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Postado por: Ryu quinta-feira, 15 de agosto de 2013


Olha só que surpresa: Descobri que meu PC roda jogos de PSP pelo emulador! Eu realmente não imaginava que isso aqui rodasse qualquer coisa acima de Nintendo 64 ou PS1, pelo menos foi uma surpresa agradável, ao contrário de quando eu fui tentar rodar o Dolphin pra tentar compensar a falta do meu Wii e meu PC quase tinha explodido, então tá valendo.

Há uns meses atrás eu terminei a minha maratona de Final Fantasy e queria me distanciar um pouco da série porque eu acho que ninguém teria saco pra jogar treze jogos da mesma série e não enjoar... Ainda mais quando o 13º jogo dela é uma aberração que nunca devia ter visto a luz do dia... Mas enfim, pois é, estou de volta com um Final Fantasy que até então era inédito pra mim, aliás uma "série" de Final Fantasy spin-off que era inédita no geral: A série Dissidia: Final Fantasy do PSP, também conhecida como Ultimate Fanservice: The Game, ou Smash Bros. da Square Enix.

Eu não sou contra fanservice feito de forma saudável, até acho ótimo quando isso acontece tanto em jogos quanto em filmes ou desenhos, eu sou contra fanservices ridículos que geralmente aparecem em animes ou em jogos com mulheres que mal usam roupas, são fanservices onde tem um quase-pornô com tal personagem sem motivo algum, isso só agradaria a dementes punheteiros que ficam vegetando em casa vendo anime ou jogando e tendo fantasias sexuais com sua personagem feminina favorita de tal anime ou jogo, esse tipo de fanservice chega até a ser bizarro... E felizmente, Dissidia 012: Final Fantasy não é fanservice desse tipo, pra falar a verdade é um dos melhores fanservices que eu já vi nos últimos tempos, e se tratando da Square, isso realmente é impressionante.

Eu tinha jogado o primeiro Dissidia antes desse e queria falar dele aqui até, mas já que esse aí é a versão atualizada, tem tudo o que o primeiro Dissidia tem e adiciona mais coisas, é melhor falar dele logo ao invés de fazer dois posts sobre quase o mesmo jogo duas vezes, são poucas diferenças entre um e o outro e a própria história do primeiro Dissidia está presente no 012 como desbloqueável, o que torna o primeiro meio inútil também a essa altura.

Sabe... Eu poderia falar de algum jogo mais recente ou algo assim, mas é que eu realmente tô desanimado, não tem quase nenhum jogo novo que realmente me interesse ao ponto de postar uma review dele aqui, tem Dynasty Warriors 8, mas eu ainda não terminei ele, agora o resto... Meh... Então pois é, eu sei que o ritmo por aqui tá bem lento, mas é justamente porque nenhum jogo novo está me interessando de verdade, os que lançaram até agora em maior parte foram lixos como Star Trek, The Walking Dead: Survival Instinct, Ride to Hell, Deadpool e por aí vai, os jogos mais legais só vão sair lá pra Outubro até o fim do ano talvez, e até eu estou entediado mesmo, então... Pois é, enquanto isso eu termino de falar de Final Fantasy logo, tem esse jogo e o Tactics que eu não posso ficar sem falar sobre aqui.

Uma guerra entre o bem e o MAAAAAAAL


Dissidia 012 é na verdade uma prequel do primeiro jogo, a história principal dele se passa antes, mas o Story Mode no geral é dividido em três arcos, cronologicamente eles são: O arco principal chamado Threachery of the Gods, que é sobre os novos personagens, o segundo chamado Light to All que é a história do primeiro Dissidia recontada, e o último chamado Confessions of the Creator que é basicamente o ato final da história toda.

Acho que eu vou falar mais da história principal mesmo, já que o foco maior do jogo vai pra ela, e a premissa resumidamente é que andou tendo uma guerra sem fim entre Cosmos, a deusa da harmonia, e Chaos, o deus da discórdia, que também é o mesmo antagonista do primeiro Final Fantasy... Aliás o mundo em que esse jogo se passa parece ser uma versão corrompida do mundo do primeiro Final Fantasy, mas... Ok... Então, está tendo essa guerra entre esses dois e ela nunca acaba porque nenhum dos lados chegou a vencer antes, e agora está chegando a hora da batalha final e ambos os deuses chamaram seus campeões pra lutarem e vencerem essa guerra, a Cosmos tem um plano pra acabar com isso de uma vez, e pra isso ela chamou o Warrior of Light, o Firion, Onion Knight, Cecil, Bartz, Squall, Zidane, Jecht, Shantoto junto com um outro grupo separado pra irem até ela e assim ela revelar que porra é essa afinal de contas.

... Então vemos o grupo separado: Lightning, Kain, Vaan, Yuna, Laguna e Tifa, parece que eles se atrasaram um pouco porque o Laguna estava liderando o caminho até lá e eles ficaram perdidos ou algo assim, e a lição que aprendemos nessa parte é: Nunca confie num personagem de Final Fantasy VIII pra nada, mesmo se for um dos mais legaizinhos deles. Eventualmente eles chegam até onde estão os outros e o plano da Cosmos era dar a todo esse pessoal a energia dela pra que eventualmente esse poder se torne um cristal e assim dando poderes o suficiente pra que nossa galerinha do bem possa acabar com Chaos, hell yea! Vamos a luta agora!

