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Postado por: Ryu sexta-feira, 9 de maio de 2014

Ok, não foi esse ano, mas quem sabe no próximo eles anunciem? Estou esperando...
Pessoal, me respondam: Quem aqui já jogou algum jogo e gostou tanto dele que mal pode esperar pra ter uma sequência? Todo mundo, né? Mas e quando a probabilidade de tal jogo ter uma sequência é quase nula por várias circunstâncias desde problemas com a desenvolvedora até vendas baixas? Não dá uma vontade de chorar, fazer uma franja gay com seu cabelo, se vestir todo de preto, cortar os pulsos, colocar um fone de ouvido com Linkin Park tocando no volume máximo e ir sentar no canto enquanto você chora?

Eu felizmente não cheguei a fazer isso aí que eu acabei de descrever, mas vocês eu já não sei...

Enfim, já aconteceu tantas vezes de eu jogar um jogo bom que eu quero muito que haja uma sequência pra depois resolver googlear um pouco as coisas e ler histórias deprimentes sobre como isso está distante de se tornar realidade... E aí eu acabo ficando realmente chateado porque eu tive uma "ligação" tão especial com o jogo que eu torcia pra que houvessem sequências ou que até se tornassem séries grandes!

Pois é, infelizmente a vida é mais triste do que parece e até mesmo franquias que antes eram grandes agora estão praticamente mortas, com pouca ou nenhuma chance de terem alguma continuidade por vários motivos diferentes. Agora vou falar dos jogos ou franquias que eu realmente queria que tivessem continuidade, porém tenho quase certeza absoluta de que não terão... O que me entristece, mas ok, eu ainda estou no começo do post e não posso começar a chorar agora... Snif!

SPOILER: Sonic Adventure 3 não estará nessa lista.


10ª posição: Bulletstorm 2

Eu não sou muito de jogar FPS, todo mundo que acompanha isso aqui sabe disso... Mas Bulletstorm é um dos jogos desse gênero que eu terminei mais vezes do que o necessário, porque esse jogo é divertido pra caralho e diferente de qualquer FPS que eu joguei até hoje! Eu não consigo dizer o quão satisfatório foi usar o sistema de Skillshot e o Leash pra puxar os inimigos pra mim enquanto eu os mato de qualquer forma que me der na telha usando quase todas as áreas perigosas dos cenários e sou recompensado por isso com pontos que eu gasto pra arranjar mais armas ou upgrades únicos pra aumentar ainda mais as possibilidades de matança criativa... É um jogo que te incentiva muito mais a sair matando todo mundo ao invés de só ficar em coberturas e atirando em horas convenientes como a maioria dos outros FPS.

Apesar de não ser exatamente essencial, a história de Bulletstorm também era divertida de acompanhar pelo humor que satiriza vários estereótipos de jogos de guerra e o fato dos personagens serem bastante carismáticos, especialmente o protagonista, Grayson Hunt, que é uma máquina de one-liners bregas que faria o Duke Nukem sentir orgulho. Mas ok, o ponto a que eu quero chegar é que Bulletstorm realmente precisa de uma sequência, o próprio final do jogo é um cliffhanger que indica uma sequência óbvia!

Pois bem, o que aconteceu foi que Bulletstorm originalmente teria uma sequência e a Epic Games começou a trabalhar nela em certo ponto junto com a People Can Fly que desenvolveu o primeiro jogo... Porém, Bulletstorm 2 foi cancelado antes mesmo de ter sido anunciado, o motivo disso foi que as vendas de Bulletstorm não foram altas o suficiente pra convencer a EA de que uma sequência, e pra piorar as coisas, a versão de PC do jogo vendeu muito mal por causa da pirataria que é bem grande na área do GLORIOUS PC GAMING MASTER RACE... Ou ao menos era bem maior em 2011 do que agora.

Resultado: Bulletstorm 2 cancelado, os desenvolvedores bem que queriam fazê-lo, mas eles não lucraram muito com o primeiro e provavelmente não lucrarão com esse também. Porque afinal de contas, pra que tentar algo original e novo se você pode copiar Call of Duty ou God of War e vender milhões? É compreensível, porém eu realmente fico emputecido quando lembro que Bulletstorm nunca terá uma sequência porque os jogadores de hoje em dia têm um gosto equivalente à uma privada.

Aliás... Eu já falei isso antes, mas não é "falta de inovação" e sim os próprios jogadores que estão matando o mercado de jogos hoje em dia, mas isso eu vou deixar pra elaborar outro post.

9ª posição: Kingdoms of Amalur 2

Kingdoms of Amalur foi um Action RPG ocidental que teve o sistema de combates que muitos outros RPGs ocidentais sonharam em ter: Rápido, eficiente, profundo e variado. Dá pra fazer correntes de combos absurdas só alternando entre ataques normais e as habilidades especiais que o protagonista (no meu caso, botei o nome dele de WesleySafadão, mas você bota o que quiser) vai adquirindo no decorrer do jogo... O WesleySafadão só era inferior ao Dante Sparda porque ele infelizmente não sabia pular pra poder fazer aqueles combos aéreos lokões das linguiça lá que o Dante fazia.

E claro, Kingdoms of Amalur tem uma história também, mas não é a coisa mais original do mundo em maior parte: O seu personagem é um cara que morreu antes numa guerra entre o bem e o MAAAAAL e agora acaba de voltar da vida porque é o "escolhido" pra botar um fim em toda a influência do MAAAAL sobre o mundo e derrotar o líder das forças malignas: Um sujeito sinistro chamado Gadflow.

É, a história não fica muito mais profunda do que isso, mas ok, serve pra eu jogar... É uma história melhor do que as que o Motomu Toriyama escreve afinal de contas... E o resto do gameplay do jogo, apesar de ser cheio de paredes invisíveis por toda a parte e não te permitir pular, era bem polido, funcionava perfeitamente e você fazia tudo o que faria num RPG normal: Interagir com NPCs, comprar itens, fazer upgrades, quests, bla bla bla.

Mas a história por trás de Kingdoms of Amalur no entanto é bem... Triste. O jogo foi um sucesso de crítica, recebeu notas bem altas na maioria dos sites em que foi avaliado, especialmente pelo seu combate único... Só que se boas notas fossem o suficiente pra um jogo ser totalmente bem-sucedido, os jogos do Tim Schafer seriam sucessos absolutos. Mesmo com os elogios, Kingdoms of Amalur teve vendas baixas e lentamente chegou a 1 milhão de cópias vendidas... E isso não foi o suficiente pra 38 Studios lucrar, afinal o investimento que eles fizeram no jogo foi relativamente alto e esperavam que ele vendesse pelo menos 3 milhões.

