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Postado por: Ryu sábado, 20 de julho de 2013


Eu na verdade não tinha intenção de postar algo sobre The Last of Us aqui porque... Honestamente, esse jogo nunca despertou muito meu interesse desde que foi anunciado pela Naughty Dog na conferência da Sony na E3 de 2012. Pelos trailers e vídeos que mostravam por lá, me parecia bem genérico e desinteressante, logo deixei passar até porque era exclusivo de PS3 e seria difícil pra eu acabar jogando. E assim o tempo foi se passando desde então, eu só via os sonystas e a mídia hypando esse jogo até a puta que pariu, mas ainda não ligava por motivos que já falei antes.

Mas acabou que The Last of Us foi lançado esse ano e de repente virou o centro de todas as atenções, reviews dando notas 10 por toda a parte, sonystas se masturbando até melarem todas as cuecas dos seus guarda-roupas, gente até afirmando que esse é o melhor jogo de todos os tempos e o caralho a quatro, e isso foi meio que num piscar de olhos! Mas ainda não ligava porque era difícil eu jogar, não tenho um PS3 e a única pessoa que eu conheço que tem um PS3 mora meio longe daqui, então continuei ignorando. Mas aí de repente um monte de gente veio me pedir pra postar uma review de The Last of Us aqui, nos comentários, nos scraps do Orkut, no MSN, no Skype, em quase todos os lugares onde alguém poderia ter algum contato comigo. Foi provavelmente o jogo mais pedido pra ter uma review aqui desde Assassin's Creed III e eu sempre falava que ia ser difícil.

Então acabou que eu tive a oportunidade de jogar esse jogo porque eu meio que peguei o PS3 emprestado, e é claro que o dono tinha esse jogo, qualquer pessoa que tenha um PS3 deve ter comprado depois dessa recepção. Então eu coloquei The Last of Us no PS3, sem saber exatamente o que esperar já que por um lado eu vi um jogo genérico pra caralho e por outro um jogo que tá recebendo elogios até de gente da concorrência... Antes de começar essa review, eu quero deixar uma coisa bem clara: Se você é um desses sonystas que amam esse jogo cegamente e até hoje está tendo orgasmos múltiplos com o mesmo, você possivelmente vai me odiar depois que terminar de ler isso. Agora se você só gosta desse jogo, porém não acha ele a coisa mais perfeita do mundo, você talvez acabe gostando, e se você odeia esse jogo e espera que eu vá destruí-lo completamente e dar uma nota negativa no final da review... Você provavelmente vai me odiar também.

Bem... Avisos dados, agora vamos começar com isso logo.

Um desenvolvimento de personagens difícil de se achar hoje


A história é protagonizada por Joel, um cara normal que vive tranquilamente no Texas com a sua filha Sarah, no dia do seu aniversário. Joel volta de um dia estressante de trabalho e vê a Sarah acordada bem depois da hora em que devia dormir, tudo isso porque ela queria dar um presente de aniversário pra ele, consertando o relógio quebrado do qual ele vivia reclamando o tempo todo, awwwwww... Tá bom que o relógio não funcionava direito mesmo assim, mas o que vale é a intenção. Depois de um tempo ele coloca ela adormecida na cama e o dia acaba por aí...

... Mas de repente tem uma ligação do tio da Sarah, Tommy, que manda ela passar o telefone pro Joel agora mesmo porque alguma coisa está acontecendo, porém a ligação acaba caindo. O Joel sumiu e parece que aconteceu algum tipo de infecção perigosa numa região próxima de lá, com direito até a explosão, tudo fica parecendo estranho e depois de um tempo o Joel volta pra casa todo ofegante, sujo de sangue e perguntando se alguém entrou na casa e dizendo pra Sarah ficar longe das portas. De repente aparece um amigo deles que parece ter virado um zumbi agressivo que parte pra cima dos dois e morre quando Joel dá um tiro nele.

