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Postado por: Ryu quinta-feira, 7 de novembro de 2013


A essa altura, era bem óbvio que ia sair um novo jogo do Batman, afinal depois de Batman: Arkham City que foi o melhor jogo de 2011, por que iriam largar? A Rocksteady finalmente nos deu os jogos do Batman com os quais sempre sonhamos desde Batman: Vengeance, os dois jogos da série Arkham foram provavelmente os melhores jogos de super-herói já criados e alguns dos melhores jogos dessa geração, então que venham mais jogos do Batman feitos pela Rocksteady pra que nós fãs do Batman que passamos o dia jogando fiquemos cheios de felicidade nos coraçõezinhos!

Então aconteceu que Batman: Arkham Origins foi anunciado há um bom tempo atrás, mas antes mesmo que eu pudesse soltar meu grito de felicidade e acordar os macacos, vi que não estava sendo feito pela Rocksteady e sim pela Warner Bros. Games, autores da versão de Wii U de Batman: Arkham City que ouvi dizer que era pior do que a original porque as mecânicas foram mal adaptadas pro gamepad, isso me deu um certo receio.

Porém com os vídeos e trailers que saiam, eu acabava ficando razoavlmente animado com esse jogo, ele não parecia ruim e ainda parecia próximo de um jogo da Rocksteady, então aquietei minhas tetas por um momento e decidi esperar o jogo sair pra ter uma opinião sólida formada sobre ele depois de jogar apropriadamente, e assim continuei aguardando sem expectativas altas demais no entanto.

Eventualmente, Batman: Arkham Origins lançou, eu tive a oportunidade de jogá-lo finalmente e ver se o trabalho desses caras ficou ao menos digno de ser comparado com o da Rocksteady, e o resultado?

... Não, passa o mais longe que você pode imaginar de merecer tal comparação.

Yo enemies define yo ass, also Joker


Batman: Arkham Origins é uma prequel que se passa antes dos eventos não só de um, mas dos dois jogos da Rocksteady, antes mesmo do Coringa ter a ideia de tomar conta do Asilo Arkham, como nos últimos jogos, os vilões meio que já estavam estabelecidos e o Batman também já era um cara fodástico, eles resolveram criar algo que explicasse como o Batman veio a conhecê-los e como ele se tornou o herói que é hoje em dia, é mais ou menos a mesma proposta das prequels de Star Wars, a similaridade fica mais hilária ainda por Arkham Origins ser uma prequel tão ruim quanto as de Star Wars foram, ou talvez até pior.

A história aqui se passa exatamente cinco anos antes dos eventos de Arkham Asylum, estamos no inverno em véspera de natal e o nosso herói Bruce Wayne está há dois anos como Batman no ramo de meter a porrada nos bandidos e fazer com que eles se arrependam do dia em que resolveram ir contra a lei em Gotham City, esse trabalho é uma moleza porque os bandidos que Batman tem enfrentado até agora são tão fortes e espertos quanto o Homer Simpson e ele não é exatamente conhecido, Batman ainda é um mistério pra polícia de Gotham que não sabe nem se ele é real, ou se é um mito ou se é um cara lokão das linguiça fantasiado que apenas deu sorte em combater o crime até agora.

Mas tudo isso mudou quando a Prisão Blackgate foi invadida pelo Black Mask e pelo Crocodilo pra libertarem os prisioneiros, tomarem conta da prisão toda e ao mesmo tempo manterem o comissionário Loeb como refém, Batman acaba de iniciar sua missão mais difícil até então, indo até a prisão, um monte de merda acontece, prisioneiros fogem, o Batman espanca alguns deles no seu caminho, mas no fim das contas, o Black Mask mata o Loeb e enseba as canelas da prisão enquanto o Batman luta contra o Crocodilo que diz que Black Mask iniciou uma espécie de competição onde a cabeça do Batman está posta à prêmio e quem matá-lo vai receber uma recompensa de 50 milhões de dólares que provavelmente foram roubados do Bill Gates antes de irem pra prisão.

Essa caçada pelo Batman chamou a atenção de vários assassinos profissionais espalhados por Gotham, tais como Deadshot, Deathstroke, Firefly, Lady Shiva, Electrocutioner, Bane e Copperhead que estão atrás do Batman pela recompensa junto com mais uma caralhada de fugitivos de Blackgate que estão causando caos na cidade e também procurando pelo Batman afim de encherem seus rabos de dinheiro, e assim começa a primeira grande confusão que nosso detetive favorito vai ter que resolver com o auxílio de seu mordomo e conselheiro Alfred.