Eu não sei bem o porquê disso ter acontecido, talvez porque o jogo tinha uns conceitos meio genéricos fora esse combate... Mas o resultado foi que a 38 Studios foi à falência e o seu fundador, Curt Schilling, teve que vender quase tudo o que tinha em sua casa pra pagar o prejuízo que isso tudo lhe causou, o que significa que as chances de Kingdoms of Amalur ter uma sequência são as mesmas do Noel Gallagher parar de falar bosta pra attwhorar e não ser esquecido como a bandinha Beatles wannabe escrota que ele tinha foi.

Ou seja: Nunca vai acontecer.

8ª posição: Comix Zone 2

Comix Zone é um Beat 'Em Up altamente caralhudo pro Mega Drive que infelizmente foi lançado na pior época possível pra um jogo ser lançado: No fim da vida do console! Todo mundo sabe que a maioria dos jogos que vêm no fim da época dos seus consoles dificilmente vendem bem, exceto se forem títulos de franquias grandes, o que Comix Zone não era já que seria o primeiro jogo duma franquia nova surgindo naquele momento.

E realmente, Comix Zone tinha um potencial gigantesco pra se tornar uma nova franquia, pois era um jogo com identidade própria! Você está na pele de Sketch Turner, um cara que escreve/desenha HQs, luta Kung Fu, tem uma banda de Rock e provavelmente deve conseguir bucetas com a mesma facilidade que meu cachorro zerou God of War II enquanto estava vivo... Resumindo: Sketch Turner é tudo o que você queria ser, porém não pode porque fica com essa bunda gorda na cadeira do PC e se recusa a sair pra se socializar.

... Assim disse o cara que faz posts em um blog de jogos de madrugada.

Então, certo dia, Sketch acabou sofrendo um acidente que fez com que Mortus, o vilão da HQ que ele escrevia fosse pro mundo real e jogasse Sketch pra dentro da sua própria HQ pra que ele possa matá-lo lá dentro e assim conseguir um corpo real com poderes e tudo no mundo real... Não faz muito sentido, mas ok. Então pelo jogo, você guia Sketch por várias missões dadas pela agente Alissa Cyan até chegar na última fase onde você enfrenta o próprio Mortus.

Comix Zone era um Beat 'Em Up bem feito pra sua época já que não era muito button masher e você tinha que usar o D-Pad pra alternar entre socos, chutes altos/baixos e rasteiras, pois se você ficar na mesmice, os inimigos vão sempre bloquear seus ataques e contra-atacar. Só que não é só isso, o jogo também tenta ser Platformer em certas ocasiões (apesar dos controles de pulo serem bem ruins pra esse tipo de coisa) e têm puzzles simples, porém divertidos, era um título ambicioso que tentava fazer várias coisas ao mesmo tempo e se dá bem com a maioria dessas. Além de, claro, a direção artística única que parece uma HQ interativa com direito a onomatopeias e Sketch pulando entre os quadros da HQ.

Só que... Pois é, Comix Zone não vendeu bem pelo motivo já citado antes, e assim como Bulletstorm, o final do jogo (o final bom ao menos) indicava uma sequência que nunca existiu e certamente nunca existirá. Pois a Sega não deve nem lembrar de Comix Zone mais e provavelmente se lembrar e resolver fazer uma sequência, provavelmente vai ser um cu assim como Golden Axe: Beast Rider. E é mais improvável ainda que façam uma sequência hoje em dia já que os jogos da Sega pra console não vendem mais tão bem quanto nos anos 90, a única coisa deles nesse departamento que ainda vende bem é Sonic... E você sabe como eles fariam pra reusar esse conceito de Comix Zone hoje em dia...

NOVO JOGO: SONIC COMIC BOOK SERIES FEAT. SKETCH TURNER & KNUCKLES

Porque a Sega tem usado ideias que poderiam ser até aplicadas em franquias novas em Sonic há tempos, já que é a única coisa deles que vende bem, e isso aí não seria legal.

E falando em franquias esquecidas da Sega...

7ª posição: Streets of Rage 4

Eu já disse que Streets of Rage é melhor que Final Fight? Se já, vou repetir: Streets of Rage é melhor que Final Fight. E se você discorda disso, é porque gosta de receber visitas pela entrada dos fundos!

Ok, deixando a brincadeirinha de lado (mas é verdade mesmo), quando eu não estava jogando os jogos do Sonic no meu Mega Drive, eu estava jogando Shinobi III, Golden Axe ou algum Streets of Rage, e na maioria das vezes era a terceira opção. Eu amo essa série porque ela é uma das poucas de Beat 'Em Up que têm um enredo realmente bom, ainda que não muito original, mas fica cada vez mais robusto a cada jogo.

No primeiro, era apenas sobre Axel, Adam e Blaze, três jovens que lutam contra o crime em uma cidade dominada por Mr. X, o poderoso chefão que transformou essa cidade num lugar caótico cheio de bandidos fazendo merda por toda a parte enquanto a polícia não tem mais tanta autoridade assim... Essa cidade é tipo o Brasil atualmente, só que menos pior. Então, nossos três heróis se juntam com as forças da polícia que decidiram lutar contra Mr. X e eventualmente derrotam o cara... Porém ele volta no segundo jogo com mais criminosos e sequestra Adam, assim Axel e Blaze têm que salvá-lo junto com dois novos personagens: Skate, o irmão do Adam e Max, um wrestler profissional que é... Bem... O Max. Eles derrotam Mr. X de novo e salvam Adam, ok.

Aí no terceiro Streets of Rage isso já vira uma história bem mais madura e sombria com direito à bombas espalhadas por aí na cidade que podem causar uma explosão catastrófica e destruir tudo, suspeitas de que o Mr. X está envolvido nisso (obviamente ele está), uma tecnologia bizarra envolvendo robôs-humanos, o general da polícia foi raptado e a culpa estranhamente caiu no Axel... É tudo uma bagunça cheia de mistérios no começo e depois vai se desenrolando com um ritmo rápido que mantém as coisas interessantes, e ao contrário dos outros, nesse jogo a história muda dependendo das suas ações nas fases e isso pode levar a até três finais alternativos.