Então Tommy aparece de carro pra levar eles pra longe e informa que parece que metade da  população da cidade ficou lokona das linguiça por causa de algum tipo de parasita, enquanto vão saindo da região, eles passam por algumas pessoas que também tiveram a mesma ideia de ir embora e algumas até já estão sendo atacadas por gente infectada. No meio da confusão toda o carro acaba batendo com outro, e nesse meio tempo o local por onde passavam também acabou virando uma área perigosa cheia de gente infectada querendo matar os sobreviventes, tudo sendo destruído. A Sarah machucou a perna e agora tem que ser carregada, e eles chegam até um soldado filho da puta que recebe ordens de matar eles, ele dá uns tiros, é morto pelo Tommy, mas acabou que um desses tiros acertou a Sarah e ela morreu... Sim, uma criança morrendo num jogo, não é sempre que se vê algo assim.

Então vinte anos se passaram desde então, grande parte da população mundial foi morta por essa infecção repentina, a raça humana está próxima de ser extinta com alguns sobreviventes desesperados vivendo em zonas de quarentena ou em grupos nômades... Mas e quanto ao Joel? Bem... Ele agora vive em uma dessas zonas de quarentena localizada em Boston e atua como um contrabandista de drogas e armas entre os sobreviventes da zona junto com a sua nova companheira, Tess. Porém acaba tendo uma treta com um outro contrabandista chamado Robert porque o cara acabou vendendo pros outros um monte de armas que eram prometidas pros nosso heróis, e antes de morrer, Robert diz que vendeu tudo pros Fireflies, um grupo de milícia anti-governamental que se rebela contra as autoridades que governam essas zonas de quarentena espalhadas por aí.

Joel e Tess encontram a líder dos Fireflies, uma mulher chamada Marlene, que diz que vai devolver o dobro das armas roubadas se eles levarem uma garota de 14 anos chamada Ellie pra um pequeno grupo separado dos Fireflies que vive escondido num local interno da cidade. Mais tarde é revelado que a Ellie já foi mordida por um dos infectados, mas isso foi há semanas atrás e a infecção normalmente ocorre em dois dias, então presume-se que a Ellie é imune a essa infecção por algum motivo misterioso e talvez seja por isso que os Fireflies queiram algo com ela, e assim se inicia uma aventura pra lá de maluca onde nossos heróis aprontam altas confusões em um mundo apocalíptico cheio de zumbis e sobreviventes pirados!


Bem... A essa altura, eu acho que não é tão impressionante fazer uma história com zumbis que foram contaminados por tal infecção e agora vivem rodando um mundo pós-apocalíptico atrás de gente viva pra devorar, o conceito do enredo de The Last of Us realmente não é a coisa mais original já feita... Mas agora que eu estou olhando direito, existem um monte de conceitos que já estão mais do que batidos e ainda assim são usados em games até hoje, o do herói que vai salvar a princesa ou interesse amoroso que foi sequestrada pelo vilão, o do herói que teve sua família ou alguma pessoa próxima assassinada e vai atrás de vingança, o clássico "adolescentes num mundo de fantasia lutando contra forças do mal" que até hoje é usado em JRPGs, o da profecia antiga que vai se realizar porque o herói é o "escolhido" e vai fazer o que diz na profecia... E se eu fosse continuar citando até dar cada conceito que já está batido em jogos, eu provavelmente gastaria um post inteiro só pra isso.

Mas então por que diabos eu ainda me importo com histórias de videogames já que usam tantos conceitos batidos? Porque de conceitos batidos e clichês qualquer indústria é lotada, sejam jogos, cinema, o que for, dificilmente algo escapa disso, o que torna algo usando um determinado conceito bom ou não é o modo como isso é executado, e felizmente The Last of Us acaba sendo deveras diferente da maioria dos jogos com base em apocalipse zumbi que existem por aí. Pra começar, os zumbis, chamados apenas de "infectados" nesse jogo são humanos que foram infectados por um fungo endoparasita chamado Cordyceps, esse fungo se espalha através de esporos no ar e são inalados pelos humanos, então eles começam a sofrer mutações, tomar conta do sistema nervoso e do corpo das pessoas aos poucos, em alguns dias essas pessoas começam a ficar agressivas pra caralho e seus órgãos vitais são enfraquecidos ao ponto de perder as funções, fazendo com que elas morram e o fungo continue controlando o corpo delas por inteiro, assim transformando elas no que poderia ser considerado como zumbis.

