30 de setembro de 2014


Lá pra 2011 ou 2012 eu estava checando os jogos da SAGE e haviam uns fangames de Sonic bem maneiros no bagulho todo... Porém eu me trombei com esse jogo chamado Freedom Planet feito pela GalaxyTrail no meio deles, esse jogo mostrava um monte de personagens furries que pareciam ter vindo de Sonic, porém na verdade são personagens criados pelo próprio criador desse jogo e tal.

Quando eu vi o anúncio disso, pensei "Puta que pariu, um jogo de ORIGINAL THE CHARACTERS do DeviantArt? Por que?" e me pus a evitar Freedom Planet como se fosse um objeto amaldiçoado pelos dentes do Takashi Iizuka. Só que recentemente eu acabei vendo o trailer de lançamento desse jogo, não pareceu tão ruim quanto eu imaginava que fosse, baixei a demo, achei ok... E então resolvi dar uma olhada no jogo full, e aqui estou eu falando sobre ele neste humilde recinto.

Olha... Pra um jogo que eu achei que fosse absolutamente odiar com todas as minhas forças, eu até que gostei de Freedom Planet... Papo sério, esse jogo não é ruim não, se você tá lendo isso aqui esperando uma review negativa com xingamentos por toda a parte e uma nota 3 ou 4 no final, já tô te dizendo que não vai ser pra evitar decepções. Porém eu não vou pelar saco excessivamente desse jogo, é bom mas nem pra tanto.

Enfim... Já é o segundo jogo Indie que eu posto sobre nesse blog. Eu acho que isso não vai virar moda por aqui não, porém não vejo por que não postar sobre tais jogos quando são interessantes o suficiente pra eu fazê-lo. Agora chega de lenga-lenga, vamos começar essa review logo antes que isso acabe virando mais um parágrafo longo sobre como eu não costumo me impressionar muito com jogos Indie e tal.

É meio que uma fanfic, mas...


A história se passa em Avalice, um planeta habitado por furries coloridos de todos os tipos, provavelmente o seu fanchar do Sonic deve estar no meio da população desse planeta... Pelo menos as chances disso são maiores do que as do seu fanchar aparecer nos jogos do Sonic, creio eu. Avalice é um mundo precisamente dividido em três reinos: Shuigang, Shang Mu e Shang Tu. Eu posso te garantir que isso não é uma paródia de Dynasty Warriors, apesar que seria legal ver um Cao Cao furry.

De qualquer forma, a paz em Avalice é interrompida quando o reino de Shuigang é invadido pelo exército de um alienígena misterioso do MAAAAAL que entra no palácio e mata o rei fazendo tanto esforço quanto eu faço pra tirar Rank SSS em DmC. Com isso, ele captura o Príncipe Dail e efetivamente o transforma no seu fantoche mentalmente controlado, assim fazendo com que ele seja o novo líder de Shuigang e comece a mandar robôs pra todo lado com a intenção de causar uma guerra em Avalice. Porque a situação do planeta em si tá meio tensa porque eles dependem de uma esfera mágica conhecida como Kingdom Stone que é meio que uma fonte de energia pro planeta... Só que eles estão numa crise de energia e talvez a Kingdom Stone não vai poder dar energia pra todo mundo, o que pode resultar numa guerra entre os três reinos pra ver quem fica com a Kingdom Stone.

Nisso, uma dragoa [?] chamada Sash Lilac e a sua companheira felina, Carol Tea, acabam presenciando uma nave sendo atingida em pleno voo e caindo por perto na região. Após ir checar o que picas foi isso, Lilac salva um "shellduck" chamado Torque que estava sendo atacado por um cobra-macho [?] chamado Serpentine e ambos escapam por pouco desse maluco aí. E então pra resumir uma história incomumente longa pra um Platformer: Torque diz que o Mayor Zao, líder de Shang Mu, tá afim de roubar a Kingdom Stone pra resolver a sua crise pessoal de energia e eles precisam impedir isso, mas é tarde demais quando chegam, a Kingdom Stone é roubada por um sujeito chamado Spade que parece um fanchar de Sonic que eu faria nos meus 12 anos de idade.

Então após escaparem do templo onde ficava a Kingdom Stone, Lilac e Carol encontram Milla Basset, uma coelha/cachorra/whatever que se perdeu dos seus parentes e resolveu se juntar a elas porque... Por que não? E então depois é revelado que na verdade o Torque não é um "shellduck" e sim um alien comandante de um esquadrão especial que veio pra Avalice com a missão de colocar um fim nos planos do Lord Brevon, o alien malvadão lá que matou o rei de Shuigang e tomou controle do filho dele. Porventura esse maluco aí é um senhor de guerra alienígena perigoso que quer fazer o que todos os vilões querem fazer: Tentar dominar o mundo... Ou melhor... A galáxia. Porém a nave dele ficou meio danificada depois de uma batalha e aí ele precisa de energia pra reconstruir, daí entra a Kingdom Stone no meio desse plano.

Essencialmente, o plano do Brevon é: Botar os três reinos de Avalice pra se porrarem até todo mundo morrer ou ao menos se enfraquecerem até não darem conta de lutar quando ele resolver se revelar pra pegar a Kingdom Stone pra si mesmo e pegar a foda fora desse planeta. Simples, não?

No fim das contas, Lilac, Carol, Torque e Milla tentam fazer com que os líderes dos três reinos: Zao, Dail e o Royal Magister, se unam pra lutar contra o Brevon e você provavelmente já sabe como a história vai caminhar a partir daí, mas ainda assim vou evitar spoilers grandes.