Mas não, não é só a história, o gameplay também é bom e não deve nada pra Final Fight que era a franquia "rival" da época. Cada personagem tinha atributos especiais que os tornavam diferentes uns dos outros, Axel é o "balanceado", Blaze é fraca fisicamente porém rápida, Adam é lento porém forte... E os outros personagens que aparecem nos jogos seguintes como Skate, Max e Zan são uma mistura desses status, todos eles são únicos da sua própria forma e têm seus ataques especiais que foram introduzidos essencialmente no segundo jogo da série e carregados pro terceiro que tinha um sistema de evolução pra eles... Quem não se sentia badass fazendo o Axel dar um gancho de fogo pra cima gritando "GRAND UPPAH!", hein?

E como eu posso deixar de mencionar a fantástica trilha sonora da série composta pelo Yuzo Koshiro? Essas músicas foram tão bem recebidas na época que o próprio Yuzo foi chamado pra várias casas noturnas pra tocá-las como DJ nas festas.

Só que após o terceiro jogo da série, a Sega meio que largou Streets of Rage de lado sem nenhum motivo aparente... A única coisa que sabemos é que a Sega chegou a fazer um protótipo de Streets of Rage 4 que inclusive seria um salto da série pro 3D, porém eles o cancelaram por motivos desconhecidos até então e aí a franquia caiu no esquecimento. Hoje em dia ao menos temos Streets of Rage Remake, um jogo feito por fãs que a Sega tentou derrubar porque provavelmente ficou de bunda doída por ver que um monte de random consegue fazer melhor do que eles hoje em dia, mas não conseguiram.

E se você ainda não jogou essa delícia de jogo, procura no Google aí e baixe... Agora, anda, porra! Acha que eu tô brincando? Vai logo!

6ª posição: The Legend of Dragoon 2

Porque eu não sou eu sem mencionar algum JRPG numa postagem que fale de jogos em geral, mas não é Final Fantasy dessa vez, até porque eu não consigo pensar em nenhuma sequência de Final Fantasy que eu realmente queira, mas ok... Foda-se isso. O JRPG dessa vez é o clássico cult da Sony: The Legend of Dragoon!

Eu lembro que comprei esse jogo numa época em que eu estava com sede de JRPGs após jogar Final Fantasy Tactics, Final Fantasy VII, Chrono Trigger e Grandia... Então eu perguntei pro cara da loja se tinha algum RPG bom vendendo lá agora, então ele me mostrou The Legend of Dragoon que foi meio caro por ser um jogo de quatro discos, mas eu o peguei porque tinha um nome legal e a capa parecia promissora... Sim, eu julgava jogos pela capa na época, apesar que isso não influenciava muito no fim das contas já que eu joguei um monte de jogos com capas toscas.

Então... Por que The Legend of Dragoon merece uma sequência? Porque foi um jogo feito pra bater de frente com Final Fantasy na época e conseguiu tal feito... Em termos de qualidade ao menos, já que as vendas foram consideravelmente mais baixas. Mas esse jogo não tentava imitar Final Fantasy completamente também, o sistema de batalhas em especial é bem diferente e contava com um esquema de ataques onde você tinha que apertar o botão no controle no momento certo pra que seus personagens executem combos que vão se estendendo na medida em que eles evoluem.

Sim, parecido com Super Mario RPG, porém The Legend of Dragoon é bem mais rígido com isso e o seu timing com esses ataques tem que ser muito bom, caso contrário você não vai conseguir causar muito dano nas batalhas... E isso ironicamente tornou esse jogo alvo de muitas críticas na época porque ele era bem exigente com esse timing, porém eu creio que isso seja só uma questão de prática até você já pegar o jeito, o que pra mim demorou... 10 minutos.

Existem outras coisas como as transformações dos Dragoon Spirits de cada personagem que possuem animações bem legais, com cada um tendo sua própria habilidade especial e estilo de ataque nas batalhas, ítens multi-uso e mais uma porrada de coisas. E sim, os outros elementos presentes em JRPGs estão aqui: Vários personagens com atributos/armas próprias, exploração, sidequests, dungeons, cidades, etc.

The Legend of Dragoon também tem uma história muito boa por sinal, protagonizada por Dart, um mercenário que está atrás de uma criatura misteriosa que matou a sua família e destruiu sua cidade natal, até que nosso herói se tromba com uma situação mais perigosa sobre uma raça que vai dominar a Terra e apenas ele e outros escolhidos pelos Dragoon Spirits podem salvar o planeta... Isso o leva a entrar numa jornada, conhecer outros personagens e conflitos no meio disso enquanto tudo se desenrola. Apesar da história em si não ser exatamente original (convenhamos, raramente alguma história de RPG é), ela é muito bem contada, não só Dart como a maioria dos outros personagens são extremamente carismáticos, possuem personalidades fortes, motivações bem apresentadas e um desenvolvimento bom.

Sim, eu sei por que The Legend of Dragoon teve vendas baixas, assim como a maioria dos JRPGs da época, foi ofuscado porque Final Fantasy era a franquia mais popular até então e os outros jogos não podiam competir com essa série em vendas... E não ajuda muito também que esse jogo em particular teve uma recepção bem misturada na época por causa da curva de aprendizado dos comandos e, de acordo com alguns reviewers, falta de "alma", seja lá o que isso for... Enfim, hoje em dia reviews retrospectivos foram muito mais favoráveis com o relançamento de The Legend of Dragoon na PSN em 2010, vários sites o citam como parte dos melhores jogos da biblioteca do PS1 e até desde a época esse jogo foi adorado pelo público que pêde jogá-lo, ele conquistou uma fanbase relativamente grande se for olhar bem.

Por que a Sony não faz alguma sequência ou sucessor espiritual de The Legend of Dragoon? Bem... Não sei, poderia ser interessante já que as pessoas começaram a gostar mais com o relançamento, mas talvez também seja porque a história do jogo não fica muito aberta pra sequências... Ao menos não protagonizada pelos mesmos personagens e se passando no mesmo mundo, eu acho... Mas nada impediria de criarem uma sequência como Chrono Cross, que era protagonizadas por personagens diferentes e, apesar de tudo lá ter relação com os eventos do antecessor, é um aventura diferente ao todo.

Bem... Eu sei que provavelmente não vai acontecer, mas bem que podia.

5ª posição: Megaman 11

Eu acho que você esperava mais um "Megaman X9" aqui, mas... Eu não acho que realmente seja necessário que Megaman X tenha mais continuidade, era pra série ter acabado no X5 pra início de conversa! Os jogos do X6 pra frente são todos fruto da ganância da Capcom que estava afim de mais dinheiro e tomou na jabiraca porque nenhum desses jogos pós-X5 vendeu tão bem assim, o que foi um dos fatores que levaram eles a largarem Megaman de lado depois.