Tá aí, é um modo muito mais acreditável de se ter um "apocalipse zumbi" de verdade do que um vírus sobrenatural que quase nunca é explicado como surgiu ou foi criado surgir e matar todo mundo, ao invés disso nós temos o Cordyceps que é um fungo real e realmente infecta dessa forma... Porém ele só faz isso com insetos na vida real, a explicação pro que ocorre em The Last of Us é que os do jogo são uma forma mais evoluída desse fungo que acaba tendo a capacidade de infectar humanos assim como fazia antes com insetos, e isso é um pouco medonho de certa forma porque uma "infecção" assim meio que poderia acontecer na vida real mesmo, afinal esses seres da natureza sempre estão em evolução ou mutação, vai que isso seja uma possível evolução desse mesmo fungo. De qualquer forma... Pois é, The Last of Us faz provavelmente o melhor uso desse conceito de apocalipse zumbi que eu vi nos últimos tempos, é uma maneira muito mais simples já que não envolve nenhum vírus bizarro criado em laboratório e nem alguma backstory complicada por trás desse vírus e a criação dele, mas ao mesmo tempo é muito mais fácil de acreditar que aconteceria de verdade.


Fora o conceito de apocalipse zumbi sendo surpreendentemente bem executado... O que mais tem na história de The Last of Us? Bem, têm os personagens, é claro, mas o jogo se foca mais no desenvolvimento dos dois protagonistas: Joel e Ellie, assim como se foca na relação entre os dois, e eu basicamente vou falar mais deles do que de qualquer outro personagem daqui.

Como é mostrado no começo do jogo, o Joel era uma pessoa como quase qualquer outra, um cara solteiro que trabalhava duro pra se sustentar e cuidava sozinho da Sarah, apesar das dificuldades, Joel fazia o melhor pra conseguir cuidar dela e sempre a protegeu excessivamente, e ela também gostava bastante dele, mesmo com alguns desentendimentos, ela ainda o considera como "o melhor pai do mundo" e dá pra ver isso explorando o quarto dela no começo e achando um cartão de aniversário que ela esqueceu de entregar pro Joel... E então acontece essa infecção, a filha dele leva um tiro no estômago de um soldado que devia salvá-los, ele tenta desesperadamente manter a Sarah viva em vão enquanto ela fica lá chorando de dor e agonizando... Então a Sarah não resiste e morre bem na frente do Joel, nos seus braços, quando você olha melhor os detalhes no começo do jogo, essa cena acaba sendo uma das mais fortes do jogo, ela pode ser vista clicando aqui se você quiser.

Então nesses vinte anos, muita coisa mudou pro nosso amigo Joel, ele agora atua no mercado negro sendo um contrabandista de itens de interesse de sobreviventes do apocalipse zumbi que vivem nas zonas de quarentena, ele acabou ganhando conhecimento sobre como sobreviver a esses tempos e acima de tudo, ele mudou bastante, virou um cara violento, impiedoso e frio que não liga pra nada e mata seus inimigos das maneiras mais brutais possíveis, chegando até a torturar alguns deles, ele ganhou uma certa reputação na região onde vive por isso e é até temido pelas pessoas... Pois é, o Joel decididamente virou um cara nem um pouco amigável e você com certeza não iria querer ficar junto de um maluco desses no meio de um apocalipse zumbi.