Mas então é descoberto que o Chaos também tinha um plano esse tempo todo: Ele está usando os Manikins, que basicamente são cópias cristalizadas de todos os personagens desse jogo, eles agem exatamente igual a eles, possuem quase as mesmas habilidades e... Também nunca acabam, são hordas e mais hordas infinitamente indo lutar, e então isso separou quase todo mundo e os impediu de manifestar os cristais que viriam do poder da Cosmos, isso junto com alguns encontros com caras como Garland, Kefka, Kuja, ExDeath e outros acaba virando uma guerra bem complicada de ganhar... E a história vai se desenrolando a partir daí, eu até poderia dizer os eventos que levam à batalha final que ocorre na história do primeiro Dissidia que é recontada aqui, mas acho que seria spoilear, então acho que paro de explicar o que ocorre na história por aqui mesmo.


A história desse jogo é um tanto simples e parece até uma fanfic de certa forma... Mas honestamente, qual história de crossover não parece? É muito difícil pegar coisas de tantos universos diferentes e simplesmente colocarem juntas em uma única história de modo que pareça coerente, e eu devo dizer que a história de Dissidia faz isso muito bem até, se você reparar, ela tem um conceito parecido com o dos primeiros Final Fantasies que têm aquela história de cristais, guerreiros escolhidos, bla bla bla, mas agora é com personagens de praticamente todos os jogos principais da série e uma história de fundo um tanto interessante, eles explicam bastante coisa até, é deixado bem claro o modo como isso tudo começou, como Cosmos e Chaos surgiram, e até mesmo de onde diabos surgiram os Manikins, nada parece muito "Há, tirei isso aqui do meu rabo e coloquei na história, agora aceite!", e isso chega a ser impressionante pra padrões de crossover.

E é claro, qual é a atração principal da história desse jogo? Claro que é ver os seus personagens de Final Fantasy favoritos interagindo um com o outro nas cutscenes, o ponto desse fanservice enorme em forma de jogo é esse, e todos os protagonistas e vilões de Final Fantasy estão aqui, esse é o único jogo onde você vai poder ver Firion, Cecil, Cloud, Terra, Zidane e outros juntos, assim como também você pode ver os vilões como Garland, Golbez, Kefka, Sephiroth, Kuja e quase todo o resto interagindo entre si e fazendo suas maldades maldosas juntos... E basicamente tudo, até os heróis interagindo com os vilões também.

O resultado dessa premissa são cutscenes agradáveis de se assistir, com a exceção de alguns diálogos meio idiotas, mas nada excessivo também, os personagens em maior parte têm seu jeito típico de agir, a Yuna é a garota boazinha que quer o bem de todo mundo, o Kain ainda é o cara estranho e misterioso que sempre foi, a Tifa é a garota durona-mas-simpática... E a maioria dos que mudaram, mudaram pra melhor ao menos, o Vaan que era justamente o personagem que eu questionava estar aí não é tão tedioso quanto ele era em Final Fantasy XII porque ele não é um cara qualquer sem importância na história de outra pessoa, ele tem uma personalidade um pouco mais heroica e até ajuda a Terra a ir pro lado da Cosmos libertando ela do Kefka, o Laguna agora parece ser um cara mais descontraído, ele ainda tem um certo problema com mulheres, mas isso chega a ser até engraçado numa cena onde ele se "distrai" numa luta com a Cloud of Darkness... E é claro, a Lightning, ela ainda é aquela mulher mal-humorada que não confia muito nos outros, mas ohando por um lado, é ela quem questiona a Cosmos e incentiva o pessoal a acabar com os Manikins ao invés de simplesmente ir de acordo com o plano do Warrior of Light e do Kain, e de certa forma ela se importa com os outros, mesmo que não tão diretamente assim, então... É, deixaram a Lightning legal nesse jogo, coisa que eu nem esperava que fosse ocorrer.

É claro que os outros personagens, Firion, Cloud, Cecil, Terra, Zidane, Onion Knight, Tidus e... Squall... Não ficaram de fora, mas eles são mais presentes no próximo cíclo da guerra que seria a história do primeiro Dissidia recontada... E eles também têm suas interações, especialmente o modo como o Cloud tenta se dar bem com caras como Cecil, Firion, Tidus e Zidane que são mais animadões, o Onion Knight fica lá tentando dar uns pegas na Terra enquanto todo mundo fica guerreando, e o Squall... É, o Squall continua sendo um cuzão, algumas coisas não mudam, nem num jogo assim.

Os vilões no entanto são um pouco diferentes dos heróis, eles não se dão muito bem um com o outro, mesmo tendo que trabalhar juntos por ordens do Chaos, pra falar a verdade a maioria deles age bem tipicamente de vilão normal, o que é... Ok, eu acho, os mais diferentes seriam o Golbez que tá mais pra anti-herói do que vilão propriamente dito, e o Kefka que é basicamente uma versão oriental do Coringa, ele vive tirando onda com quase todo mundo, mas as piadas dele são meio acerto-e-erro, algumas vezes é engraçado, outras acabam sendo meio irritantes, mas... Dá pra engolir.