Eu vou dizer algo que pode ser considerado como spoiler pra alguns, mas acho que pra boa parte das pessoas não vai ser nada inesperado... Enquanto Batman continua investigando e tentando solucionar essa merda toda, ele descobre sobre um caso de invasão de domicílio e assassinato onde a vítima foi ninguém menos do que o próprio Black Mask e sua namorada, tal ato foi supostamente orquestrado por Oswald Cobblepot, o Pinguim, nisso, Batman se mete numa treta com o Pinguim, enfrenta Electrocutioner e Deathstroke por lá e mais tarde descobre que o Black Mask que foi morto foi na verdade um impostor e o verdadeiro está sendo mantido prisioneiro por um palhaço maluco conhecido como Coringa, que então acaba de se tornar o antagonista principal da história.

Assim o conflito principal de Batman: Arkham Origins realmente começa, e se você se decepcionou pelo Coringa ser o vilão principal outra vez, não espere muito, porque a história só vai indo ladeira abaixo a partir deste momento...


Pra ser honesto, eu gostei da introdução desse jogo, a história mostrou algum potencial com todo esse build-up do Batman agora tendo que lidar com um problema de proporções maiores do que qualquer outra coisinha simples que ele resolveu em sua carreira, ele estava despreparado pra uma coisa dessas e teria que evoluir e dar o melhor de si pra isso, seria o necessário pra uma boa história de origem onde vemos um Batman mais inexperiente que aos poucos foi se transformando no vigilante pica grossa que todo mundo conhece em Batman: Arkham Asylum.

Mas acontece que a narrativa simplesmente destrói isso, se você pensa que o roteirista desse jogo é o Paul Dini, que trabalhou não só com os jogos da Rocksteady como na série animada do Batman, ele não está, e isso fica dolorosamente aparente, a história de Arkham Origins é bem pior escrita do que os outros dois, com a maioria dos diálogos sendo monótonos ou simplesmente estúpidos, exceto talvez o Coringa que tem umas cenas engraçadinhas e talvez o Bane, a maioria dos outros vilões têm a personalidade de uma pedra e não são nem minimamente interessantes já que eles não fazem absolutamente nada e só estão lá pra encher linguiça na maior parte do tempo, a maioria deles basicamente só diz "Vou matar você pelo dinheiro, Batman!" de várias formas diferentes.

Falando de vilões, esses caras realmente não viram o quanto isso do Coringa ser o vilão principal da história tava ficando cansativo? Primeiro ele era o vilão em Batman: Arkham Asylum, depois ele assumiu o papel de vilão principal em Arkham City, mas agora aí também? Qual é o problema com vocês? Batman tem uma caralhada de vilões bons além do Coringa, que tal o Hush que era um amigo de infância do Bruce que se tornou um inimigo por culpar a família Wayne por  uma coisa que aconteceu no passado? Além do Black Mask, um vilão como o Hush também serviria como primeiro antagonista forte que o Batman enfrentaria, mas a real é que qualquer coisa, mas chega do Coringa ficar com os holofotes, caralho!

Não, eu não odeio o Coringa, na verdade ele é um dos melhores vilões de ficção em geral, mas já deu, né? Ele não é o único grande vilão que Batman tem, e ainda que fosse o caso dele TER que ser o vilão principal desse jogo, botar ele como vilão principal cedo assim no jogo foi muito cuzão da parte da WB que ficou marketando o jogo o tempo todo com o Black Mask sendo o vilão principal, o cara nem fez nada significante e não durou nem até metade do jogo pra depois ser substituído, não foi igual o Hugo Strange em Arkham City que fez um monte de merda e de fato representou alguma ameaça antes de ser descartado.

Os vilões com personalidade de pedra não são o único problema com a narrativa de Arkham Origins, mas o próprio Batman também é bem decepcionante, a proposta do jogo era mostrar um Batman mais "cru", mas a única coisa que difere o Batman desse jogo dos outros é que ele fala "Damn!" e fica mais agressivo em algumas cenas (Influências de Shadow the Hedgehog?), mas fora isso, é basicamente o mesmo cara, isso é aparente logo quando ele encontra o Crocodilo pela primeira vez, pra alguém que está enfrentando até um lagarto gigante humanoide pela primeira vez, coisa com a qual ele nunca havia lidado antes e com certeza seria intimidadora, ele parecia tão normal quanto pareceria nos outros jogos, pra alguém mais inexperiente, eu achei que ele ao menos sentiria um pouco de receio ao enfrentar tal coisa.

E as vezes toma atitudes no mínimo estranhas ao ponto de nem parecer... Bem... O Batman, mas não no bom sentido de agir diferente e sim no de fugir da caracterização do personagem, igual no começo do jogo onde a polícia encontra o Batman, ele tinha todo aquele ar discreto ao ponto até da polícia não saber nem se ele era real ou não, o próprio Gordon mesmo acreditava que era só um mito, mas aí ao invés do Batman sumir discretamente "nas sombras" pra manter seu sigilo, tipo pulando do telhado e desaparecendo nas sombras ou algo assim, ele sai voando com a Bat Wing na frente de todo mundo, como se ninguém fosse notar uma nave voando por aí, com os vários helicópteros da polícia espalhados pelo local, nenhum deles nem ao menos tentou seguir a nave?