Como você já deve ter reparado... Sim, Freedom Planet tem bem mais história do que um Platformer deveria ter, o jogo é abarrotado de cutscenes e diálogos até você ficar cansado e apertar o botão pra pular pra próxima cena ou pular direto pra fase. Francamente falando... Eu não vejo problema em um Platformer ter um certo foco em história... Claro, não é obrigação, na verdade Platformers por padrão têm histórias simples, mas um enredo bem escrito é sempre bem aceito, especialmente pela minha pessoa.

Mas então... Freedom Planet tem um enredo bem escrito? Errrm... Mais ou menos, mais ou menos... Acho que a melhor maneira de expressar o que eu acho sobre a história desse jogo é que : Eu gosto dos personagens e do universo do jogo no geral, mas tenho sentimentos misturados quanto à narrativa e, principalmente, os diálogos... Mas vamos por partes.

Em primeiro lugar, eu gostaria de falar que essas três protagonistas do jogo são absurdamente adoráveis... É, eu disse isso, foda-se! A Lilac é aquela clássica personagem feminina com personalidade forte e um bom coração que você já deve ter visto em uns outros 50 jogos por aí, mas funciona porque ela parece natural em comparação com algumas personagens femininas que os roteiristas tentam ao máximo fazer com que elas pareçam fortes e duronas e no fim das contas elas acabam tendo tanta personalidade quanto uma pedra. A Carol é uma tomboy que vive com aquela cara de ":3" e meio que só entrou no meio disso porque ela quer acompanhar sua melhor amiga e ajudar ela a encarar qualquer coisa. E a Milla... Bem...

Pra falar a verdade... Eu não sei exatamente o que a Milla contribui nisso aqui além de ser bonitinha. Digo... O jogo dá uma alusão de que ela tem uma história, ela separou dos seus pais e tal, mas ela nunca encontra eles, nem um Story Mode separado ela tem. Então... Qual foi o sentido de ter dado essa backstory sendo que você não resolveria o problema dela? Vai fazer isso numa sequência ou algo do tipo? Ehhh... Sei lá... Tanto faz, o meu ponto é que a Milla é só uma personagem bonitinha que não faz muita coisa na história em si, o que meio que a torna uma personagem ruim.

E não adianta me olhar com essa cara!


... Tá bom! Tá bom! Eu perdoo... Mas só dessa vez!

O resto dos personagens são legaizinhos também, mas o meu favorito é o Brevon. Não exatamente porque ele é o vilão mais único do mundo, mas porque ele não só é competente como também é badass pra caralho, o cara praticamente dá um One Hit Kill em qualquer criatura que ficar no caminho dele nas cutscenes! Como diabos você não acha um vilão desses intimidador? Até os próprios heróis ficam com um medinho quando encontram ele cara a cara depois daquela cena de tortura lá e então precisam fugir.

Eu poderia reclamar que o Torque e o Spade meio que ficaram com as suas histórias completamente vagas mesmo sendo personagens aparentemente importantes. Mas de acordo com o que eu li por aí, Freedom Planet vai receber uma atualização com dois novos Story Modes protagonizados pelos dois personagens citados respectivamente. Então não faz muito sentido que eu reclame disso aqui quando parece ter sido intencional.

Já a narrativa em si é... Ok... Na maior parte do tempo. O problema é que a maioria dessas cutscenes são estupidamente longas e muitas delas até dão mais informações do que era pra ter dado, e não ajuda muito que em maior parte elas só mostram os personagens parados conversando uns com os outros. Não é nada agravante, mas algumas vezes eu simplesmente fiquei pulando os diálogos porque já entendi a mensagem... E o pior é que tem hora que isso chega a ser inconsistente, porque o jogo tenta explicar praticamente tudo, mas aí em certa parte onde a Lilac e o grupo dela são presos e bolam um plano pra sair das prisões de Shang Tu nas cutscenes lá... Pra depois o jogo me cortar pra próxima fase onde eu já controlo a Lilac simplesmente correndo das forças militares lá.

E existem uns DEUS EX MACHINA no meio disso tudo também, em especial na cena de tortura que eu mencionei... Enquanto eu não vi nada demais na cena em si, o modo como eles escapam do Brevon depois simplesmente teleportando sem mais e nem menos parece que foi tirado do cu do roteirista aí. Eles estavam "dentro" da máquina de tortura do Brevon na cutscene e ela só podia eletrocutar... Ou por acaso tem uma função de teletransporte nela também?

E também tem os diálogos... Em maior parte eles são ok, mas... Sabe quando você tá vendo um diálogo de um filme/jogo que é tão ruim que você espera que ninguém tenha te visto assistindo a cuscene? Bem... É mais ou menos assim que eu me sinto sobre alguns trechos de diálogo desse jogo. Por exemplo, aquela cena onde a Carol pergunta pra Lilac por que o Torque não tá no quarto lá junto com elas... E então termina falando "Maybe he's afraid to have some cooties!" ou algo do tipo... E eu acho que era pra eu rir disso porque as personagens riram.

Mas bem... Fora isso... Ok, a história desse jogo é boa pra um Platformer e na maior parte do tempo é inofensiva. Então eu vou parar de falar disso por aqui porque eu tô perdendo tempo demais falando da história em um Platformer... Resumidamente, é uma história legal, mas tem umas partes bem toscas no meio do pacote que podem ou não podem te dar vontade de sair pulando as cutscenes.