Então... Após maratonar os jogos do Megaman clássico e conhecê-los melhor, eu ia preferir que fosse lançada uma continuidade pra Megaman 10, que admitidamente não foi lá essas coisas e era inferior ao 9 em tudo, mas não teve nenhum final conclusivo de verdade pra série clássica que a encaixasse com  Megaman X na linha do tempo geral. Um outro jogo do Megaman clássico que fizesse essa conexão e desse um final definitivo à série seria legal, e eu não acho que eu precise falar o porquê dessa sequência ser necessária, né? É Megaman, caras! Quem não gosta de Megaman? É sempre legal poder jogar um jogo novo do Megaman que tenha mais armas criativas e talvez até alguma inovação como um armadura inédita ou algo do tipo, basta os desenvolvedores botarem esforço no que fazem.

... Mas não, eu não iria querer um Megaman 11 em 8-bit porque eu já disse que isso era um retrocesso idiota que eu só aceitei com Megaman 9 porque era meio justificável pra época... Mas com o 10 não tinha desculpa! Se for pra fazer Megaman 11, faça-o usando todos os recursos atuais possíveis pra ter um jogo totalmente polido e bonito de se olhar.

Só que eu sei que se depender da Capcom, não vai existir Megaman 11, nem Megaman X9 e muito menos Megaman Legends 3... É uma pena, mas pelo menos tem Mighty No. 9 que vai sair aí e parece ser um sucessor espiritual digno do nosso robô azul de pijama favorito, então espero que tudo dê certo pro Inafune lá e eles possam criar um jogo excelente pra depois esfregar na cara da Capcom até ela ficar deformada.

Eu já disse que odeio a Capcom, né? Por mim eles poderiam falir que eu não daria a mínima, esses lixos conseguiram estragar quase todas as franquias boas que tinham... Até Breath of Fire, anunciaram recentemente um sexto jogo da série e aí vai ser um joguinho de celular online que não tem absolutamente nada a ver com Breath of Fire.

Vá se foder, Capcom! Tomara que vocês quebrem logo e morram junto com as franquias que mataram!

4ª posição: Banjo-Threeie

Sim, eu espero por uma sequência de verdade de Banjo-Tooie, porque eu me recuso a reconhecer Nuts & Bolts como tal, aquilo lá é no máximo um spin-off ruim assim como Sonic 3D Blast ou quase qualquer outro spin-off terrível do Sonic que tinha na época do Mega Drive.

Muita gente pode reclamar que Banjo-Kazooie é só um jogo de "coletar coisas"... E é mesmo, porém se você olhar direito, Mario 64 também é um desses, aliás a maioria dos platformers 3D dos anos 90 eram assim! O que tornava Banjo-Kazooie e sua sequência bons era justamente o modo como as fases do jogo são projetadas, todas eram como "mini mundos abertos" com uma porrada de coisas pra descobrir, Jiggies pra coletar e avançar na história, mais um monte de coletáveis pra aprender transformações com o Mumbo ou pra destravar habilidades novas pra Kazooie... E isso era tudo divertido de se fazer por ser desafiador ao mesmo tempo, é aquele tipo de jogo que você quer explorar porque é agradável fazer isso nele, diferente de outros jogos aí que são horríveis e ainda por cima te forçam a explorar cada canto das fases pra achar itens necessários pra progredir, coisa que você faz SÓ porque quer progredir mesmo.

Além de que a série também foi conhecida por ter um ótimo senso de humor, o que tornava as histórias meio bobinhas divertidas de acompanhar por causa dos diálogos com ótimas sacadas e referências a outros jogos tanto da Nintendo quanto da concorrência.

O que aconteceu foi que a Rare inicialmente mostrou uma tech demo do GameCube pra mostrar o poder gráfico do console ou algo assim... E uma caralhada de jogos foram mostrados lá, até mesmo a boate Rock Solid lá do jogo do Conker, e... Uma pequena sequência que mostrava o que parecia ser um Banjo-Kazooie, com os dois sendo perseguidos por um monte de gente aí por sei lá qual motivo, e então daí começaram a surgir um monte de especulações do que eles vão fazer, acreditavam que um terceiro Banjo-Kazooie ia sair, afinal ALGUMA COISA tinha que sair daquilo!

Mas todo mundo já sabe o que aconteceu depois: A Rare foi comprada pela Microsoft e assim qualquer coisa que ela faria pro GC com suas franquias mais populares foi provavelmente cancelada... E assim eles produziram jogos pro primeiro Xbox e eventualmente cometeram Banjo-Kazooie: Nuts & Bolts. É bem possível que não haja um terceiro Banjo-Kazooie porque, em primeiro lugar, Nuts & Bolts vendeu mal, e em segundo a Rare praticamente não existe mais... Quase todo mundo da equipe antiga dela saiu e agora é só uma carcaça que finge que é alguma coisa, ela foi reduzida a ficar produzindo joguinhos toscos de Kinect pra Microsoft já que não tem mais nenhuma utilidade.

Trágico, não?

3ª posição: Klonoa 3

Klonoa sempre foi e provavelmente vai continuar sendo o meu platformer favorito do PS1... E eu sei que estou cometendo meio que um crime ao dizer isso quando normalmente o pessoal escolhe Crash como favorito, mas eu confesso que nunca fui muito fã de Crash... Não que eu não goste, eu respeito Crash bastante até, só que eu nunca tive aquela relação tão próxima com ele. Eu era mais de jogar Klonoa ou Gex: Enter the Gecko, porém mais Klonoa mesmo.

Pra quem não conhece (deveria se envergonhar), Klonoa é um jogo onde você controla o próprio personagem-título: Um viajante de sonhos que inconscientemente está destinado a viajar pra vários mundos formados por sonhos de outras pessoas que estejam correndo perigo e salvá-los de tal perigo. Isso leva Klonoa a uma dimensão chamada Phantomile que é formada pelos sonhos de outras pessoas, lá ele conhece Huepow, um "espírito" que surgiu de um anel que ele encontrou numa floresta e passa a ser o sidekick dele durante essa aventura... E eventualmente isso tudo leva a uma treta com o vilão, um espírito das trevas chamado Ghadius que tem o objetivo de dominar Phantomile e transformá-la num local de pesadelos.