Mas ele tem motivos bem concretos pra ser assim e não é exatamente um cara mau, ele ainda tem sentimentos, o que é demonstrado primeiramente pela relação dele com a Tess, ele confia bastante nela e os dois sempre trabalham juntos, é deixado meio ambíguo que ele tinha sentimentos amorosos por ela, mas acaba que quando eles têm que escoltar a Ellie pro grupo separado dos Fireflies, eles são atacados pelo exército americano que está lá pra impedir que saiam das zonas de quarentena e a infecção seja aumentada, a Tess revela que foi infectada e resolve ficar lá pra distrair os policiais e se sacrificar pra dar tempo pro Joel e a Ellie darem no pé, naturalmente ela morre e o Joel perde mais uma pessoa importante, ele hesita bastante antes de deixar ela lá pra ser morta pelo exército.

É aí que entra a Ellie, uma garota misteriosa de 14 anos que já nasceu no meio do apocalipse zumbi e viveu com sua mãe Anna numa zona de quarentena militar opressiva, ela nunca soube como era o mundo antes da infecção e é bem madura pra sua idade possivelmente graças a isso de ter nascido já no meio da merda toda... Eventualmente, Anna acabou morrendo e então quem ficou pra cuidar da Ellie foi ninguém menos do que a Marlene, que prometeu que cuidaria bem dela. Nesse meio tempo em que ela ficou junto com a Marlene e os Fireflies, Ellie foi mordida e infectada por um dos zumbis, mas se passou um tempo considerável e ela continuou normal, levando a Marlene a ver que ela é imune a infecção e fazendo com que Joel e Tess a escoltem até um grupo dos Fireflies e tal.

Então inicialmente, o Joel não gostava da Ellie e via ela apenas como um incômodo do qual ele queria se livrar levando logo pros Fireflies, e ficou pior ainda depois que a Tess morreu, ele não confia nela, pensa que isso dela ser imune é mentira e os dois viviam discutindo e se desentendendo, até que eles vão trabalhando juntos apesar de tudo e encontram o Tommy que agora é um ex-membro dos Fireflies que conhece melhor o território e o Joel decide deixar a Ellie lá pro Tommy levar ela pros Fireflies... Mas ela acaba não gostando da ideia, rouba um cavalo e tenta fugir, depois discute mais um pouco com o Joel quando é encontrada, dizendo que todo mundo que era importante pra ela morreu ou largou ela de lado e a única pessoa que sobrou pra ela é ele, ela não queria ser abandonada de novo, inclusive também ficou sabendo da Sarah porque a esposa do Tommy fofocou pra ela.

Então Joel acaba vendo o quanto a Ellie lembra a sua filha morta, sabe que ela também já perdeu gente importante, e conhecendo ela melhor, ele começa uma relação de pai/filha com ela, sendo cuidadoso com ela, criando um laço mais forte do que qualquer outro que ele teve, e dessa vez ele está disposto a não deixar ela morrer assim como a Tess e a Sarah morreram, essa relação entre o Joel e a Ellie é o ponto mais forte da história, ela nunca parece forçada, vai crescendo naturalmente e o desenvolvimento dos dois personagens acontece de uma forma bem única, eu realmente passei a me importar com os dois, eu fiquei interessado na história e em como ela iria acabar. Isso me lembrou do Lee e da Clementine do The Walking Dead da Telltale do qual eu falarei mais tarde aqui, mas nesse caso é até melhor executado.

Na verdade a história de The Last of Us é basicamente a carne do jogo, já digo de uma vez que é o ponto mais forte daqui, é uma trama interessante, possui personagens carismáticos e bem desenvolvidos, e não são só o Joel e a Ellie, basicamente todos eles têm histórias boas e até mesmo os inimigos nem são exatamente vilões, são só humanos tentando sobreviver a qualquer custo, mesmo que tenham que recorrer a ações ruins, coisa que o próprio Joel fazia antes quando era um contrabandista. Enfim... É uma história com um conceito bem batido sim, apocalipse zumbi já foi feito até a morte, mas a execução é uma das melhores que já aconteceram, e isso mais do que compensa o clichê.