Esses visuais gritam "ANOS 90!!!"


Já que eu mencionei as cutscenes... Eu vou pegar esse embalo e falar de uma vez que elas são muito bem feitas e animadas. Os personagens têm várias expressões faciais diferentes, os movimentos labiais deles são acreditáveis o máximo possível, as animações têm aquele aspecto exagerado que você normalmente vê em animes e coisas do tipo... Na verdade as animações desse jogo no geral são absurdamente bem feitas, é incrível olhar pras personagens não só nas cutscenes como nas fases e ver o quão expressivas elas são. Cada uma basicamente tem uma expressão facial diferente pra cada animação, seja correr, bater, usar ataque especial... As animações aqui tão a nível dos jogos recentes do Rayman.

Aliás, os gráficos de Freedom Planet no geral são sensacionais, Pixel Art dificilmente fica muito melhor do que o que é apresentado aqui. As fases possuem um nível de detalhe absurdo, cada pedaço de terra/parede/pedra/etc desse jogo tem um efeito de profundidade que provavelmente o SNES ou o Mega Drive não conseguiriam reproduzir... O que então deixa esse jogo mais próximo de algo que eu encontraria no Sega Saturn que reproduz gráficos 3D como nenhum outro fazia na época. Nem preciso falar dos backgrounds, né? Olha a profundidade dessa porra na imagem acima aí! Parece que sempre tem alguma coisa escondida, e cada pedaço dessa merda ainda é animado! Tem sempre uma caralhada de coisa acontecendo até nos backgrounds, fazendo os cenários parecerem mais vivos do que nunca.

A arte é exatamente o que você espera de um Platformer dos anos 90: Cores vibrantes, cenários cartunescos e malucos... Basicamente Freedom Planet é uma mistura de Sonic com Ristar com um toque "asiático" que dá a esse jogo uma identidade própria que se destaca das suas inspirações. Aliás, esse jogo até tem aquele mesmo lance legal das fases terem transições entre os "acts" delas que nem Sonic 3 & Knuckles. Na Dragon Valley você começa em um vale pela primeira metade e após derrotar o miniboss entra em uma floresta, na Relic Maze você começa em uma espécie de ruína no meio da floresta e depois de derrotar o miniboss você vai pra baixo da terra e assim o resto da fase se passa dentro de uma caverna... E por aí vai.

Você pode até me falar que isso não é nada novo e que o Sonic fez antes, mas é que... Bem, quem mais fez isso depois do Sonic? Nenhum jogo pelo que eu me lembre, a maioria dos Platformers 2D sempre seguem aquela regra da fase manter um mesmo visual do começo ao fim... O que não é errado, mas convenhamos que quando essas transições são feitas da maneira certa, o jogo fica uns 50% mais divertido já que cada trecho dele tem uma atmosfera diferente.


Uma coisa meio controversa sobre Freedom Planet no entanto é o design dos personagens... Em especial as protagonistas que são bem parecidas com personagens de Sonic, mesmo esse não sendo um jogo do Sonic. Eu não vou negar, elas realmente parecem personagens de Sonic, não preciso me esforçar nem um pouco pra ver elas no meio de algum jogo 3D do Sonic que introduza personagens novos na série, mas... Qual é o problema disso de novo? Não é como se elas fossem cópias carbônicas de designs de Sonic, elas se parecem mais com aqueles mascotes furries que eram inspirados no Sonic nos anos 90, só que dessa vez levando essa inspiração um pouco mais acima do limite.

Tá certo que no começo eu pensei que fossem ORIGINAL THE CHARACTERS e tal, mas... Acho que eu tava com um preconceito meio besta mesmo, não tem nenhum Sonic vermelho aí ou coisa do tipo, apesar que o Spade se parece um pouco com aqueles fanchars do DeviantArt sim. Na verdade o que mais me perturba nesses designs é que a Lilac não se parece com um dragão, porém eu não acho que seja possível fazer isso sem que ela pareça uma fusão meio bizarra do Sonic com o Spyro... E entre isso e o resultado final aqui, eu fico com o resultado final, obrigado.

Pelo menos os designs dos outros personagens e dos inimigos são bem legais. A maioria deles são furries, robôs ou alienígenas, mas não parecem tão puxados de Sonic assim quanto as protagonistas e o Spade. O mais engraçado é que existem personagens dragões "anciões" que realmente se parecem com dragões, então eu acho que a Lilac não parecer um dragão dragão mesmo é intencional... Talvez... Digo, no jogo mesmo a Carol fala algo tipo "Dragões, daqueles grandões que cospem fogo como nos filmes e não como a Lilac." numa cutscene pelo que eu me lembro.

De qualquer forma... Esse jogo é bonito pra caralho, eu nunca vou me cansar desses visuais!

Tira esse Sonic 4 do meu jogo bom


Se você leu minha review de Shovel Knight, a mesma coisa que eu disse lá se aplica mais ou menos aqui. Freedom Planet é um daqueles jogos Indie que se inspiram em jogos clássicos de época X com a intenção de trazer de volta aquela sensação de estar vivenciando a mesma época de novo jogando um jogo cheio no mesmo estilo, porém novo e talvez até melhor do que suas inspirações. Mas esse jogo consegue realizar tal tarefa? Bem... Digamos que ele consegue quando se trata de ser um jogo que junta vários elementos de vários jogos clássicos dos anos 90, mas não consegue exatamente superar eles, o que não chega a ser um ponto negativo de qualquer forma, mas vou explicar como ele falha em algumas coisas.