CGs lindas, mas o in-game é meio... Ok


Como era de se esperar de Final Fantasy, as CGs são incríveis, especialmente a intro do jogo que mostra todo mundo caindo na porrada e se matando no meio da guerra, com todos aqueles detalhes, coisas explodindo, animações de luta, magia, ação e o caralho a quatro... Bem, eu poderia dizer que alguns personagens nessas CGs parecem um pouco estranhos e tem uma cara mais afeminada ainda, mas é Final Fantasy, o que você deve esperar são personagens com caras assim, aliás quase todo JRPG segue isso por algum motivo, enfim, pra mim tanto faz.

Fora as CGs... Bem... Eu acho que não fiquei tão impressionado quanto esperava ficar com os gráficos in-game mesmo, eu sei que isso é um jogo de PSP, mas saiu em 2011 se eu não me engano, quando eu vi os gráficos do primeiro Dissidia, eu tinha achado eles bons pro PSP, porém assim que eu vi Crisis Core: Final Fantasy VII que saiu até um pouco antes, eu percebi que aquilo sim tinha gráficos incríveis pro PSP, então... Como são os gráficos de Dissidia 012? É basicamente a mesma coisa do primeiro, os modelos dos personagens que já tinham só são reciclados, enquanto os personagens novos recebem seus modelos.

Se quer uma amostra maior da diferença de modelos, é só olhar essa screenshot de Crisis Core e depois essa de Dissidia 012.

Os modelos aqui parecem um pouco datados por serem basicamente os mesmos tipos de modelos do primeiro, são um pouco mais quadrados e não mudam muito as expressões faciais, no máximo as sobrancelhas em algumas partes, o resto fica bem igual o olhar e a boca na maioria das vezes, porque as vezes os personagens dão uns sorrisos colgate e tal, mas em alguns casos fica até estranho quando um personagem tem uma face normal onde ele sorri, aí ele fala algo sério com uma cara estranhamente feliz... Acho que são só as expressões faciais que parecem estranhas algumas vezes mesmo, de resto, é aceitável, as animações são boas e algumas até são homenagens a animações de jogos passados como comemorações de vitória e alguns ataques, os efeitos dos golpes especiais também são bem bonitos.


Porém a melhor parte desse jogo são as recriações de cenários de jogos passados da série, especialmente as final dungeons dos jogos mais antigos, a torre do Kefka, a Fenda Interdimensional, a Chaos Shrine a Lua de Final Fantasy IV, todos esses receberam suas versões 3D com uma arte um pouco diferente, mas ainda são reconhecíveis e ficaram bem fieis às suas versões originais ao mesmo tempo que são bonitas por si só, além de lugares já conhecidos dos outros também como o núcleo do planeta de Final Fantasy VII, o castelo da Ultimecia, o Crystal World de Final Fantasy IX, a dungeon final do X que eu esqueci o nome, e por aí vai.

Mas agora além de Final Dungeons, há cenários novos como Phantom Train, o último andar da Pandaemonium, Crystal Tower, M.S Prima vista, e algumas Final Dungeons de Final Fantasy XI e XIII como a Sky Fortress Bahamut e o Orphan's Craddle, que também ficaram boas, umas melhores do que as outras, mas ainda assim bem fieis ao material original e bonitas.

No geral... Os modelos dos personagens não são muito impressionantes mesmo, não são ruins, mas não são nada de mais, no entanto a arte desse jogo acaba compensando bem isso, é um prato cheio tanto principalmente gente nostálgica que queria ver como ficariam versões 3D de cenários de Final Fantasy IV-VI, isso provavelmente é o mais próximo que vai chegar.

Parece que finalmente aprenderam a fazer jogos de ação


Da última vez que eu joguei um jogo de ação da Square, foi Dirge of Cerberus: Final Fantasy VII, e esse foi de longe um dos jogos de ação mais chatos e maçantes que eu já joguei na minha vida, aquilo foi tão horrível que me convenceu de que a Square nunca devia tentar fazer jogos de ação porque eles só manjam (Ou manjavam) de RPGs mesmo.

O Story Mode de Dissidia 012 segue uma estrutura similar aos Destiny Odysseys do primeiro jogo, cada capítulo da história é dividido entre um dos heróis do jogo e na medida que você completa e vai progredindo, os próximos capítulos com outros personagens são liberados, mas agora no final de cada Story Mode tem um capítulo de epílogo onde você escolhe cinco personagens na ordem que quiser e joga o ato final desse Story Mode... Simples, não?

Um diferencial na maneira de se jogar o Story Mode aqui é que agora temos um World Map, sim, um World Map assim como nos jogos clássicos da série, esse inclusive tem o mesmo layout do World Map do primeiro Final Fantasy, inclusive são exatamente os mesmos locais, você vai reconhecer nomes como Cornelia Ruins, Mirage Sandsea, Gulg Volcano, Pravoka e vários outros, o que significa que isso é o mundo do primeiro Final Fantasy, mas completamente corrompido por todas essas guerras que estiveram acontecendo, isso é bem interessante, eu acho.