Não existe exatamente uma história de origem aqui porque o Batman não passa por nenhum tipo de desenvolvimento até se transformar no Batman de agora, ele é o mesmo cara de sempre, só que com atitudes levemente diferentes, mesmo que a história queira passar uma sensação de que os vilões são mais fortes do que o Batman, eu não me senti assim em momento algum porque o Batman nunca passou a sensação de ser de fato inferior a esses vilões.

A história também é extremamente previsível, desde o momento em que o Coringa toma o lugar de vilão principal, quando não é isso, são coisas sem muito sentido que nem são explicadas direito, como o lance do Anarky que é outro vigilante que quer fazer o bem e livrar a cidade da corrupção como se fosse o verdadeiro herói do negócio todo, mas aí de repente ele diz ao Batman que tem bombas espalhadas pela cidade e então agora tem uma side mission de achar essas bombas e defusá-las.

... Não entendeu? Eu muito menos.

Enfim... É, essa história é uma decepção gigantesca, tinha tanto potencial jogado fora nisso que eu chego a ficar emputecido de verdade. Mas você quer alguma coisa positiva, não é? Então... Eu gostei do Alfred estar mais presente na história... É, só isso mesmo.

Uma cidade vazia e slowdowns


Arkham Origins é um jogo bonito em maior parte, finalmente podemos ver Gotham por inteiro mais de perto sem ter que fazer um bug como em Arkham City, e a cidade parece agradável nesse clima de inverno, o mapa todo tem uma parte mais "favelada" que seria naturalmente a área que seria isolada depois em Arkham City, cheia de barracos e coisas do tipo, mas existe a cidade principal que é cheia de luzes, prédios altos, alguns detalhes como a capa do Batman se mexendo de acordo com o vento e a neve ainda são toques pequenos e legais o suficiente pra fazerem alguma diferença.

Mas por outro lado, essa cidade parece meio sem vida porque não tem quase nada nas ruas, Gotham chega a parecer uma cidade fantasma as vezes, claro, isso é por motivos que foram exemplificados na história, mas é realmente meh que a cidade grande não tenha que ter nada além de criminosos andando por aí, nem carros nas ruas, a cidade de Gotham que estava no background de Arkham City tinha carros andando por aí nas ruas, ela parecia mais viva do que isso. E apesar das cutscenes e dos modelos dos personagens em si serem bons e bem animados, quando os personagens vão falar uns com os outros no in-game, eles praticamente não têm expressões faciais, principalmente o Alfred, o coitado chega a parecer um ator de Crepúsculo, praticamente só as bocas dos caras se mexem, dá só uma olhada nos 3:55 desse vídeo.

Esse jogo também não é o melhor exemplo de excelência técnica na parte gráfica, apesar dos visuais aceitáveis e tudo, Arkham Origins vive tendo quedas de frame rate constantes o suficiente pra incomodarem qualquer pessoa que estiver jogando e não pense em pleno 2013 que slowdowns em jogos são câmeras lentas pra adicionar efeito dramático no jogo.


Mas uma coisa que me chamou a atenção de uma forma meio estranha é a arte do jogo, mais precisamente o modo como os personagens parecem levemente mais cartunescos do que os modelos mais realistas presentes nos outros jogos, o tom do jogo parece menos sombrio e atmosférico, o que tira um pouco do feel de um jogo da série Arkham, mas é acomodável ao menos.

E esse design do Batman me incomoda, não por ser propriamente ruim, mesmo sendo uma armadura e eu não ser muito fã do Batman usando armaduras, mas por esse jogo ser uma prequel e o Batman parecer mais equipado e com roupas mais resistentes do que nas suas sequências, o que foi que aconteceu entre esse jogo e os outros da Rocksteady? O Bruce jogou a armadura fora e resolveu botar a roupa normal pra tentar viver a vida no Hard Mode?

... Viu só por que fazer prequels requer planejamento e cuidado? Caso contrário, merdas inconsistentes desse tipo acontecem.

É tipo Batman: Arkham City, só que ruim


Apesar de não ter sido produzido pela Rocksteady, Batman: Arkham Origins tenta ser como os jogos produzidos por ela, quem jogou Arkham City principalmente não vai ter nenhum problema em aprender os comandos desse jogo, você pode correr, planar, usar o Grapple Hook, pular de telhado em telhado, existe uma pequena satisfação em sair planando por Gotham e alcançar alturas até maiores do que as de Arkham City pelos prédios aqui serem maiores, mas essa satisfação se esgota rápido demais, daí você vai explorar o mapa da cidade que é realmente maior do que o de Arkham City, o que era obrigação já que aqui é a cidade inteira e não só uma área isolada, mas percebe que a cidade é mais vazia do que um pacote de Ruffles.