Você pode jogar o Adventure Mode vendo as cutscenes e tudo, ou então pode simplesmente jogar o Classic Mode onde você não vê cutscene nenhuma porque não dá uma foda pra história e só vai jogando nas fases consecutivamente. No Adventure Mode você só pode jogar com a Lilac ou a Carol, cada uma com uma história própria, a Milla não é jogável aí porque por algum motivo eles não acharam que valeria a pena ter uma história com ela... Eu acho... Então ela só é jogável no Classic Mode. Por agora eu vou falar da Lilac porque ela é a personagem principal desse jogo afinal de contas.

A Lilac pode correr, pular, dar um pulo-duplo-giratório com o Cyclone que também causa dano nos inimigos, golpes com o cabelo dela [?], uma espécie de Shoryuken apertando pra cima e o botão do ataque físico, uma voadora pra baixo apertando o botão e tal direção no D-Pad e usar o já mencionado Cyclone no chão simplesmente apertando pra baixo e o botão de ataque no chão enquanto corre. Assim como ela também pode usar um movimento especial em que ela carrega um "Spin Dash" e sai ricocheteando pra qualquer direção que você quiser mandar ela... É mais ou menos parecido com o ataque especial do Rocket Knight, se por acaso você já jogou isso.

A princípio, o gameplay é muito bom até, os controles são firmemente precisos, o pulo tem o peso certo, essas várias opções de combate que eu mencionei aí tornam as lutas contra os inimigos divertidas... Não, sério, eu realmente tô elogiando combate corpo-a-corpo em um Platformer, coisa que dificilmente dá muito certo quando você tenta fazer, mas aqui eles conseguiram fazer porque nenhum inimigo em particular demora demais pra morrer e tem várias estratégias diferentes pra lidar com vários tipos deles, então você não sente como se o ritmo do jogo estivesse sendo constantemente quebrado com isso... Exceto um certo tipo de inimigo que aparece aos montes perto do final do jogo, mas eu vou chegar lá ainda.

E os movimentos especiais também são divertidos de usar, o Cyclone no chão pode ser usado de uma maneira parecida com o rolamento do Sonic pra sair girando e matando qualquer coisa na sua frente aí, com o diferencial de que você perde velocidade enquanto usa ele, mas ainda funciona pra ir longe o suficiente pra matar um bocado de inimigos se você usar em uma descida ou coisa do tipo. No ar ele pode ser usado pra atacar inimigos e, obviamente, pra fazer pulos duplos, alcançar outros lugares e se salvar de um monte de saltos errados que é algo fácil de acontecer na primeira vez em que você joga isso, e o mais legal é que você pode usar ele apertando o botão ao mesmo tempo que uma mola te manda pra cima e voar pra além dos limites da tela do jogo. Mas o ataque do Rocket Knight aí é sem dúvidas o melhor, dá pra usar ele pra ganhar velocidade máxima instantaneamente, pra voar pra cima e achar alguma coisa escondida ou até acessar algum caminho alternativo ou atalho, também dá pra usar pra causar dano nos inimigos... Não tem nada tão caralhudo quanto esse ataque.

Mas como esses ataques podem ficar overpowered nas mãos de uma pessoa filha da puta que adora spammar ataques fortes demais... O Cyclone e o Rocket Knight são limitados por uma barra de energia que enche relativamente rápido, porém o Cyclone gasta um bocado dela e o Rocket Knight praticamente gasta tudo, então você tem que prestar atenção e se certificar de que ela tá cheia antes de usar esse negócio. Não é nada demais e provavelmente você vai se acostumar com isso depois de passar... Da primeira fase. Se por acaso você for do tipo de viadão que precisa de tutorial pra jogar platformers 2D, também tem uma fase de tutorial chamada Shang Mu Academy onde você pode aprender como o jogo funciona e tal, mas você não é esse tipo de gente... Não é mesmo? Eu não quero pensar que uma pessoa que lê o meu blog é um casual de bosta, então não me decepcione por favor.

Enfim... Eu tenho um único problema com Freedom Planet quanto ao gameplay no geral, que no caso seria a física... Olha, meua migo... Sabe aquela física horrível pela qual Sonic 4: Episode I ficou conhecido? Então, digamos que Freedom Planet sofre de um mal bem parecido, ou talvez até quase idêntico. Você pode subir morros, passar por loops e tudo isso simplesmente caminhando lentamente... Tem como até parar em locais quase totalmente verticais que nem no próprio Sonic 4. A sorte é que Freedom Planet não é um jogo do Sonic, portanto ele não tem essa obrigação de ter uma física pelo menos decente e tampouco as fases são projetadas em volta dessa física... Mas ainda é meio chato você estar passando pela fase e aí sem querer correr numa parede ou em algum local sólido de cabeça pra baixo... Não acontece muito, mas seria melhor se eles consertassem isso logo, a física desse jogo é abismal e eu só não dedico mais desse texto pra falar disso porque ela realmente não pesa tanto assim e até funciona quando se trata de usá-la pra ganhar velocidade.