Então pra que serve o World Map? Só pro pessoal da Square dizer "Ei, nós lembramos dos nossos jogos clássicos, olha!" ou tem algo mais? Na verdade tem até um conteúdo considerável, você anda por aí no mapa, forma grupos de personagens quando dá, luta contra inimigos espalhados pelo mapa, conversa com alguns personagens, explora o mundo atrás de baús de tesouros e ganha Kupo Points que servem pra comprar habilidades, summons ou itens nas lojas de Moogles que ficam espalhadas por aí... Mas não, você não pode entrar em vilas ou falar com NPCs além dos personagens da história do jogo, eu não me incomodo porque o ponto do jogo nem é esse mesmo, então tudo bem. O World Map é mais pra você ter algo mais legal do que aquele jogo de tabuleiro que predominava no Story Mode do primeiro Dissidia, e eu acho que ele faz isso bem.

Mas os jogos de tabuleiro ainda continuam nesse jogo, são as dungeons do mapa, e elas funcionam quase da mesma forma que funcionavam no primeiro, elas ainda se consistem em mover a peça do seu personagem, fazer chains de batalhas usando suas skills, prosseguir pelo cenário e completar tudo abaixo do limite de linhas pra conseguir mais KP, não tem nada muito diferente que valha a pena comentar sobre, eu acho, eu nunca fui muito fã desse jogo de tabuleiro mesmo lá no primeiro Dissidia, achava essas partes tão lentas e tediosas perto do resto do jogo que eu sempre queria que acabassem logo pra eu poder progredir na história, mas bem... Ao menos você luta contra Manikins no meio disso, então... Yay?


Então foda-se esses World Maps, jogos de xadrez e essas parafernalhas aí, qualquer pessoa que for jogar esse jogo obviamente vai jogar pelas batalhas, desde os trailers, o meu sonho era jogar esse jogo porque as lutas pareciam ser a coisa mais foda que já surgiu em qualquer brawler, depois de anos sem um PSP, eu finalmente pude jogar isso hoje em dia... Então as batalhas realmente são tão fodonas quanto parecem ou é só a Square fazendo trailers legais que disfarçam um jogo horrível mais uma vez?

Como eu não falei de como funcionam os combates do primeiro Dissidia aqui e isso é o principal do jogo, eu vou explicar o combate todo e as adições que fizeram nesse, você tem dois tipos de ataques, os ataques de Bravery e os ataques de HP, os ataques de Bravery não causam dano diretamente na vida do seu oponente, mas rouba pontos de Bravery dele, cada personagem tem uma quantidade inicial de Bravery e esses pontos são o que determinam o dano que você vai causar com seus ataques de HP, então porrar o oponente pra roubar Bravery dele é algo bem importante, se você reduzir a Bravery dele pra 0, você recebe um boost na sua própria que fica umas duas vezes maior e ele não pode causar dano de HP até a Bravery dele se recuperar de novo pra quantidade padrão, dessa forma você já pode usar algum ataque de HP que cause um dano equivalente a quantos pontos de Bravery você tem... E é claro que você tem que ficar de olho nesse seu cu também se quiser manter sua Bravery alta, pois o seu inimigo também vai tentar fazer a mesma coisa e as mesmas regras de perder/ganhar Bravery também valem pra você.

Além disso, você pode usar ataques que isolam o oponente lá pro rabo do Judas e apertar X pra começar uma taque de perseguição onde você aperta círculo pra atacar ele e tirar Bravery, isolando ele de novo e sendo possível mandar pra cima ou pra baixo, e assim indo atacar ele em sequência, ou dando um ataque de HP que termina de vez as sequências de perseguição, mas se o seu oponente desviar de qualquer um dos dois ataques, aí ele tem a chance de contra-atacar e é a sua vez de desviar dos ataques dele, isso me lembra mais ou menos dos jogos de Dragon Ball Z Budokai Tenkaichi do PS2 com aquilo de mandar o cara pra longe, ir voando atrás dele pra dar mais golpes e tal, só que não tão frenético quanto e um pouco automatizado, ainda assim é bem legal fazer isso.

Os golpes em si são baseados em técnicas usadas pelos personagens nos próprios jogos mesmo, por exemplo o Cloud pode usar limit breaks como Climhazzard e Blade Beam como técnicas de Bravery e Braver, Cross-Slash, Meteor Rain e outras pra causar dano direto no HP do inimigo, isso também vale pro Squall, pro Sephiroth, pro Zidane, pro Jecht, pra Terra, pro Firion, pro Bartz e todo mundo, mas isso não significa que todos eles sejam iguais nos seus movesets, alguns personagens como Zidane, Cecil, Cloud e Squall são melhores com ataques físicos e ágeis também, pra mim é o melhor tipo de personagem porque eu gosto de ação rápida e de meter a porrada nos outros, mas também tem personagens como Terra, Kefka, Golbez, Kuja e Emperor Mateus que são melhores com magias e por isso atacam mais à distância, na primeira vez em que eu joguei com esses, eu pensei "Que bosta", mas depois que eu aprendi a usar, ficou muito melhor agora, eles requerem uma estratégia maior por parte do jogador pra usar as magias direito, principalmente o Golbez... E também tem o Garland que é meio lento, mas os ataques dele são fortes e roubam Bravery pra caralho.