A cidade ser "vazia" em Arkham City fazia sentido porque era um local isolado onde só tem criminosos nas ruas, ainda assim existiam outras pessoas normais no meio disso tudo que foram parar lá de uma forma ou outra, mas era predominantemente infestada de bandidos porque todos os criminosos da cidade foram isolados lá, e o mapa nem era gigante também, tem quem diga que era menor do que o mapa todo de Arkham Asylum, aqui o mapa é simplesmente enorme e vazio, de novo, por motivos estabelecidos na história, mas isso realmente era necessário? Parece só uma desculpa pra não fazerem uma encarnação fiel de Gotham City com pessoas fazendo suas atividades diárias ou coisas assim, eu não me senti imerso nesse jogo em momento algum, se por acaso esse jogo fosse algum tipo de survival horror que se passa numa cidade fantasma, aí sim.

Resultante dessa cidade vazia por causa da história, você só fica planando por aí e ocasionalmente descendo pra lutar contra inimigos, a única coisa que eu achei legal nisso é que agora dá pra explorar melhor a Bat Caverna e até passar por seções de treinamento lá pra dar upgrades nas habilidades, mas fora isso... Desculpa, mas eu realmente não sinto nem vontade de explorar Gotham, e além das duas partes da cidade serem vazias, por algum motivo tem uma ponte ridiculamente longa e mais vazia ainda que conecta as duas e parece que nunca termina, e o jogo adora te fazer cruzar ela várias vezes pra fazer missões da história.

Felizmente, Arkham Origins não é tão filho da puta nesse departaento e tem a decência de ter um sistema de fast travel, talvez um beta tester da WB jogou isso, achou mais tedioso do que uma partida de Minecraft e disse que seria melhor botarem um fast travel se não quiserem que as pessoas que estiverem jogando esse jogo desistam nas primeiras duas horas... Só que pra conseguir esses pontos de fast travel, você precisa desativar umas torres de rádio que estão localizadas em pequenas fortalezas cheias de inimigos e alguns puzzles bestas.

Tudo bem pra mim, afinal já que eu andei planando por aí e descendo ocasionalmente pra lutar contra inimigos e ganhar pontos pra abrir mais upgrades, por que não fazer isso enquanto abro pontos de fast travel unindo o útil ao agradável? Bem, tava tudo ok pra mim até eu ir abrir o ponto de fast travel localizado na Burnley Tower, depois de ter feito o que eu tinha que fazer, era só eu sair de dentro da torre usando um dos dutos de ar pra ir pro topo e aí acabar de desativá-la, mas adivinhe só: O Batman não queria subir no duto de ar, de forma alguma, eu usava o Grapple Hook, ele ia até lá, mas ficava pendurado e não fazia mais nada, daí o resultado foi que eu fiquei preso no local e tive que reiniciar meu jogo por causa desse bug.

... Nah, esse jogo é filho da puta até nesse departamento sim.

A propósito, Arkham Origins é lotado de bugs e falhas técnicas, desde as mais leves como planar aterrissando em canos que podem de repente mandar o Batman voando pra cima sem motivo algum até o jogo congelar do nada ou você ser impedido de progredir no jogo por causa de um bug, certa vez eu precisava interrogar um dos meus inimigos pra progredir numa missão, ele estava lá dizendo que se rendeu, mas o botão de interrogar não funcionava, nem aparecia o ícone lá indicando que eu deva apertar ele, daí eu tive que reiniciar essa missão desde o último Checkpoint pra tentar de novo e rezar pra que dessa vez a porra do botão de interrogar funcione.

Uau, como esses caras conseguiram deixar esse jogo tão mal-programado? Eu não sei, inclusive eu ia jogar esse jogo até no final, eu estava perto de chegar até a última parte, acabei de porrar o Firefly e só faltava voltar até a prisão Blackgate pra passar pelo ato final do jogo, mas sabe o que aconteceu? Eu lutei contra uns inimigos aleatórios na rua, o jogo congelou exatamente depois de eu acabar com o último, eu tive que desligar o Xbox e ligar de novo pra continuar, mas pra minha surpresa, o save foi corrompido e nem deu pra recuperar pelo menu do Xbox, todo o meu progresso nessa merda estava perdido pra sempre, e foi aí que eu larguei esse jogo, vi a última parte no Youtube e resolvi fazer uma review assim mesmo, porque se você tá achando que eu vou rejogar isso, você tá mais enganado do que quem acha que Final Fantasy XIII é bom.


Os combates de Arkham Origins, que agora são mais presentes do que nunca por esse jogo se focar mais em lutar contra hordas de inimigos, também são simplesmente brochantes, ele é parecido com o combate dos outros dois, mas as similaridades acabam só no modo como o Batman se movimenta nas lutas, porque lutar mesmo nesse jogo só mostra o quanto a Rocksteady faz falta no desenvolvimento de um jogo do Batman...