Pra falar a verdade... A Lilac e a Carol são bem similares entre si quanto ao gameplay, mas eu acho que deveria apontar as diferenças de uma pra outra de qualquer forma. Enquanto a Lilac parecia uma mistura de Sonic com Rocket Knight, a Carol é meio que uma mistura de Sonic com Megaman X... Só que mais o Zero do que o X. A Carol não corre tão rápido quanto a Lilac, mas é rápida o suficiente pra não parecer que estou jogando outro jogo diferente, em compensação ela pode fazer Wall Jumps da mesma forma que você faz nos jogos do Megaman X, só não tem um dash pra efetuar saltos mais longos, mas isso nem faz muita diferença aqui... E outra coisa legal é que a Carol pode rolar que nem o Sonic, e pelo menos pra ganhar velocidade com isso a física do jogo funciona decentemente, além de poder causar dano nos inimigos também. E outra coisa legal é que dá pra usar uns painéis vermelhos no chão e nas paredes pra pular entre eles e chegar a outros locais das fases... Que nem aqueles painéis numéricos de saltar nas paredes que tinham em Sonic Adventure.

O modo de atacar da Carol é um pouco diferente porque ela dá golpes físicos mais rápido do que a Lilac apesar de causarem menos dano num inimigo... E o ataque especial da Carol é que ela pode fingir que é a Chun-Li e iniciar uma metralhadora de chutes que pode ser usada tanto na terra quanto no ar e dura quanto tempo você segurar o botão até a barra especial acabar. Apesar de eu preferir o Rocket Knight da Lilac, esse ataque especial da Carol é legal também pra usar principalmente em bosses que têm aqueles "mini-pontos fracos" que precisam ser destruídos antes de causar algum dano significante nele.

Apesar de não ter tantos movimentos de combate quanto a Lilac, a Carol tem uma moto que você pega destruindo uns tanques de gasolina vermelhos que ficam espalhadas pelas fases... Quem me dera se eu conseguisse conjurar uma moto pra mim só fazendo isso. Por que o mundo real não é como os video games mesmo? Garanto que minha vida melhoraria uns 70% se ela virasse um video game...

Mas ok, deixando esse meu papo autista de lado... A Carol tem uma moto que você consegue quebrando esses tanques de gasolina e não só o gameplay fica mais frenético quando você sai dirigindo essa moto por aí atropelando todo mundo como também fica completamente maluco! Você pode sair correndo e metendo pesada em todo mundo, usar boosts de velocidade, um pulo duplo giratório que causa dano nos inimigos, pode quebrar as leis da física e usar sua moto pra subir paredes e coisas do tipo... E ainda por cima em vários desses locais onde você faz isso tem algo escondido lá porque a absurdez [?] dessa moto é algo intencional, é divertido pra caralho passar as fases com esse treco! Só que você perde a moto quando toma 3 hits a menos que quebre outro tanque de gasolina enquanto usa ela, então cuidado.

E por último tem a Milla, que como eu eu já disse, não tem um Story Mode próprio por motivos que só o criador desse jogo sabe e só é jogável no Classic Mode. Então... Ao contrário das outras duas, a Milla tem uma barra de vida bem menor e um gameplay bem menos rápido, ela é a mais lenta das três e só chega a correr rápido mesmo passando por loops, alguns terrenos específicos ou então naquelas partes onde a personagem corre automaticamente mesmo. E isso não é à toa, porque ela também não tem um combate que sirva pra você sair por aí correndo e espancando todo mundo em sua volta, os métodos de ataque dela são criar um escudo que serve pra se defender de projéteis e pode ser usado/posicionado em qualquer direção desde que você segure o botão, daí quando você solta esse escudo meio que dá uma pequena explosão que causa um pequeno dano nos inimigos.

Mas você pode melhorar isso porque a Milla pode materializar blocos verdes do nada como se fosse um dos civis de Mindjack tirando escopetas do cu. Você pode encarnar seu Gutsman interior e jogar esses blocos nos inimigos, ou então pode juntar ele com o escudo formando um mais resistente e soltando um raio com alcance maior e um dano mais considerável nos inimigos do que aquele peidinho que dá com o escudo normal. Mas no geral, com a Milla você vai ter que ir mais devagar porque ela tem um gameplay mais defensivo e próximo do que seria uma junção de Sonic com um platformer comum... O mais perto que eu consigo pensar é Yoshi's Island porque a Milla tem aquele pulo flutuante do Yoshi que faz a altura do seu pulo aumentar um bocado, mas acho que só tem essa semelhança mesmo.

A minha favorita é a Lilac por motivos que eu já disse antes... Mas no geral, as três personagens são únicas e divertidas de jogar, talvez você goste da Milla mais do que eu gostei se por acaso for do tipo que curte esses personagens mais defensivos em jogos ou gostar de platformers mais suaves. Ela ainda é similar às outras duas, só mais lenta e com um esquema de ataque diferente, o que é uma variação bem vinda já que eu não tô jogando algo de um gênero completamente diferente que nem a Sega costuma fazer com gameplays alternativos em Sonic

Aliás, tá aí... Freedom Planet é um jogo que esses desenvolvedores da Sonic Team deviam jogar pra ver como se faz um gameplay alternativo da maneira certa sem me fazer querer desligar o jogo toda vez que eu controlo um personagem que não seja o protagonista. Aliás, as próprias personagens aí dariam um ótimo gameplay alternativo em jogos 2D do Sonic. Pronto, falei.