Jogos realísticos dificilmente ficam mais bonitos que isso


Eu creio que The Last of Us seja o máximo que um jogo dessa geração conseguiria usarar do poder gráfico de um console, tudo possui um nível de detalhes incrível chegando até a parecer real ou bem próximo da realidade, é o mesmo estilo cinematográfico que esteve presente em alguns jogos passados, mas aqui está melhor do que nunca, os cenários são deslumbrantes com texturas em altíssima resolução, os efeitos de sombra/luz e de água são excelentes, muita coisa acontece na tela, coisas explodem, pegam fogo, são destruídas e o caralho a quatro, no entanto o jogo nunca teve uma única queda de frame rate notável, tudo rodou perfeitamente bem mesmo com tanta coisa acontecendo na tela e os gráficos sendo tão pesados.

Os personagens também ficaram impressionantes, cada pequeno detalhe que dava pra ver já me outros tipos de jogos como rugas no rosto, cabelos, danos e dobras nas roupas parecem realçados e mais reais ainda, as expressões faciais são muito bem feitas e diversificadas, as animações são perfeitamente naturais tanto nas cutscenes quanto no in-game, enquanto você anda controlando algum personagem, ele/ela fica olhando pros lados, reagindo ao que ocorre no ambiente do mesmo modo que qualquer pessoa normal reagiria se estivesse no lugar, isso adicionado à cinematografia do jogo fica bem imersivo.

Ah sim, vale ressaltar que, obviamente, The Last of Us é um jogo beeem violento com várias partes bem brutais, especialmente algumas animações de morte que quase chegam no nível do que se vê em Dead Space que não tem pena de botar seu herói pra ser morto das formas mais horríveis possíveis, o melhor exemplo é quando você é morto por um Bloater, ele pega o Joel, coloca suas mãos dentro da boca dele e começa a puxar a mandíbula dele pra baixo, enquanto começa a sair sangue da boca dele, rola uns sons de estralo no fundo e a tela fica preta... Eu disse que é quase no nível de Dead Space porque apesar disso eles cortam algumas dessas cenas igual fazem com essa, mas ainda assim é bem perturbador assistir.


Por incrível que pareça, outra coisa que chama um pouco a atenção em The Last of Us é justamente a sua direção artística... Sim, são cenários apocalípticos, tudo tá destruído, bla bla bla, eu sei... Mas normalmente jogos envolvendo isso de zumbis e sobrevivência se passam em locais em maior parte escuros, não dá pra ver quase nada direito e as vezes os locais até são meio lineares ou fechados pra passar uma sensação maior de insegurança, isso era bastante usado em Resident Evil e ainda é usado com certa frequência em Dead Space e outros Survival Horror da atualidade também... Mas The Last of Us realmente te joga num cenário vasto pra você apreciar a estranha beleza do mundo destruído, e parece um tanto diferente do usual, talvez seja pela junção desse verde com ambientes urbanos, aliás esse é um ponto bem interessante, as ruinas das cidades e tudo parecem estar lentamente se transformando em florestas, como se esse fungo responsável pela infecção fosse fazer com que nosso mundo urbano voltasse a ser um lugar natural, de resto tempos florestas, vilas e esse tipo de coisa, quando neva lá pra depois no jogo onde entra o inverno, fica mais bonito ainda.

O design dos monstros do jogo também é bastante diferente do usual, enquanto na maioria dos casos você vê zumbis arrebentados, cheios de sangue, até com partes do corpo faltando, os zumbis de The Last of Us são fodidos de outra forma, eles são humanos que passaram por mutações bizarras por causa do Cordyceps, o rosto delas fica totalmente deformado e começam a crescer fungos pela pele da pessoa, sendo até mais nojentos do que zumbis normais, na primeira fase isso se limita só ao rosto e algumas partes do corpo, mas na medida que você avança, vai encontrar gente em estados cada vez piores dessa infecção, é algo diferente, mas não deixa de ser medonho.