Arkham Origins tenta manter aquele mesmo sistema de combates fluído onde você pode até criar correntes de mais de 50 hits se for habilidoso o suficiente, mas até aqui existe uma notável falta de polimento, os comandos nem de longe são tão precisos e responsivos quanto nos outros dois jogos, várias vezes eu acabei levando porrada de algum inimigo porque apertei o botão de contra-ataque quando ele vinha na minha direção, mas o Batman não fez nada por causa de um delay nesse botão, e quando você está lidando com vários inimigos ao mesmo tempo, isso vira um verdadeiro pé no meio das bolas, mas pior ainda é quando o Batman de repente para no meio de um combo sem motivo algum ou dá socos no ar sendo que eu estava o controlando e apontei o analógico na direção de onde estava meu inimigo, o Batman não foi até ele porque talvez esse cara tinha proteção divina que impedia o Batman de ir até ele.

Claro, se você conseguir entender EXATAMENTE como o combate desse jogo quer ser jogado e conseguir driblar tudo de maneira que ele funcione quase que decentemente no decorrer da sua jogatina, você talvez até pode acabar gostando e tendo alguma diversão com Arkham Origins, mas pra que se importar com isso sendo que tem o combate de Arkham Asylum ou Arkham City que faz tudo melhor? Eu lembro exatamente de quando parei de jogar esse jogo por um momento e fui jogar um pouco de Arkham City pra ver se eu encontrava os mesmos problemas com o combate, mas nope, consegui fazer chains enormes assim como sempre consegui.

Como mencionei antes, esse jogo é quase que completamente focado em ficar lutando contra hordas de inimigos, a maioria das missões disso se consistem em ir até tal lugar marcado do mapa, dentro de algum dos estabelecimentos da cidade, daí tem uma sala cheia de inimigos, você arrebenta eles na mão, daí prossegue pra próxima sala, mais inimigos, mete um pé nos culhões de cada um deles, então tem umas cutscenes, mais inimigos na outra sala, então mais inimigos, cutscene, mais uns inimigos, cutscene e aí hora do boss, uma ou duas fases tem uns puzzles toscos aqui e alí, mas nada que mude muito, as vezes em que eu tive que usar a Detective Vision pra descobrir pistas e métodos pra progredir na fase foram tão raras que eu estava contando nos dedos.

Surgem umas partes de stealth de vez em quando, mas elas não são tão desafiadoras quanto as dos outros jogos porque o campo de visão dos inimigos é extremamente limitado, certas vezes eu fiz alguma besteira e fui parar exatamente do lado do cara, mas ele não fez nada, como se ele realmente não estivesse me vendo, isso por acaso foi intencional pra atrair jogadores casuais ao stealth de Batman ou é só mais uma programação ridícula? Só quem estava lá na WB saberá...

"Mas Ryu, você só reclamou que esse jogo piorou coisas que já existiam nos outros dois jogos, e as coisas originais dele?"

Esse jogo praticamente não adiciona nada de novo à fórmula de Arkham Asylum, você tem várias bugigangas que já existiam nos outros dois jogos, e as que são originais desse jogo nem são tão legais de se usar, mas a mais curiosa seriam as luvas elétricas que você libera, se você tem as luvas elétricas pro Batman, você pode considerar o jogo zerado, porque ela é ridiculamente overpowered, nenhum inimigo sequer tem alguma chance contra um Batman com luvas elétricas, inimigos com escudo? Soque o bastardo e ele vai cair no chão como se fosse um saco de batatas podres. Inimigos mais fortes fisicamente? Mesma coisa. Inimigos com armas diferentes? Mesma coisa também! O Batman vira um deus nesse jogo com as luvas elétricas e absolutamente nada pode detê-lo.

... O que novamente nos leva à inconsistência desse jogo ser uma prequel dos da Rocksteady, se o Batman tinha um bagulho tão poderoso assim em seu arsenal antes, por que diabos ele se livrou dele depois? Porque essas luvas elétricas não aparecem em Arkham Asylum ou Arkham City, aparecem? Não, não aparecem, e o que você vai dizer? Que o Batman mantém isso guardado? Que ele jogou no lixo junto com sua armadura super resistente também?

De novo, é por isso que prequels têm que ser feitas com cuidado ou uma porra dessas acaba acontecendo e deixando qualquer um que for pensar no assunto confuso, caralho.

Pelo santo nome de Ajora, Batman: Arkham Origins tem algum ponto positivo afinal então? Na verdade... Sim, ele tem alguns...