Se por acaso não caiu a ficha... Sim, o level design desse jogo é fantástico... Na maior parte do tempo. Todas as fases podem ser jogadas igualmente por todas as personagens pegando umas dicas de Sonic 3 & Knuckles e fazendo com que cada uma possa acessar um caminho específico com uso das habilidades especiais e praticamente o mesmo conceito. As fases em si são bem abertas e o jogo sempre te recompensa com cartas que você pode usar pra ver concept arts na Steam ou com escudos, pétalas que recuperam a energia da sua personagem e vidas extras... Mas acho que vidas são meio inúteis aqui porque independente de você morrer até dar Game Over ou o que for, você vai sempre recomeçar a fase a partir do último checkpoint.

... Eu é que não vou reclamar disso.

No entanto, a maior atração dessas fases sem dúvidas são as gimmicks, elas são criativas pra caralho. A Jade Creek tem umas bolhas que você pode usar pra sair quicando e alcançando lugares altos por um tempo determinado,assim como também tem umas plantas que eu esqueci o nome agora, mas você pode usar elas pra flutuar por um tempo. A Pangu Lagoon é praticamente movida a isso, tem umas plataformas giratórias que funcionam parecido com aquela Bey Blade da Marble Garden, blocos que aparecem/desaparecem herdados do Megaman, mas usados de uma maneira diferente formando caminhos que você tem que seguir rápido o suficiente e não memorizar quando eles aparecem/desparecem, um power-up lá que deixa a Lilac mais forte podendo mandar um projétil e usar o Rocket Knight duas vezes. Na Battle Glacier tem uns blocos que vão se formando na medida em que você corre, também têm uns puzzles bem criativos especialmente no fim da fase. A Sky Battalion tem três "naves" diferentes que você pode escolher ir na ordem que quiser, cada uma com seus próprios desafios e um miniboss diferente no fim... O pessoal realmente se esforçou em conseguir trazer coisas relevantes a um platformer 2D novo nessa época onde quase tudo já foi feito.

Porra, essas fases são tão divertidas que eu nem sequer reparei que a maioria delas duram mais de 5 minutos. O ambiente muda nas transições, as gimmicks e o level design se mantêm consistentemente bons do começo ao fim e... Ok... Ok... Eu não gosto de todas as fases desse jogo...

Apesar de eu gostar da maioria, tem sempre aquelas fases ou trechos de fase que ou me matam de tédio ou então me dão vontade de enfiar um cabo de vassoura no rabo do responsável pelo level design delas. Freedom Planet tem o começo da Relic Maze que é basicamente "Vá até o lugar sem saída e ative o botão, depois faça backtrack e aí repita a mesma coisa numa área diferente". E a fase em si não é exatamente aberta, os caminhos são beeeem mais lineares do que o normal desse jogo e fazer backtrack neles não é nada além de encheção de linguiça pra deixar a fase mais longa. Só que eu perdoo essa porque a segunda parte nas cavernas lá é muito boa.

Já a Thermal Base é realmente um saco... Ela é mais longa do que deveria ser e praticamente se resume a ficar indo até o local sem saída pra pegar keycards e voltar pro lugar anterior que antes tava com uma porta trancada, então abrindo ela com o keycard... Mas nada se compara ao começo da Final Dreadnought Part 2... A Final Dreadnought em si é uma fase final foda pra caralho, é aquele clássico caso de botar tudo o que você aprendeu em uso e ter tudo o que tinha nas fases anteriores além das suas próprias armadilhas perigosas também. Mas o começo da parte 2 é horrível porque é cheio daqueles soldados do Brevon que demoram demais pra morrer, causam danos altos e te seguem, você é forçado a lutar contra eles em certos momentos e sem nenhum checkpoint ou cápsula de cura no meio disso tudo... Tenha em mente que passar da parte 1 dessa fase dura no mínimo uns 3 ou 4 minutos. E se por acaso você morreu pertinho do final dessa parte, é lá de volta pro começo da fase. Por que? Isso é inconsistente com o resto do jogo que tem uma quantidade decente de checkpoints e nunca te fez ter que encarar uma porrada de inimigos ridiculamente fortes pra serem enfrentados em grupo.

Meh... Pelo menos o resto da Final Dreadnought é ótimo, a luta final contra o Brevon é bem intensa, ele é rápido e pode te matar em questão de segundos, e dá pra evitar a maioria dos ataques dele se você tiver reflexo bons e pegar o padrão. Aliás, a maioria dos bosses desse jogo são mais ou menos assim, eles são bem desafiadores e em alguns casos soltam uns ataques que qualquer descuido seu que te faça ser atingido por eles praticamente resulta na sua morte. Uma coisa legal é que em alguns bosses os outros personagens aliados aparecem pra te ajudar, por exemplo no boss da Fortune Night que é o Serpentine num robô onde a luta funciona como se fosse Sonic Advance 2, depois de um ponto a Carol aparece com a moto dela e começa a atacar ele enquanto a Milla e o Torque sobrevoam de avião e ela fica jogando uma daquelas cápsulas de recuperar vida lá. Só que nem todos os bosses são divertidos, alguns como as lutas contra o Dail ou aquele boss intermediário da Battle Glacier são muito longos e repetitivos demais pra durarem o tanto que eles duram.

De resto... Tem as cartas que dão concept arts que eu falei e dá pra ouvir uns bloopers da dublagem segurando baixo + C (botão de ataque especial) durante algumas cutscenes depois de ter terminado o jogo pela primeira vez. É engraçado ver os personagens sendo animados como se eles tivessem cometido as falhas dos dubladores também. De conteúdo adicional fora as personagens jogáveis, é basicamente isso mesmo, mas vai vir mais na atualização aí e provavelmente vai ser o suficiente pra completar esse jogo apropriadamente.