É uma história simples, e a da sua sequência também não é muito mais complexa que isso: Klonoa vai parar em um outro sonho, conhece novos personagens que o ajudam: Uma sacerdotisa chama Lolo e um cachorro chamado Popka E dessa vez Klonoa e sua turminha do barulho tem que lutar contra um novo vilão, nesse caso uma pirata chamada Leorina que está atrás dos poderes dos deuses dessa nova dimensão.

No entanto, essas histórias são boas por serem bem escritas o suficiente pra se manterem interessantes do começo ao fim sem parecer estar tentando ser algo mais profundo do que realmente é... E eu já disse várias vezes: Uma história não precisa ser complexa e nem "profunda" pra ser boa, Klonoa tem histórias boas porque os personagens são carismáticos, há vários momentos leves e intensos e ambos têm finais emocionais... Especialmente o primeiro.

O gameplay no entanto também é simples, é um sidescroller típico porém com um twist próprio graças à arma do Klonoa que permite que ele manipule e use os inimigos atirando Wind Bullets nele e os usando como projéteis pra dar pulos duplos e atirá-los uns nos outros, ele também conta com controles precisos e um glide similar ao da Dixie Kong ou qualquer outro personagem que possa aumentar o alcance de um pulo com isso. Os level designs são bastante criativos em seus desafios e gimmicks que dão variedade ao jogo, recompensam exploração com os Phantomilianos [?] prisioneiros espalhados pelas fases e em maior parte são desafiadoras, especialmente nas fases depois da metade do jogo que requerem mais habilidade. Klonoa 2 também não é muito diferente nesse aspecto, exceto que ele melhora tais mecânicas e tem umas partes de board, mas também era um jogo muito bem feito que fazia quase tudo perfeitamente.

O primeiro Klonoa teve um remake pra Wii que era basicamente o mesmo jogo com gráficos melhores, mas não adicionava muuuita coisa além de gráficos mais bonitos, até o remake era tão curto quanto o original, o que tornava isso meio inútil... Mas mesmo assim ainda foi bom poder jogar Klonoa de novo com uma cara nova pra quem tinha perdido no PS1.

Os dois Klonoa foram aclamados pela crítica e são considerados como alguns dos melhores platformers já feitos e a versão de Wii do primeiro também foi bem recebida... Porém eles venderam bem apenas no Japão, por aqui as crianças não acharam Klonoa edgy o suficiente pra chamar sua atenção, já que jogos bons são aqueles cheios de sangue e gore e tal. Então mesmo aparecendo em vários cameos por aí em jogos da Namco, Klonoa provavelmente nunca vai ter uma continuidade por não ter feito taaanto sucesso assim.

Ou... Bem... Talvez tenha, a Namco resolveu ressuscitar até o Pac-Man, então quem sabe?

2ª posição: Shenmue III

Porque é claro que eu não poderia fazer uma lista dessas sem citar Shenmue, a série com o maior cliffhanger de todos os tempos... E isso é bem mais complicado do que aparenta ser, tanto pra gente que espera Shenmue III quanto pra Sega que era a responsável pela série até abandonar a patente há um tempo atrás.

Shenmue foi uma experiência quase única pra sua época, era um jogo cinematográfico com QTEs bem implementadas, seções de ação/combate dignas de filmes de Hong Kong, um mundo aberto gigantesco e cheio de coisas, desde minigames de arcade até sidequests com histórias próprias que expandem o universo do jogo e desenvolvem mais os personagens... Isso foi um resumo bem curto porque se eu fosse falar de cada coisa que Shenmue tem e como o gameplay é ridiculamente vasto, já daria um artigo inteiro... Mas sim, foi um título extremamente ambicioso, sem nada igual na época e com visuais incríveis que até hoje são bonitos mesmo sendo de 14 anos atrás. Shenmue II também segue a exata mesma linha nesse quesito, ambos os títulos foram caros e grandiosos.

No entanto, o maior ponto de Shenmue é a história... Tudo começa com Ryo Hazuki, um jovem de 18 anos que praticava artes marciais com seu pai, Iwao, um cara que estranhamente parece o Segata Sanshiro... Ou talvez seja só viagem minha... Mas a vida de Ryo acaba de mudar pra pior quando um chinês maluco chamado Lan Di que está atrás de um artefato misterioso chamado Dragon Mirror invade o lar da sua família e mata Iwao. Com isso, Ryo embarca numa jornada pessoal pra Hong Kong jurando vingança pela morte do seu pai... Até que ele descobre que Lan Di é na verdade um dos quatro chefes de uma organização mafiosa chamada Chi You Men e procura não só o Dragon Mirror como um outro espelho complementar chamado Phoenix Mirror também com algum objetivo em mente que é tão misterioso quanto a função desses artefatos, e obviamente ele faz vários amigos e inimigos durante sua jornada e tanto esse jogo quanto Shenmue II têm plot twists até no rabo.

O problema é que Shenmue II termina num cliffhanger, mas também tem o fato de que não só o final fica sem ser resolvido como muita coisa no jogo ainda fica aberta... Por exemplo, Ryo sempre sonha e tem visões com uma garota chamada Ling Shenhua que vive longe e sempre aparece em vários posters e imagens do jogo, indicando que ela terá um papel grande na história... Mas ele só realmente a encontra perto do final de Shenmue II e não acontece muita coisa relacionada à ela nesse jogo, provavelmente no terceiro ela teria um papel maior já que Shenmue originalmente era pra ser uma trilogia. E pensar nisso tudo só me deixa mais chateado ainda com o fato de que Shenmue possivelmente nunca terá seu terceiro e último capítulo, eu gostei tanto da história dos dois jogos que eu fiquei maluco pra ver como tudo vai acabar!

E sabe por que provavelmente não vai haver um Shenmue III? Porque Shenmue vendeu mal e Shenmue II vendeu menos ainda, a Sega investiu uma caralhada de dinheiro nos dois jogos e não lucrou absolutamente nada com eles, o primeiro principalmente que era pra ser tipo um Zelda: Ocarina of Time do Dreamcast, e a resposta da crítica foi extremamente positiva, Shenmue e Shenmue II foram aclamados por vários reviewers e, apesar de sofrerem algumas críticas por causa do ritmo lento da história que admitidamente é um problema, cada simples aspecto fora isso foi unanimemente elogiado... Só que novamente, não adiantou muita coisa já que os jogos foram fracassos comerciais.