Se por um lado os combates contra inimigos normais eram extremamente tediosos, as lutas contra os bosses desse jogo são consideravelmente divertidas, cada uma tem seu próprio desafio e métodos únicos de completar, a luta contra o Killer Croc se resume em usar o Beatdown, jogar Batrangs quando ele carrega containers explosivos antes que ele jogue em você, aí tem a luta contra o Deathstroke onde você precisa usar o contra-ataque na hora certa, ela pode ser atrapalhada as vezes pelo contra-ataque com resposta atrasada, mas quando funciona, a luta fica boa, e as outras são basicamente maneiras diferentes de testar as habilidades do Batman, umas funcionam bem, outras nem tanto, mas no geral são as melhores partes do jogo, se o gameplay fosse polido, elas seriam tão boas quanto as lutas de Arkham City ou talvez até melhores... Exceto pelas partes do Scarecrow em Arkham Asylum, nada supera aquelas.

Outro ponto positivo... Hm... Então, nas vezes em que esse jogo funciona direito, você talvez até pode fechar os olhos e fingir que está jogando Batman: Arkham City... Só que ao mesmo tempo, esse jogo me faz desejar estar jogando Batman: Arkham City, então não, não é exatamente um ponto positivo, perdão.

Fora essa história principal, Arkham Origins tem side missions, mas elas não são muito diferentes do que você faz na história, tem a do Anarky onde você tem que achar as bombas, defusá-las e aí lutar contra ele junto com uma caralhada de inimigos, também tem uma do Pinguim onde você luta contra mais inimigos, uma do Black Mask que tem mais lutas contra inimigos, outras com interrogações, você já entendeu, né? Pois é... E se você realmente estiver afim de explorar, tem coletáveis e algum conteúdo extra, mas boa sorte, porque eu realmente não vou me dar ao trabalho.

Então o que sobrou foi um multiplayer inútil sobre o qual eu nem vou comentar direito porque não joguei o suficiente, mas é um shooter genérico... O que eu queria realmente comentar sobre é o seu prêmio por fazer a pré-compra desse jogo, jogar com o Deathstroke, legal, né? Jogar com um dos antagonistas do jogo, tipo aquele DLC de Arkham Asylum onde você jogava com o Coringa, essa merda é legal! Bem... Você pode não acreditar, mas o Deathstroke é o Robin de Arkham City, só que com uma skin diferente, as mesmas animações, os mesmos movimentos de finalização, mesmas técnicas de combate, praticamente tudo, o que deve mudar são os equipamentos, mas fora isso, é o Robin com um reskin... Duvida? Dá só uma olhada nessa comparação:


Pois é... As pessoas pagaram por isso... Bravo, WB, bravo!

O elenco dos desenhos também faz falta


A trilha sonora de Batman: Arkham Origins é composta por Christopher Drake, o cara que já trabalhou em várias animações do Batman antes de ser chamado pra compôr pra esse jogo, ele esteve em Batman: Year One, Under the Red Hood, The Dark Knight Returns e até em Injustice: Gods Among Us... Eita, Injustice foi lançado nesse ano! Eu até tinha me esquecido disso.

De qualquer forma, a trilha sonora de Arkham Origins não é nada mau, esse cara entende muito bem como as músicas dos jogos do Batman são e tenta se manter no mesmo padrão enquanto mostra uma certa inspiração vinda de filmes de ação, as músicas são atmosféricas, algumas bem sutis pra se encaixar no ambiente do jogo e outras mais agitadas, algumas até possuem uma espécie de timing e vão ficando mais intensas na medida em que o jogador demora pra completar determinada missão, passando uma sensação de urgência, é uma trilha sonora boa que se encaixa bem com Batman, até porque se esse cara já é familiar com a série, seria meio difícil errar.

A dublagem por outro lado... É um caso de acerto e erro, os dubladores não são os mesmos da série animada como nos últimos jogos, o Batman agora é dublado por Roger Craig Smith que as vezes consegue soar parecido com o Batman do Kevin Conroy e passar uma boa impressão, mas as vezes ele parece um Chris Redfield com asma e isso soa mais estranho do que eu poderia fazer parecer, talvez o Roger não tenha sido a melhor escolha pra voz do Batman, mas ao menos ele tenta, eu acho... Os outros dubladores são decentes, mas a maior atenção acaba indo pro Coringa... Como será possível viver com um Coringa que não é dublado pelo Luke Skywalker??? Oh céus, o mundo está perdido, nããããão!!!

Bem, eu fico feliz em dizer que o novo dublador do Coringa, Troy Baker, consegue fazer uma boa interpretação do personagem e "canalizar" o Mark Hamill de uma maneira surpreendentemente ótima, não tão boa quanto, mas as vezes chega bem perto, ele consegue se sair bem até mesmo naquelas falas onde o Coringa fala num tom mais baixo e rouco que eu jurava que só o Mark Hamill sabia fazer, então parabéns aí, meu amigo, espero que você duble um jogo melhor na próxima vez.