Essa dublagem...


Eu não consigo encontrar palavras pra expressar o quanto eu gostei da trilha sonora desse jogo, ela captura perfeitamente o espírito dos jogos dos anos 90 nos quais ele se inspira. As músicas são bem diversificadas, têm as mais pop como a da Jade Creek 1, Aqua Tunnel 1 e 2 que se encaixariam perfeitamente em uma zona de Sonic CD, as mais atmosféricas como as da Dragon Valley ou da Thermal Base, as mais agitadas e "aventurosas" como a Relic Maze 2 e a da Sky Battalion... E tem as músicas de bosses também que são ótimas, especialmente a da luta do boss intermediário da Battle Glacier (e também toca na luta com o Serpentine encapetado) que é tão dramática que parece que a sua vida tá realmente dependendo dessa merda.

Praticamente todas as músicas desse jogo são memoráveis, e eu nem esperava muita coisa porque normalmente acaba parecendo "tryhard" demais quando tentam fazer essas músicas estilo video games dos anos 90. Mas nesse caso, a trilha sonora é realmente boa pra diabo e digna de estar em um jogo oficialmente lançado naquela época pro PS1 ou pro Sega Saturn.

É uma pena que eu não posso dizer a mesma coisa da dublagem... Basicamente, os personagens bem dublados desse jogo são a Lilac, o Brevon e o Serpentine. O resto vai de inofensivo a horrível, acidentalmente "emulando" uma dublagem de um jogo dos anos 90 como Megaman X4, mas ainda assim não sendo tão ruim quanto. Apesar que alguns dubladores chegam bem perto disso, a Neera e o General Gong são de longe os piores... Sabe quando uma pessoa tá conversando com você tentando imitar o tom em que uma outra pessoa que ela conhece fala, mas fazendo isso de maneira tosca porque é uma imitação? Então... A diferença entre isso e a dublagem da Neera e do General Gong é que nesse caso eles estão fazendo isso seriamente.

Considerações finais

Apesar de certamente não ser perfeito... Freedom Planet é um jogo que me agradou mais do que tinha qualquer direito de fazê-lo. Deve ser porque eu peguei esse jogo pra jogar sem qualquer expectativa, pensando que ia ser o jogo mais vergonhoso pelo qual eu teria que passar esse ano, mas no fim das contas eu realmente gostei. Poucos Platformers se importam em dar atenção pros seus enredos, mas Freedom Planet escolheu tentar contar uma boa história fazendo bom uso do universo que o jogo apresenta e... Bem, apesar de nem sempre ele conseguir fazer isso direito, eu admiro a decisão em si.

Eu nem preciso falar que quem gosta de Sonic certamente vai gostar de Freedom Planet, né? O gameplay é similar, os personagens possuem estilos parecidos apesar das duas coisas ainda serem distintas uma da outra, a estrutura das fases também tem uma certa semelhança apesar de Freedom Planet ser um pouco mais linear, além dele pegar umas inspirações de outros jogos do Mega Drive também. Freedom Planet basicamente faz com jogos do Mega Drive o que Shovel Knight faz com os do NES. Só que nesse caso, Shovel Knight é um pouco melhor porque ele mantém os problemas dos jogos dessa época do NES ao mínimo enquanto Freedom Planet algumas vezes até acentua esses mesmos problemas que praguejam esses jogos nos quais ele se inspira. Mas no geral, esse jogo se sai muito bem no que se propõe a fazer.

Então por mais que eu tenha tido minhas frustrações, Freedom Planet ainda foi um jogo que me levou de volta pro passado de uma boa maneira. E a coisa mais triste é que esse é o melhor jogo do Sonic que saiu esse ano, mesmo não sendo exatamente um jogo do Sonic, o que só torna a situação mais grave ainda...

Prós:
+ Gameplay baseado em Sonic, porém com mecânicas únicas.
+ Combate satisfatório apesar de simples.
+ Esse jogo faz gameplay alternativo da maneira certa.
+ Level design excelente.
+ A maioria dos bosses são bem empolgantes.
+ História boa pra padrões de Platformers.
+ Trilha sonora fantástica.
+ Gráficos deslumbrantes.
+ Esse lance dos Bloopers foi legal, admito.

Contras:
- Física com selo Sonic 4 de qualidade.
- Nem todos os bosses são exatamente divertidos.
- As fases mais lineares podiam ser melhores.
- Quando a dublagem fica ruim, ela fica ruim pra caralho.
- Ehhh... Apesar da história ser decente, alguns diálogos me deixaram meio envergonhado.

Gráficos: 10/10
Enredo: 7/10
Gameplay: 8/10
Som: 10/10
Conteúdo extra: 7/10

Veredicto:

{ 26 comentários }

  1. Fui eu que te mostrei esse jogo no site da SAGE no MSN, mas você ficou de frescura falando "ai credo não vou baixar jogo de fanchar se ta loko" :v

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    1. nem todo original the character é uma bosta. ah os recolors e tals , mas a muitos que vc acaba gostando

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    2. Eu sei, mas você julga demais as coisas antes de experimentar, devia parar com isso ou pelo menos não fazer demais.