Defeituoso, mas ainda bem sólido


Jogos exclusivos de PS3 têm uma estranha reputação por parecerem mais filmes interativos do que jogos propriamente ditos... Eu joguei poucos deles, pra falar a verdade o único que realmente seja um filme interativo que eu joguei antes disso foi Heavy Rain, o outro exclusivo do PS3 que eu joguei era God of War III e decididamente aquilo não parecia um filme interativo nem de longe... Mas e quanto a The Last of Us? Ele parece um filme interativo? É um jogo? Você pode jogar sem medo de ser assaltado por milhares de cutscenes e cinematics? Bem... Mais ou menos, o jogo tem sim uns certos aspectos de filme interativo, muitas partes são bem lineares e você só vai andando pra frente, assistindo alguma cutscene que aparece, depois continua até que encontra algum inimigo e mata ele através de um combate por QTEs... E realmente não são poucas essas partes, acontece com uma frequência grande o suficiente pra uma pessoa realmente questionar se isso é um filme ou um jogo.

Agora não que isso seja muito errado, digo, um monte de jogos memoráveis dessa geração usaram a história pra trazer uma imersão maior pra eles e isso dava certo na maioria das vezes, mas eu não nego que The Last of Us acaba usando isso demais pra um jogo que não tem a proposta de ser um filme interativo, não me incomodou muito porque eu não me importo em assistir cutscenes, mas tudo em excesso acaba fazendo mal e pode ser que The Last of Us acabe deixando algumas pessoas entediadas por causa disso, já tem gente reclamando por aí justamente usando isso como um dos pontos contra o jogo até. Mas de qualquer forma, os QTEs ao menos são bem feitos e já que as animações são boas, eu consigo aceitar isso, mesmo que até eles também aconteçam com uma frequência consideravelmente alta... Talvez isso tenha sido intencional pra deixar o jogo mais próximo de um filme mesmo, mas tanto faz.

E quanto a parte de "jogo" que existe em The Last of Us? Basicamente o gameplay de The Last of Us usa o mesmo conceito de sobrevivência num mundo hostil que já vimos antes em jogos mais recentes como o último Tomb Raider e Far Cry 3, mas a diferença é que The Last of Us tenta ser mais realístico do que os dois jogos mencionados e tem uma A.I aliada que te acompanha durante todo o jogo e foi marketada pela Naughty Dog como uma A.I aliada que realmente ajuda ao invés de te frustrar até ficar puto e quebrar seu console no meio... Na verdade eles prometeram coisa pra caralho até mesmo com a A.I dos inimigos, basicamente disseram que esse jogo seria um "exclusivo inacreditável" do PS3 e que a A.I seria a melhor de todos os tempos.

Mas acho que vou deixar pra falar dessa A.I depois, é basicamente a parte mais "importante" do jogo e estranhamente é a mais defeituosa também, então vamos pular para no que exatamente The Last of Us se consiste se tratando do gameplay todo.


Quando você não está andando, vendo cutscenes e executando QTEs, você está explorando os mapas relativamente grandes do jogo por itens e coisas que vão te ajudar a sobreviver, ou você está entrando em tiroteios contra bandidos, caçadores, o exército militar que aparece outras vezes e outros tipos de sobreviventes, ou talvez você possa estar numa seção de stealth, lutando contra os infectados ou resolvendo puzzles que são meio bestas até, mas não é bem o foco do jogo, então não merecem mais do que uma mera menção só pra dizer que existem puzzles.

O gameplay na teoria é bem variado e não tem nada que fuja demais da "raiz" dele, e isso é até bom... Eu acho. O gameplay em si é bastante polido, a mecânica funciona perfeitamente e os controles são bastante precisos, não existe nenhuma dificuldade em movimentar o Joel pelos cenários, muito menos em usar as suas armas, a mira é ótima e dá pra dar tiros sem problema algum, assim como ele usa basicamente o mesmo sistema de cobertura de Tomb Raider onde não existe exatamente um ponto específico onde o jogo quer que você tome cobertura chegando perto e apertando algum botão, quase qualquer local pode ser usado como cobertura apenas chegando perto dele e o Joel vai naturalmente entrar na cobertura, é um sistema meio automático igual era em Tomb Raider, mas depois de um tempo acaba sendo tragável sem maiores problemas.