Veredicto final

Batman: Arkham Origins seria o melhor exemplo de jogo feito pelas coxas pra tentar lucrar em cima de uma franquia de sucesso, e isso é o tipo de coisa que destrói franquias boas aos montes, esse jogo nem ao menos tenta disfarçar sua cara de pau fazendo isso, o Deathstroke sendo um reskin do Robin, o combate piorado em cada simples aspecto, a variedade que foi completamente removida, a história que foi uma grande oportunidade perdida por estar nas mãos dos roteiristas errados, os bugs aleatórios que chegam a quebrar o jogo... Praticamente tudo em Arkham Origins exceto os bosses é decepcionante, esse jogo não adiciona nada na fórmula da série e as suas qualidades só são qualidades vindas do que a Rocksteady fez e não do que a WB fez.

Felizmente, a Rocksteady de fato está fazendo um próximo jogo do Batman, e esse sim é o jogo que interessa, Arkham Origins não passa de uma imitação horrível do trabalho da Rocksteady, possui algumas similaridades conceituais, mas a execução é pior em todos os aspectos, jogar esse jogo é como ouvir um cover de uma música da sua banda favorita tocado pelo Creed, e isso não é nada agradável.

Prós:

+ Planar por Gotham nas alturas é momentaneamente divertido.
+ Os bosses em maioria são bons.
+ Trilha sonora apropriada.
+ A nova dublagem foi melhor do que eu esperava.

Contras:

- Quando bugs te impedem de progredir numa missão, você sabe que o negócio é preocupante.
- Combate sem polimento.
- Um mapa enorme e tedioso.
- Variedade é algo quase inexistente.
- A história começa bem, mas cai dramaticamente até ficar desinteressante.
- Slowdowns frequentes demais.

Gráficos: 6/10
Enredo: 3/10
Gameplay: 4/10
Som: 7/10
Conteúdo extra: 5/10

Veredicto:

{ 52 comentários }

  1. Arnaldo Cesar Coelho7 de novembro de 2013 22:14

    EU DISSE, EU DISSE QUE ESSE JOGO IA SER RUIM NINGUÉM TAVA ME LEVANDO A SÉRIO AGORA CHUPEM MINHA PIROCA GOSTOSO FDPS

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  2. Tá maluco, Ryu? Esse jogo nem de longe merece uma nota baixa assim, ele não é ruim a esse ponto, pior do que os outros Arkham sim, indiscutivelmente, mas não é ruim, tem hora que você realmente exagera

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  3. Por que não seria ruim?

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  4. Arnaldo Cesar Coelho7 de novembro de 2013 22:34

    mas pegam leve mesmo, a warner pagou os críticos pra falar bem do jogo e as pessoas se deixaram levar por eles

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  5. Eita, calma aí... O jogo é ruim mesmo, mas pode ter certeza que não duvidei de você, então vire essa benga pra lá.

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  6. "Não é ruim porque não é ruim e não merece uma nota baixa, você exagerando como sempre, nossa."


    Já adianto a resposta.

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  7. ''A mais curiosa seriam as luvas elétricas que você libera, se você tem as luvas elétricas pro Batman, você pode considerar o jogo zerado, porque ela é ridiculamente overpowered"

    https://www.youtube.com/watch?v=2KWeKZyxEZA
    Batman é o novo Super Choque

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  8. Arnaldo Cesar Coelho7 de novembro de 2013 22:55

    kkkkkkkkkkkkkkkkkk

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  9. Arnaldo Cesar Coelho7 de novembro de 2013 22:59

    Super Choque branco

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  10. Vladmir III, o punheteiro7 de novembro de 2013 23:03

    Que bruxaria é essa cara. Eu tava jogando esse jogo agora mesmo. Puta que nos pariu cara. Sério cara. Que coincidência cara. QUE DELÍCIA DE COINCIDÊNCIA CARA.

    UPDATE BONUS:

    Nos episódios anteriores de LEGO NINJÁGO:

    http://www.youtube.com/watch?v=rJQTw4rVfdc

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  11. Um jogo ruim do Bátima? INCONCEBÍVEL!

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  12. Boa sorte em suportar isso até o final.


    ... E qual é a fissura desses japoneses com bananas? Se bem que eu acho que não quero saber, posso ficar chocado demais.

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  13. A diferença é que o Batman não pode soltar raios pelas mãos, mas um soco dele já deixa alguém... Chocado.

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  14. Vladmir III, o punheteiro7 de novembro de 2013 23:15

    Cara, o manolo largou a escola e conseguiu trabalhar em uma empresa de sucesso, olha o exemplo de superação na vida. BANANAS...

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  15. Acontece nas melhores franquias.

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  16. Vladmir III, o punheteiro7 de novembro de 2013 23:22

    Ó ESNAPA!

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  17. Vladmir III, o punheteiro7 de novembro de 2013 23:24

    BÁTIMA É BÁTIMA PORRA! ÇI VOSSE NAUM SABI JOGAR A CULPA NAUM É DU JOGO É SUA!

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  18. Então aquela cópia do sistema de combate do the amazing spider man ficou melhor do que o desse jogo?