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  2. porra, quando eu vi a imagem eu pensei que era um novo sonic

    kkkkkkkkkkkkk

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  3. Poxa Ryu, nem todo jogo baseado em Sonic usando personagens originais é um Josef the Hedgehog da vida XD

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  4. Desisti de zerar esse jogo por causa da Dreadnought 2 msm

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  5. Teetei comentar antes mas deu pau aqui! Enfim, valeu pela análise. Eu tava pensando em pegar esse jogo porque de fato ele parecia promissor, mesmo sendo um jogo de Original The Character.

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  6. Tá bem caro esse jogo na Steam ein

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    1. O que por si só não diz muita coisa, infelizmente...

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  8. "a Kingdom Stone é roubada por um sujeito chamado Spade que parece um fanchar de Sonic que eu faria nos meus 12 anos de idade."

    Melhor quote desse post

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  9. Eu já achei todos os designs dos personagens toscos e a história um cocô, mas pelo menos gostei da gameplay e do resto.

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  10. Ai, Ryuster das galaxias, você pretende fazer uma análise do Destiny??? Estou louco para ver você estourar o champagne na cara desse jogo...

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    1. Eu até tinha um pequeno interesse, mas ele se foi completamente quando eu descobri que esse jogo é focado em multiplayer.

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  11. imagina que loko um crossover do sonic com esse jogo

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  12. O_O
    Caramba Ryu,suas análises estão muito grandes!

    Vou ter que marcar pra ler depois,porque vou ter que dedicar um tempão pra ler ela.

    Abraços fera

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  13. Achei meio sem graça a Milla [SPOILER]não morrer no final[/SPOILER], já que o criador desse game queria ser edgy e até botou uma cena de tortura no meio disso, podia ter matado ela que o jogo terminaria num ar melhor de "Derrotei o vilão, mas ele deixou sua marca". Apesar disso, também gostei desse jogo, só aguardo a atualização agora.

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  14. passei a final dreadnought 2 toda de primeira

    git gud

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  15. Ai como eu ADOOORO quando você fala mal de uma coisa antes de jogar e depois acaba mordendo a língua, faça isso mais vezes. EUAHEUIOAHOEOIUAHE

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  16. A música da fase nas fortalezas aéreas la me lembrou a do Storm Owl do Mega Man X4

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  17. Por que esse jogo ter física ruim é aceitável e o Sonic 4 Episode 1 não?

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    1. 1- Isso não é um jogo do Sonic, portanto não tem obrigação de ter física que nem a dos jogos do Sonic. Sonic 4: Episode I não só é um jogo do Sonic como é supostamente uma sequência dos jogos clássicos, ele não só tinha que ter uma física pelo menos decente como no máximo devia ter alguma similaridade nesse aspecto... E não tem.

      2- O level design desse jogo não faz tanto uso da física, na verdade ele te dá umas breves oportunidades de usar isso com o Cyclone ou o rolamento da Carol e consegue fluir melhor do que Sonic 4: Episode I que tem fases que eram pra ser jogadas com a física dos clássicos em mente, mas como a física do jogo é uma merda eles encheram tudo de boost pads. Sonic 4: Episode I não flui quando você tenta sair das partes automáticas e jogar, Freedom Planet flui porque ele não tenta ser completamente um jogo do Sonic.

      3- Mesmo assim a física desse jogo ainda é melhor que a do Episode I, pelo simples fato de que dá pra você usar ela de certa forma e os personagens têm algum tipo de peso quanto aos controles.

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  18. Não que esse jogo seja ruim, mas achei ele bem fraquinho pra algo que sempre comparam com os Sonics 2D e uns dizem até ser melhor. Primeiro porque eu achei o design das fases pros vários personagens super mal planejado, quase todas as telas parecem ter sido criadas pra ser jogada com a Lilac; e quando você joga com a Carol tem partes que ficam muito mais difíceis porque você não tem o golpe especial da Lilac ou ficam muito mais fáceis porque dá pra quebrar o jogo com a moto dela que gruda na parede. Pior ainda é jogar a campanha toda com a Milla, todas as fases tirando a primeira que é exclusiva dela foram criadas pra jogar com as outras personagens que tem jogabilidade mais focada em ação, botar uma personagem defensiva com jogabilidade criada pra algo mais puzzle é horrível; parece que eles terminaram as fases planejando só a Lilac pra ser jogável só que depois decidiram colocar mais personagens sem tentar adaptar as fases pra cada um.

    Outra coisa que me incomoda é que, eu não sei se tu percebeu, mas se você tirar a velocidade do Freedom Planet, o jogo vai mudar pouca coisa, porque o jogo não trata ela como parte do design dele e sim só uma coisa que você pode conseguir facilmente usando o boost da Lilac. É diferente do Sonic que tem velocidade e as fases são montadas com base nessa velocidade, com o desafio de manter a sua velocidade e usar ela pra acessar caminhos diferentes, entende? Velocidade no Sonic é vital e dá uma sensação boa quando você fica bom no jogo e consegue ir rápido o tempo todo; no Freedom Planet não é assim porque o jogo não tem nada a ver com velocidade, ela só existe aí porque o jogo queria dar uma de Sonic sem entender por que a velocidade é importante no Sonic, aí correr rápido no Freedom Planet é uma coisa até legalzinha, mas vazia e que não faz muita falta e nunca é necessária dentro do jogo.

    Mas eu repito, Freedom Planet não é ruim. É um bom jogo e com certeza diverte, mas pra merecer essas comparações com Sonic, ainda tem muito caminho pra andar pela frente.

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