No fim das contas, a Sega abandonou Shenmue e ter ou não uma continuação depende unicamente de Yu Suzuki, o diretor dos dois jogos que já mostrou ter interesse em fazer Shenmue III, mas não tem como sem uma equipe e algum financiamento... Afinal os dois Shenmue foram jogos caros pra caralho e não faria sentido criar uma continuação com orçamento baixo, houve até um rumor de que ele vai começar uma campanha de crowdfunding pra conseguir dinheiro dos fãs assim como Keiji Inafune está fazendo com Mighty No. 9, mas nenhuma confirmação disso.

Eu não acredito mesmo que Shenmue vá ter uma continuação, mas se acontecer mesmo... Eu obviamente vou comprar e jogar porque é uma coisa que eu mesmo aguardo com ansiedade, mas até lá... Não vou elevar demais minhas expectativas com esses rumores pra evitar decepções fortes demais, e eu sugiro que você que também aguarda Shenmue III faça o mesmo, espere algum anúncio ou declaração oficial do próprio Yu Suzuki.

1ª posição: Conker's Other Bad Day

Talvez isso seja previsível vindo de mim, porque eu já mencionei várias vezes aqui que eu amo Conker's Bad Fur Day! Esse jogo é o meu platformer favorito de todos, tanto 3D quanto 2D e eu nunca consegui passar um ano inteiro sem ter zerado isso pelo menos uma vez, e eu nunca vou deixar de mencionar o quanto esse jogo é especial pra mim.

Apesar da arte sugerir algo infantil e cartunesco, inclusive o próprio Conker ser um esquilo tão bonitinho quanto qualquer personagem da Disney... Conker's Bad Fur Day é um dos jogos mais adultos e "nojentos" que existem, e isso foi bem chocante pra época especialmente vindo de um console da Nintendo, que até então era conhecida por lançar jogos mais leves. Esse jogo em particular tinha sangue, desmembramento, um cenário inteiro feito de bosta onde o boss é uma merda gigante que canta ópera, você podia ficar bêbado, mijar nos seus inimigos, acertar alguns bosses em seus "pontos fracos" que normalmente representam seus sacos escrotais.

A história era descontraída, cheia de piadas de duplo sentido ou até com um único sentido maldoso mesmo, com paródias de uma porrada de coisas da cultura pop da época, alguns personagens propositalmente irritantes e outros mais "sérios" como o vilão que é um rei pantera que precisa de uma perna nova pra sua mesa porque toda vez que ele coloca seu copo de leite nela, ela cai... É besta, mas a graça é essa, ele e o seu cientista particular arrumam uma solução complexa onde a perna da mesa pode ser substituída convenientemente por um esquilo vermelho de estatura média... Ao invés de só comprarem uma mesa nova.

E apesar do gameplay variado que tem uns momentos de controles meio desajeitados aqui e ali por limitações da época e da história... Esse jogo ainda é incrível e eu poderia recomendar pra qualquer pessoa, mas o ponto a que eu quero chegar é que ele tem um final bastante triste e pesado pra um jogo que passou quase o tempo todo me fazendo rir. Eu não posso falar como é o final aqui porque é um spoiler óbvio, porém ele não só é bem triste e passa uma mensagem bonita que eu carrego até hoje comigo como deixa o jogo mais do que aberto pra uma sequência.

E de fato, o jogo foi feito pra ter uma sequência... Digo, não inicialmente porque o final original seria bem mais sombrio e terminaria com o Conker se matando pelo mesmo motivo que torna o final de agora triste, mas isso foi modificado... Pra sequência que seria entitulada "Conker's Other Bad Day", e o Chris Seavor, que foi o criador da série, mencionou que até tinha um conceito pra primeira parte onde o Conker estava preso num castelo por ter sido um rei incompetente e precisava sair, então você o controlava com uma bola de chumbo acorrentada a seu pé até eventualmente fugir, se livrar dela e o jogo começar.

Porém isso nunca aconteceu, a sequência foi cancelada... Aí a Microsoft comprou a Rare, ok. Com isso a única coisa que tivemos foi um remake chamado Conker: Live and Reloaded pro Xbox, esse remake foi mal recebido pelos fãs por ter censuras a mais e um sistema de combate corpo-a-corpo meio questionável... Mas eu gosto dele, os controles continuam bons, a mira é até melhor do que a versão de Nintendo 64 e os gráficos são tão deslumbrantes que eu cheguei a pensar que era um jogo de Xbox 360 quando vi os vídeos... Ao todo eu prefiro a versão original, mas Conker: Live and Reloaded também é uma boa alternativa.

Mas sim, Conker's  Bad Fur Day e Live and Reloaded foram ambos bem recebidos pela crítica no geral, a versão de N64 foi aclamada na época por ser inovadora e juntar vários gêneros em um só sem tornar o gameplay monótono, além do humor também ter sido elogiado, e a de Xbox teve algumas críticas pelas censuras, mas nada forte demais. Ambos venderam bem também, mas acontece que a Nintendo já não aprovou que Conker deixasse de ser uma série leve como aquele velho protótipo chamado Conker 64 indicava pra virar um jogo mais adulto, então pode ser que eles mesmos tenham algo a ver com o cancelamento da sequência.

Eu acho isso uma puta retardadice, se Conker 64 fosse lançado daquele jeito, provavelmente não teria nem metade do charme porque ia ser só mais um platformer genérico com animais bonitinhos, e com fortes franquias baseadas nisso como Donkey Kong e Banjo-Kazooie... Será que Conker seguindo a mesma linha não seria alvo de críticas por não ser diferente dos outros? Pra mim isso foi a ideia mais genial que a Rare teve em toda a carreira dela, só é uma pena que a Nintendo seja cagona demais e tenha essa fobia de causar polêmica que predomina nela até hoje.

Enfim... O próprio Chris já disse que é quase impossível ter uma sequência de Conker's Bad Fur Day atualmente, e provavelmente é mesmo, é uma pena porque seria mais um platformer 3D numa geração onde a maioria deles se encontram em plataformas da Nintendo e ainda por cima seria um platformer 3D incrível! Porque nem todo platformer 3D lançado pro Xbox 360 ou pro PS3 foi exatamente bom... Pra falar a verdade eu tenho dificuldades em contar os que foram bons, mas tanto faz agora.

Só termino isso dizendo que se anunciassem um jogo novo do Conker pra Xbox One, você pode apostar seu rabo que eu daria um jeito de jogar isso nem se eu tivesse que comprar esse console só pra jogar esse jogo.