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  19. EHAIN GATA, Q TAL A GNT IR TOMAR UNS CAFÉ OU TRANZAR, SLÁ, VC Q SABE

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  20. Por que raios eu ri dessa piada? kkkkkkkkkkk

    http://www.youtube.com/watch?v=kjAPm64h6Z8

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  21. Sim, e isso é triste.

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  22. Tomarei notas pra ter dinheiro com isso se tudo der errado.

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  23. TO SENDO ASSEDIADA POR UM HOMEM DE PEITOS VERDES, SOCORRO Ç-Ç

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  24. Nunca aconteceu com Breath of Fire

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  25. Não sei se eu que dei sorte, mas esse jogo não bugou tanto assim comigo, só aconteceu o bug da torre que você mencionou...


    Tirando esses bugs, esse jogo é fraco sim de qualquer jeito, eu joguei até o final e achei a última luta lá com o Bane meio anti climática, era mais fácil do que a maioria dos outros bosses desse jogo, depois que eu me adaptei a esse combate piorado, consegui suportar mais, mas não valeu muito a pena.


    Minha nota pra esse Batman seria um 5/10

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  26. Com ou sem bugs, esse jogo ainda seria ruim.

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  27. Vladmir III, o punheteiro8 de novembro de 2013 07:32

    Vai fazer a review do ASSASSINO'S CREDO IVÊ ainda hoje?

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  28. Vou tentar terminar o jogo primeiro.

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  29. Ryu ta violento com esses jogos ultimamente, to até com medo da review do Assassin's Creed 4

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  30. Acredite se quiser, ele me disse que tava gostando desse jogo.

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  31. Bem, eu ia comprar BÁTIMA AS ORIGE, mas acho que depois desse review, melhor não...

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  32. É, e eu não tava nem um pouco animado.

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  33. Nem vale a pena, a não ser que seja uma compra no Piratebay.

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  34. Batman Arkham Glitches

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  35. Nunca aconteceu com TLoZ... Claro, isso desconsiderando aquelas duas aberrações do CDi que sequer são da Nintendo...

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  37. Engraçado, acabei de jogar esse jogo e acho essa análise logo em seguida... hue


    Desanimei de jogar depois de lutar contra o Deathstroke e descobrir que tenho que cruzar aquela ponte enorme de novo, essa ponte nem ao menos tem algum local pra usar o gancho do Batman, tem que ficar planando leeeeeeentamente até chegar lá, ninguém merece

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  38. Sério? Achei esse último Assassin's fraco demais, o III também n foi grande coisa

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  39. cara não desanime de comprar esse jogo pois a história não é nada previsivel e muito bem contada pq eu tenho a porra do jogo em ves desse viados que se deixam levar pela a opinião dos outros

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  40. na boa vc é um bosta

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  41. pessoas não se deixem levar pela opinião desse retardado mental que escreveu essa review,batman arkham origins é um ótimo jogo,e a história não é nada previsivel e é muito divertida,a jogabilidade é execelente como nos outros jogos,o multiplayer é no minimo divertido,e o unico bug que aconteceu comigo é o do soco no ar

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  42. Parei de ler em ''em ves desse viados''

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  43. pessoas nao se deixem levar pela opinião desse retardado mental que escreveu esse comentario,batman arkham origins é um péssimo jogo,e a história previsível e nem um pouco divertida,a jogabilidade é um lixo e nao chega nem perto dos outros,o multiplayer ta la,e o unico bug que aconteceu comigo é o jogo em si


    Também sei fazer um monte de afirmações vagas assim.

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  44. Mas eu gosto de você, não quer ser meu amiguinho?

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  45. Eu tenho a leve impressão de que você tava juntando uma grana pra ir na zona, mas resolveu gastar ela com Batman Arkham Origins, se decepcionou, mas tá dizendo essas coisas pra tentar acreditar que foi um bom investimento.


    Mas enfim, ter o jogo eu também tenho, e muita gente que eu conheço também tem e achou uma merda quando jogaram, sem se levar pela opinião alheia, então...?

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  46. O Bane se injeta com o Titan no final desse jogo e fica grande e forte pra vencer o Batman, mas no Arkham Asylum é dito claramente que foi o Coringa que injetou Titan demais nele pra virar aquele monstrão.

    Pra você ver que os roteiristas desse jogo não estavam ligando nenhum pouco pra continuidade da série.

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  47. Sério que você curtiu a luta com o Deathstroke? Ela é só um monte de QTE com animações repetitivas, cara, eu nem precisei ligar pro timing do contra ataque. :T

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    Respostas
    1. Ehhh... Sei lá, na época em que eu joguei esse jogo eu tinha gostado do Deathstroke e da maioria dos outros bosses. Nunca mais nem sequer toquei nesse negócio desde então, e nem pretendo porque é uma bosta de jogo no fim das contas.

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