De personagens "especiais", tem o ExDeath que é mais lento ainda e solta magias, mas... Eu achei ele quase inútil, talvez porque não aprendi a jogar com ele, ou porque ele só é uma merda mesmo... E por último tem a Lightning, que é uma personagem bem diferente do resto, você pode mudar de Paradigms nesse jogo também, tem o Commando onde ela usa ataques físicos, o Ravager onde você pode usar magias, e o Medic que nao exatamente recupera o HP, mas pode aumentar a Bravery mais facilmente, por mais irônico que pareça... Ela é uma das personagens mais legais de se jogar nesse jogo, é melhor jogar com a Lightning aqui do que em qualquer jogo dela.

... Também tem a Shantotto e a Prishe ou algo assim, que são personagens de Final Fantasy XI, mas... Eu não ligo pra Final Fantasy XI, então nem joguei direito com elas ao ponto de saber exatamente como são, até porque elas nem são jogáveis no Story Mode normal também... Aliás quem diabos liga pra Final Fantasy XI? Vão se foder, caras, que desperdício de slots de personagem! Tirem isso daí e me coloquem outros personagens legais dos jogos principais, que tal o Locke? A Freya? O Vincent? O Auron? Ou então até o Ramza e o Delita de Final Fantasy Tactics, qualquer coisa que valha mais do que personagens de Final Fantasy XI, por obséquio! Mas bem... Agora sendo honesto, a Prishe é até divertida de jogar pelos combos mais longos dela, e eles colocaram o Gabranth também que pode encher a EX Gauge mais rápido e usar ataques mais fortes assim que entra no EX Mode, então estão perdoados.


Ah sim, esqueci de falar do EX Mode e como ele funciona, pois bem, todos os personagens possuem uma barra do lado chamada EX Gauge que vai enchendo na medida que você coleta EX Force, que são umas pequenas bolinhas de energia que se espalham quando você cai na porrada com seu inimigo, elas enchem aos poucos a barra e até demoram muito pra encher sozinhas, por isso mesmo tem o EX Core que aumenta uma boa quantidade da barra e aparece aleatoriamente no cenário, você pode focar a mira nele e pegar antes do seu oponente, eu não sei se é só comigo, mas esse filho da puta quase sempre aparecia num local que favorecia o meu oponente, uma vez apareceu até bem do lado de onde ele estava, mas deve ser só a minha sorte conspirando contra mim pela milionésima vez de novo.

Enchendo sua EX Gauge, você entra no EX Mode que tem efeitos diferentes dependendo de qual personagem você controla, por exemplo no EX Mode do Zidane ou do Kuja eles entram no modo Trance, no do Squall ele fica com a Lionheart equipada, no do Sephiroth ele fica com aquela asa estranha de um lado só, a Ultimecia se funde com o Griever, o Jecht vira o Final Aeon, e por aí vai... Obviamente os caras ficam mais fortes durante o EX Mode já que mudam de forma ou equipam as armas-fodonas-que-você-pega-no-final dos jogos deles, causam danos críticos com maior frequência e ainda possuem uma espécie de Regen que vai recuperando o HP deles em 100 pontos a cada 5 segundos ou algo assim, vai continuando até a EX Gauge eventualmente voltar pra 0 de novo, e como eu mencionei antes, tem o Gabranth que além desses benefícios todos também pode usar técnicas mais fortes já que normalmente a maioria das coisas que ele faz é ficar carregando a EX Gauge mais rápido. E nesse jogo em especial existe uma coisa filha da putamente irritante chamada EX Revenge que drena completamente a EX Gauge cheia do inimigo e deixa ele mais lento por uns segundos, eu odeio quando usam isso contra mim, até dou um jeito de equipar algo que ameniza isso ou mudar o tempo de duração nas regras.

Mas aí tem o ataque especial chamado EX Boost que você executa acertando um ataque de HP no inimigo e apertando quadrado logo em seguida, esses EX Boost são ataques mais fortes que os personagens usam, com direito a animações fodonas e tudo, a maneira de executar eles também é diferente dependendo de quem você usa, o do Warrior of Light é um combo onde tem que apertar os botões que aparecem na tela, o do Firion tem que apertar em sequência, o do Cecil é dois botões que aparecem na tela em sequência, o da Tifa é fazer aquele lance de caça-níquel que tinha em Final Fantasy VII... E por aí vai.