Agora perdoem-me, vou voltar pro meu canto e continuar chorando porque agora lembrei do quanto eu queria tais sequências e sei que provavelmente nunca as terei, quem sabe depois de uma bebida ou duas eu esqueça isso de novo. Até lá...

{ 40 comentários }

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    1. Half Life 3 já foi confirmado, não viu que a lista tem uma sequência "3" na 3ª posição???

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  2. Megaman X9 ia ser um jogo que vc controla o X e tem que dedurar pros policiais onde estão todos os traficantes da cidade

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    1. O último boss ia ser o traficante cara de trakinas?

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  3. o kra lembrou de Legend of Dragoon

    mah nigga

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  4. Comix Zone não tem uma sequência, mas tem um sucessor espiritual no PSP.

    http://en.wikipedia.org/wiki/Unbound_Saga

    Só que parece que não é tão bom quanto o original. :/

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    1. Não é mesmo, eu baixei a rom pra jogar no meu PSP e é oh... uma bosta.

      Só os gráficos que se salvam porque parecem uma HQ viva igual Comix Zone parecia.

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    2. Meh, não parece muito bom nos vídeos também.

      Eu passo.

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  5. eu ia ficar surpreso é se SA3 estivesse nessa lista

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  6. Só uma coisa, Ryu.

    A conclusão da história do Shenmue já foi revelada pelo Yu Suzuki, dá uma olhada aí
    http://www.joystiq.com/2011/03/07/mega64-and-yu-suzuki-reveal-shenmues-conclusion-at-last/

    Mas eu concordo que ainda precisamos da sequência, quero ver isso tudo no jogo mesmo.

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    1. Ah, isso aí eu vi quando saiu, mas acredite se quiser... Eu evitei de ler/ver porque ainda quero ver como a história termina em um jogo de verdade.

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    2. Eu vi porque sei que Shenmue não vai ter sequência mesmo, não vejo um porquê de levantar falsas esperanças.

      Além do mais, é claro que tudo o que é dito aí vai ter mais impacto em um jogo, isso é só um script.

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  7. Não vejo Star Fox na lista, não vejo credibilidade

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    1. Eu só gostei mesmo do de Nintendo 64 olhando bem, mas... Ok, esqueci mesmo.

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  8. Streets of Rage 3D?

    Eu já joguei Final Fight Streetwise o suficiente pra saber como isso vai acabar, ainda bem que foi cancelado.

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    1. Eu ia preferir em 2D também se houver uma sequência, mas... Imagine uma sequência 3D hipoteticamente boa.

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  9. Eu quero Brutal Legend 2 mas sem aquelas partes de RTS chatas

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  10. Bacana sua lista, realmente relembrar esses games e saber que nunca haverão sequências para eles, é motivo para fazer qualquer marmanjo chorar. Sempre tive vontade de jogar Shenmue, ouço falar muito bem dele, e do segundo também, só que por algum motivo eu acabo esquecendo de jogá-los ou simplesmente deixo para outra hora. Lembro-me que certa vez li uma postagem em um site na internet que explicava detalhadamente as causas do fracasso do Dreamcast, e no artigo dizia que o baixo retorno financeiro dos dois Shenmue foi um fator fortíssimo da queda da SEGA no mundo dos consoles.

    Esse The Legend of Dragoon 2 também me parece muito interessante, eu gosto de jogos desafiadores, na época que eu ostentava meu PSOne FAT eu até tinha chegado a jogar esse jogo, mas confesso que não cheguei a jogar um quinto do jogo, nem me lembro qual foi o fim dele.

    Eu incluiria o Parasit Eve na sua lista, acho que dificilmente essa franquia ganhará uma continuação à altura de seus antecessores. Sou um fã declarado da série Breath of Fire, e apesar de o Dragon Quarter ser um insulto aos fãs eu ainda acho que essa franquia merece uma nova chance, mas então para variar, a Capcom me vem e nomeia suas fezes de Breath of Fire 6, mandando um belo ''foda-se'' para os fãs.

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    1. Se o seu PC for bom o suficiente e você tiver saco pra configurar um emulador de Dreamcast, dá pra jogar os dois por ele, eu tinha jogado num Dreamcast que eu mesmo consegui por aqui há uns 3 anos atrás que veio com os dois Shenmue, Sonic Adventure 1 e 2, Capcom vs SNK e Grandia II, porém esse já estragou também. E sim, os dois Shenmue foram grande parte do motivo da Sega ter saído do ramo dos consoles, eles só não foram à falência porque o presidente de lá doou o próprio dinheiro dele pra manter a Sega viva se eu não me engano.

      E Legend of Dragoon é muito bom mesmo, eu tenho a iso baixada aqui e ainda pretendo rejogar ele todo quando der tempo. Na verdade tem muito jogo de PS1 que eu ainda preciso rejogar e acabei não tendo tempo ou paciência pra isso, especialmente Grandia, Crash, Syphon Filter e Alundra.

      Pode estranhar isso, mas... Eu nunca joguei Parasite Eve, só ouvi falar bastante e também ouvi falar que o último jogo dessa série foi pro PSP e foi tão ruim que matou ela de vez, tinha até ficado surpreso quando vi isso, mas aí quando eu fui pesquisar sobre esse jogo e apareceu lá "Director: Motomu Toriyama" eu entendi tudo. E eu também sou fã de Breath of Fire, o II mesmo ainda é um dos meus JRPGs favoritos de todos e o melhor da série pra mim, eu achei o Dragon Quarter um poço de mediocridade, mas quando eu ouvi rumores sobre esse VI eu até pensei que poderia vir algo bom... Então saiu esse jogo de celular e aí eu lembrei que eu tava esperando algo positivo da Capcom.

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    2. Na minha humilde opinião, Syphon Filter é a melhor franquia de TPS do PS1, vale a pena conferir. Assim como você, ainda não joguei vários jogos bons de PS1 por falta de tempo, eu nunca tinha ouvido falar desse jogo chamando Alundra até você citar ele no seu comment, pesquisei umas imagens dele no Google, e ele me parece ser um ótimo Action RPG. O PSOne e o PS2 possuem uma biblioteca de jogos bem vasta.

      Esse último Parasit Eve até que não é tão ruim, na verdade, ele é um jogo razoável, mas não chega nem perto da qualidade técnica dos Parasit Eve 1 e 2. Da série Breath of Fire, o meu preferido é o III, por ser o que eu mais joguei, mas também gosto muito do II.