As lutas no geral são muito fodas, sério, você tem uma mobilidade incrível pelo cenário, pode andar por qualquer lugar desde que esteja dentro dos limites, pode fazer pulos duplos, dashes aéreos na direção do seu inimigo ou de qualquer outra coisa que tu tiver mirando, pode interagir com o cenário correndo nas paredes ou escorregando em algumas rails de energia ou partes do cenário que serviriam pra isso também, além de poder realizar saltos enormes de um local pro outro com essa interação, os objetos são destrutíveis e dá pra quebrar um monte de coisas sólidas só mandando seu inimigo na direção delas, a ação é bem parecida com a que tinha em Final Fantasy VII: Advent Children, você faz rolamentos, esquivas aéreas, bloqueia ataques, luta no ar por um tempo quase infinito como se nem tivesse gravidade, eu demorei muito tempo até pra me cansar das lutas desse jogo, e ainda tem mais uma adição onde você pode chamar um personagem pra dar Assist com um ataque de Bravery ou HP assim que a barra de Assist encher, o ataque de Bravery custa uma barra e dá pra usar duas delas, já o de HP custa as duas.

Enquanto os controles e tudo funcionam bem, ainda tem algumas coisas que atrapalham, a câmera sendo um dos principais problemas, desde o primeiro Dissidia ela se atrapalhava as vezes, principalmente quando você estava num lugar mais apertado com seu inimigo, se ele te cercar na parede e começar a te atacar, comece a contar com a sorte pra conseguir sair sem ele ter te surrado por inteiro, porque não dá pra ver absolutamente nada, os personagens ficam invisíveis e a câmera começa a tremer... Nesse jogo isso não mudou, as mesmas falhas de câmera estão aqui, e continuam incomodando quando acontecem, mesmo não sendo com muita frequência, e... Se for pra ser mais chato ainda, os cenários são legais de interagir, mas são meio pequenos... Porém acho que seja justificado pela limitação do portátil, então tudo bem.

Agora uma coisa que seriamente me frustra é quando tem que lutar contra o Chaos, eu odeio a luta contra o Chaos com todas as minhas forças, mesmo você podendo usar até cinco personagens contra ele no epílogo da história, essa luta ainda é ridícula, o Chaos tem um alcance enorme em todos os ataques dele, alguns como o Divine Punishment ou algo assim onde ele fica te cercando com um monte de fogo e depois te manda pro ar pra dar um golpe fodão lá são impossíveis de desviar, e não ajuda nem um pouco que o cenário onde você luta com ele é extremamente pequeno, quase não tem espaço pra fazer nada lá.


Mas é claro, Dissidia 012 é um jogo de ação, mas tem seus elementos de RPG, todos os personagens evoluem de nível desde o 1 até o 100, e essa evolução aumenta os status deles e destrava novas habilidades que você pode equipar depois customizando eles, as batalhas ficam ainda melhores depois que todo mundo (Ou todo mundo que você usa) está completamente evoluído e com todas as habilidades disponíveis, além dos equipamentos, acessórios e Summons que você compra na loja poderem ser usados também, além dos acessórios que você cria no meio das batalhas e recebe se ganhar elas, destruindo partes do cenário ou acertando ataques específicos no oponente.

Infelizmente as Summons não são exatamente invocadas pra te ajudar diretamente na batalha, elas servem mais pra te ajudar com o lance da Bravery, pode ser por exemplo o Ifrit que multiplica a sua quantidade de Bravery por 1.5, a Shiva que faz com que o seu inimigo não ganhe Bravery por um tempo, o Odin que pode reduzir a Bravery do inimigo pra 0 e dar um Break se você tiver sorte, o Mimic que faz um Ctrl + C e Ctrl + V da bravery do Inimigo na sua, bem... Ajuda, mas seria maneiro se eu pudesse invocar o Bahamut e ele aparecesse no meio do cenário mandando uma Mega Flare bem na fuça do infeliz.

Bem, além do Quick Battle normal ou em grupos de 5 personagens, você pode jogar num modo Arcade onde vai lutando contra personagens em sequência como se fosse... Bem... Um Arcade, e o Labyrinth Mode que é liberado depois que você termina a história principal e se consiste em progredir por um labirinto explorando os andares, achando itens e tudo, tendo até uns itens que são exclusivos desse modo em particular, além de você também poder fazer Quests ou até criar a sua própria, podendo colocar os diálogos e até a música que toca nas lutas, também pode mexer na Mognet... Ainda tem coisa pra caralho pra se fazer nesse jogo além de jogar o Story Mode e lutar.

O responsável por essa OST é um puta manjão


Assim como seu antecessor, Dissidia 012 tem uma trilha sonora que consiste em remixes de várias músicas dos jogos passados da série, algumas músicas no entanto como a música de boss de Final Fantasy IX e a Bombing Mission do VII se mantiveram intocadas, por bem ou por mal, e algumas músicas originais de Dissidia mesmo que são legais, pra falar a verdade eu não gostava muito da música que tocava lá na última luta contra o Chaos, era uma música cantada que não combinava nem um pouco com a atmosfera da luta, mas depois de um tempo eu acabei acostumando.

Você pode colocar qualquer música que quiser tocando no fundo, algumas músicas parecem ser escolhas óbvias pra isso, como as boss themes, as músicas de final boss, as mais agitadas e tal, mas então tem algumas como a Theme of Love de Final Fantasy IV que ficam... Incomuns... Não combinam muito também, pelo menosé engraçado você botar o Kefka pra se matar lutando contra o Sephiroth e colocar isso como música de fundo... Mas ok, os remixes em si são bons? A maioria deles sim, eles deram umas batidas mais agitadas pra música e até misturaram um pouco de techno com as orquestras delas, mesmo que algumas músicas tenham ficado bem inferiores às versões originais, ainda dão pro gasto... Porém algumas ficaram indiscutivelmente superiores, lembra daquela música de elevador que tocava nas batalhas de Final Fantasy XIII? Veja só a maravilha que fizeram com ela nesse jogo:


Pois é, a música agora parece muito mais viva, agitada e com um feeling de batalha ao invés de me dar vontade de dormir igual qualquer outra coisa daquele jogo, meus parabéns pro Takeharu Ishimoto, deve ter sido difícil fazer isso.

A dublagem é decente, é mais um caso de acerto e erro, os personagens que já tinham voz antes continuam com os mesmos dubladores de sempre, mas os de jogos antigos que nunca tiveram um filme e nem nada receberam novas vozes e... Algumas foram legais, o Kain, que inclusive tem a mesma voz do Caius de Final Fantasy XIII-2, ficou ótimo, eu sempre imaginei que a voz dele fosse algo parecido com isso, combinou perfeitamente com o personagem... Enquanto outras como a do Zidane parecem estranhas, a voz é meio grossa pra ele e a dublagem em si não é muito especial também, pelo que eu vi eles usaram o tipo de voz certa pra ele na dublagem japonesa, mas como não dá pra mudar o audio da dublagem nesse jogo... Meh, a dublagem no geral não é ruim apesar de ter uns deslizes, no fim das contas é tragável.

Veredicto final

Possivelmente Dissidia 012 é o meu novo Final Fantasy atual favorito, me desculpe, Final Fantasy XII, mas qualquer jogo que me deixe espancar o Squall, o Tidus e a Lightning automaticamente já é ótimo, então você vai pro segundo lugar dos jogos pós-PS1 da série... Mas falando sério, Dissidia 012 é praticamente uma carta de amor pros fãs de Final Fantasy, e eu ainda acho que esse sistema de batalhas devia ser o predominante na série toda já que querem deixar tudo mais rápido pra poder competir dom RPGs modernos, com os ajustes certos ele pode funcionar perfeitamente pra fazer um jogo da série principal todo em volta disso, além da história que é surpreendentemente boa pra crossover e a quantidade absurda de conteúdo adicional, isso tudo faz Dissidia 012 ser um ótimo jogo que fica bem difícil de enjoar a menos que você tenha literalmente feito tudo nele.

Eu ainda tenho mais jogos de PSP pra jogar e talvez posto reviews deles aqui mais depois, até porque já falaram pra variar um pouco ao invés de só ficar no Xbox 360, então quem sabe isso seja do que eu preciso... Ah, eu preciso de ânimo também, mas com uns empurrõezinhos a gente vai.

Prós:

+ História e narrativa ótimas.
+ Gráficos bonitos.
+ Vários personagens e cada um é único da sua forma.
+ Sistema de batalha incrível e profundo.
+ Elementos de RPG bem aplicados.
+ Posso espancar o Squall, o Tidus e a Lightning e descontar a minha raiva a qualquer hora.
+ Bastante conteúdo.
+ Ótima trilha sonora.

Contras:

- A batalha contra o Chaos é quase tão cheap quanto um boss de Mortal Kombat.
- A câmera pode ficar uma merda nos lugares mais apertados.

Gráficos: 8/10
Enredo: 7/10
Gameplay: 8/10
Som: 9/10
Conteúdo extra: 9/10

Veredicto:

{ 53 comentários }

  1. Por essa eu não esperava. Então você vai fazer reviews dos FFs de PSP também? O Crisis Core mesmo é muito bom.

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  2. Não só dos Final Fantasies de PSP, qualquer jogo mesmo, eu andei jogando Megaman Maverick Hunter X, talvez poste algo dele aqui.

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  3. É... ao contrário do jogo da Lightning que vai lançar, isso é fanservice bom.

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  4. Sem problemas, meu velho, você não tem obrigação de postar o tempo todo, ainda mais quando não tem ânimo mesmo.

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  5. Sim, mas eu prefiro tentar parar de demorar assim mesmo, não quero decepcionar quem se dá ao trabalho de ler o que tem aqui.

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  6. Tu nem odeia o jogo da Lightning, né?


    Eu ainda acho que possa acabar sendo bom, mesmo com o fanservice tosco.

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  7. "+ Posso espancar o Squall, o Tidus e a Lightning e descontar a minha raiva a qualquer hora."



    Isso sozinho já é motivo pra querer jogar esse jogo, mesmo se a jogabilidade fosse ruim.

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  8. Tomara que não, FFXIII tem que morrer logo.

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  9. Podia aproveitar e analisar Jeanne d'Arc, é um dos melhores J-RPGs do PSP.

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  10. Quem vê o Ryu falando assim até acha que ele se importa com as pessoas ao seu redor

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  11. Se for ruim eu vou rir, porque merece.

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  12. Sim, mas eu ia preferir espancar eles na excelência do que em um jogo medíocre.