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  11. Um Sonic 4 DE VERDADE também seria uma boa pedida, porque eu me recuso a acreditar que aquela bomba é uma sequência, está mais para remake mal feito. Tipo assim, em que momento da pra ver que tem uma ligação direta com Sonic 3? Sério mano, tem que ver issaê.

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    1. Então teria que ser um Sonic 5, porque a Sega não seria legal o suficiente pra fazer algum "Sonic 4: We Are Sorry Edition" sendo o verdadeiro com alguma história que diz que o da Dimps era algum sonho ruim que o Sonic teve.

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  12. O jogo que eu mais gostaria de vem uma sequencia é Startopia 2. O meu tycoon favorito. Mas a produtora original (Mucky foot) faliu e cada produtor foi para um canto. O jogo ate fez certo sucesso no lançamento, e chegou ate a ser indicado a jogo do ano em 2001, pela BAFTA, e manteve uma comunidade online bem ativa por uns anos... Mas o seu breve sucesso não conseguiu sustentar a produtora frente aos poucos e mau sucedidos outros títulos que ela havia produzido. A produtora faliu, e o sonho de um Startopia 2 afundou junto.

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    1. Eu acho que já li sobre esse jogo em alguma revista antiga que eu tinha aqui há uns anos atrás, o nome pelo menos não me é estranho.

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    2. Se era um jogo sobre ETEs e naves, era esse mesmo. Muito bom. Não é o melhor tycoon que eu já joguei, mas sem duvida é o meu favorito.

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  13. Eu espero que tenha Red Dead Redemption 2!

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  14. "SPOILER: Sonic Adventure 3 não estará nessa lista."

    EUAEHUAHUEHAUHEUAHEUAHEUAHEUHAEUHEAUEHAUEHAUEHAUEHAE

    Eu adoro como o Ryu é previsível e consegue ser engraçado mesmo assim.

    E além dessas sequências, eu queria também Okami 2, até circulou por aí no ano passado um rumor que o jogo tava no desenvolvimento e ia sair pra WiiU, só que nada até agora. :T

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    1. Eu queria jogar a versão de Wii do Okami de novo. ;;

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  15. tem um jogo beeem lado B do PS1 que eu adorava, plataformer com um estilo bem único. que chama skullmonkeys. Sempre quis uma sequencia disso mas acho que nunca vai existir rsrs.

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  16. Eu queria uma sequência pro DmC.

    Sério, não me linchem

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  17. Sequência de Star Fox eu queria ver.
    Saiu um rumor que fazer um reboot da série...acho que vai dar merda se for verdade.

    Um jogo que eu queria que tivesse sequência era Front Mission (no caso seria o 6).Essa série de estratégia é ótima,e underrated.Pena que o criador dela saiu da Square Enix...também do jeito que ela tá hoje,provavelmente sairia um jogo lixoso dessa franquia.Aliás,sairia não,já saiu aquele Front Mission Evolved.

    Outro jogo que seria bom se eles fizessem,é uma sequência ou remake do Gun Hazard,spin-off da série.

    Também tenho uma imensa vontade de jogar Shenmue,inclusive teve uma época que eu estava pensando em adquirir um DreamCast só por causa dele.

    Ah,e bela matéria Ryu.

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  18. Prevejo alguém falando que "faltou o Sonic Adventure na lista".

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  19. Caramba, eu não imaginava mesmo que o Ryu iria colocar o Comix Zone da lista, esse é um dos meus jogos preferidos do Mega. Não sei o que é mais triste, saber que nunca terá uma continuação, ou ter uma continuação na situação atual da Sega.

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  20. uma sequencia que o mundo todo esta esperando e ate agora nunca foi realizado

    BUBSY 444 keanu reeves fazendo a voz do Bubsy, e tendo a violencia extrema Manhunt

    esse é um jogo que o mundo quer ver!!!!

    HAHAHAHAHAHHA

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  21. mas falando serio, deveria haver sim o rockman x9, mas nessse tem que matar o Axl e começar a Elf Wars, se voce jogasse a serie Zero ira adora como essa guerra é trabalhada pois a serie se passa depois da guerra, o Zero 1 tem fases repetitivas e com o passar dos jogos vai melhorando, mas a unica franquia que a Crapcom se importa é resident evil e foi no 6 que passei a odiar A SERIE INTEIRA, e eles planejam um resident 7 com aquela alice(se caso esse boato se confirmar) e ate Street Fighter a maior franquia de sucesso a capcom esta estuprando, é foda viu

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  22. QUERIA SECUEL DU MEGAMAN CHUPANDO A PICA DA BRANCA DE NEVE VOADORA COM O TRAVESTI DO HOMEM ARANHA MASTURBANDO PRO FULECO NUMA VAGINA!

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  23. vai ter que se contentar com conker's big reunion EP I(project spark DLC) HUEHUEHUEUHE

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  24. https://www.kickstarter.com/projects/ysnet/shenmue-3

    SHENMUE 3 VAI SAIR

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  25. Sim, sim... Todos nós sabemos que a Capcom não deixou o Inafune terminar a série X no X5. Só que o que foi feito não pode ser desfeito... X6 a X8 existem e não pode simplesmente terminar daquele jeito. Falo do final aberto do X8, assim como o final aberto do ZX Advent, é lógico que uma sequencia deve ser feita para fechar de vez o enredo.

    Mas em uma maré de altos e baixos, essa tentativa de estender a série X não foi de todo o mal. Mega Man X8 é um dos melhores jogos da série tanto em Gameplay quanto em enredo (O problema é que fracassos anteriores fez o público ficar com um pé atrás, comprometendo as vendas). Ali era o ponto que a Capcom estava finalmente começando a acertar após o fracasso do X6 e X7. O que me da mais ódio... Porque eles decidem parar quando estavam começando a acertar. Bom... Ainda serviu para termos um bom e velho Megaman de plataforma, já que fora esses jogos a mais da série X, apenas tinhamos série Zero e série Battle Network na época... Um não é muito Megaman (Bom... Porque na realidade é o Zero), o outro já é uma linha completamente diferente de jogos. Ao menos X8 manteve o embalo original da série.

    Mas não apenas por causa do final em aberto. Da mesma maneira que a ligação entre a clássica e a série X precisa ser contada. A Elf War no fim da série X também precisa, visto que essa história só tem em um Audio Drama Japa (Fora as citações na própria série Zero), um X9 abordando essa época seria um jeito de mostrar a história fora do Audio Drama (Que só serve para os Japas).

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