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  13. Eu me importo, seu... Seu cabeça de melão!

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  14. Eu já ouvi falar, darei uma olhada depois.

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  15. Mas vai morrer de qualquer forma, esse é o último jogo.

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  16. Claro, eu também.


    Qual é o emulador de PSP que você usa? Quero baixar pra ver como é esse jogo, por mais besta que pareça, a parte de bater no Squall/Tidus/Lightning me animou.

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  17. Eu uso o PPSSPP, dá pra baixar ele aí:

    http://www.ppsspp.org/downloads.html



    Aí a iso tu se vira pra achar porque nem eu lembro de onde baixei.

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  18. Tranquilo, só precisava do link do emulador mesmo, vlw.

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  19. "Aliás quem diabos liga pra Final Fantasy XI? Vão se foder, caras, que desperdício de slots de personagem! Tirem isso daí e me coloquem outros personagens legais dos jogos principais, que tal o Locke? A Freya? O Vincent? O Auron? Ou então até o Ramza e o Delita de Final Fantasy Tactics, qualquer coisa que valha mais do que personagens de Final Fantasy XI, por obséquio!"

    Mas Ryu...

    Eu... eu ligo pra FFXI... Como você pôde? :(

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  20. Nunca entendi todo esse ódio que as pessoas tem com FF13.


    Eu tenho o jogo aqui e até gosto um pouco, mesmo sendo fraquíssimo comparado com os anteriores.

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  21. Prepare-se, o Ryu vai comer seu fígado com você vivo ainda...

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  22. Tá tudo bem, tá tudo bem, isso foi só uma brincadeirinha, fica assim não.

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  23. Eu não sou tão mal assim.

    Mas ok, se você quer saber por que Final Fantasy XIII é um lixo e merece todo o ódio que recebe, isso pode ajudar a entender:

    http://angryvideogameblogger.blogspot.com.br/2013/02/a-serie-final-fantasy-ascensao-e-queda.html

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  24. Vou baixar isso, não sei se meu computador roda, mas vai que funfa.

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  25. Eu queria que fizessem um FF nesse estilo, só que pra consoles HD.

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  26. Mesmo se for ruim, é possível que todo mundo compre porque tem peitos e bunda.

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  27. Eu gosto da Prishe, mesmo nunca nem tendo visto ela num jogo, acho que é o visual.

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  28. Esse jogo é melhor até que muito FF principal.

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  29. Sim, bem melhor que uma boa parte deles.

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  30. Seu melhor post, sério.

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  31. Nice cara... quando vc indica algum jogo me anima, porque sei que seus filtros são bem rígidos hehehe... quando tiver um tempo vou testar issae no emulador...

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  32. Vladmir III, o punheteiro15 de agosto de 2013 17:09

    UM JOGO ONDE DÁ PRA BATER NA LIGHTNING? OHMYFUCKINGGODJESUSEJALOUVADOCREENDEUSPAITODOPODEROSOCRIADORDOSEUEDATERRAAMEMMEUCU!


    EU
    TENHO
    QUE
    JOGAR
    ISSO NO MEU PC. MESMO Q NUM FUNFE.


    Vlw Ryu, por me mostrar que ainda a esperança na humanidade.

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  33. Poderia fazer os dois, nada de valor seria perdido mesmo. O link do emulador tá no meio dos comentários aí, btw.

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  34. Pode ter certeza que vale a pena testar.

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  35. Acho que só eu gosto da trilha sonora original do XIII e acho ela extremamente subestimada...

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  36. A verdade é que trilha sonora/música é algo meio subjetivo mesmo, a não ser que tu seja um expert de música e mostre como elas são musicalmente horríveis porque os instrumentos são mal-tocados e tal.



    Mas eu ainda continuo achando a OST do XIII completamente genérica e sem quase nada memorável.

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  37. Meu Deus, minha request antiquíssima finalmente foi atendida.... ou não, isso foi uma coincidência. De qualquer jeito,
    *Ergue os punhos em comemoração*


    Agora eu peço com delicadeza, por Blazblue. Qualquer um deles faz bem.


    PS:HeheheheheheheHAHAHAHAHAHA! Melhor Continuum Shift, só pelo Hazama.

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  38. Eu lembrava que alguém tinha pedido um post sobre Dissidia quando fui começar a postar isso, mas não deu pra descobrir exatamente quem porque a mudança pro Disqus acabou apagando comentários de várias postagens mais antigas, e até de algumas novas também.

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  39. Acho que você tem razão, da mesma maneira que eu não consigo gostar nem um pouco da trilha sonora do FFVIII, a única música que eu consigo achar boa é a Liberi Fatali, a maior parte do resto simplesmente não me despertou nada.

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  40. É meio triste que um spin off consegue ser o melhor jogo de uma franquia tão grande atualmente.

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  41. Shin Megami Tensei >>>>>>>>>>>>>> Lixal Fantasy

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  42. Eu gosto da OST do VIII, mas tem umas músicas bem meh mesmo, mas da série toda a minha trilha sonora favorita é a do IX.

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  43. Meu FF favorito... sem brinks.

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  44. Shin Megami Tensei suga caralhos

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