Além dos tiroteios com armas de fogo, existem os combates corpo-a-corpo com algumas armas brancas que você encontra por aí, e a quantidade delas é até grande, são facas, machados, canivetes, machetes, bastões, pés-de-cabra, canos e por aí vai, essa parte ficou bem feita porque realmente tem diferença entre as armas, os danos são diferentes e as circunstâncias nas quais elas devem ser usadas mudam, um bastão ou um cano é mais eficiente pra matar um inimigo instantaneamente com um ou dois golpes quando ele te vê e vai pra cima de você, uma faca no entanto é melhor nas partes de stealth, também é possível usar um arco e flecha. Além dessas armas de fogo e armas brancas, existem também os explosivos como molotovs, bombas de fumaça e esse tipo de coisa que ajuda a matar um monte de inimigos juntos ou confundir eles.

Quase todas as armas do jogo podem receber upgrades explorando os cenários e achando partes de armas espalhadas pelos mapas do jogo, os upgrades são coisas como velocidade de disparo, precisão da mira, quantidade de balas que pode sustentar, duração das armas brancas porque eventualmente elas quebram... Você com certeza já sabe mais ou menos como esse tipo de sistema é, então não tem muito sentido em ficar elaborando demais sobre isso aqui.

O jogo te encoraja a explorar não só pra achar essas partes de armas, mas também substâncias como álcool, lâminas, trapos, explosivos e por aí vai, essas coisas são usadas pra criar os itens do jogo assim como era possível em Far Cry 3 e Tomb Raider... Só que aqui isso é mais "apertado", digamos assim... Porque cada simples item é útil e muitos deles dividem os mesmos componentes, então decidir entre um e o outro chega a ser difícil algumas vezes. Você cria um Medkit porque a sua vida não tá muito boa e esse jogo, ao contrário da maioria dos shooters atuais, não a regenera automaticamente? Ou então é melhor criar um Molotov pra usar contra infectados mais fortes? Ou uma faca pra ajudar no Stealth? Ou bombas de fumaça? É difícil decidir dependendo da situação em que você está, e eu aplaudo The Last of Us por isso, seguindo a regra de recursos escassos de Survival Horror até mesmo se tratando de criar os itens necessários pra passar pelas ameaças por aí.

Mas mesmo com esse certo foco na exploração, The Last of Us parece meio perdido quanto ao seu próprio objetivo, alguns locais são bem lineares e só servem pra lutar contra hordas de inimigos. Os que são mais abertos têm bastante coisa, mas ainda assim é impossível voltar pra pegar mais coisa e explorar direito o mapa, se você por acaso deixou algum local passar, já era, você não pode voltar pra lá depois no jogo e tem que ir avançando obrigatoriamente, o que acaba sendo um pouco contraditório pra algo que a Naughty Dog dizia ser focado em exploração.


Pra falar a verdade, The Last of Us parece um pouco com um Survival Horror nas primeiras horas onde você não tem quase nada, é difícil achar armas e munição e você realmente se sente ameaçado quando enfrenta os inimigos que são um pouco variados, existem os sobreviventes e malucos que você vai encontrar por aí e querem te matar, mas também existem os próprios zumbis que são divididos em quatro fases: Runner, que é o mais simples e fácil de matar, o Stalker, que é o infectado mais discreto e pode te pegar de surpresa, o Clicker que é mais evoluído e possui uma força maior, sendo basicamente inútil tentar lutar contra ele num combate corpo-a-corpo, e o Bloater que é um bicho grande e difícil pra caralho de matar, também podendo praticamente te matar assim que encosta em você. Depois de um tempo, tirando o Bloater que apesar de ser meio raro, ainda é difícil de matar, todos os inimigos podem ser mortos facilmente nos tiroteios ou nas seções de stealth, depois que você mata um monte deles e pega munição dos seus cadáveres dando upgrades na capacidade da arma, esse jogo acaba parecendo mais um jogo de ação/shooter em terceira pessoa do que algo focado em sobrevivência.

Ainda assim, The Last of Us é um tanto convencional, ele é parecido demais com os últimos jogos de sobrevivência, exceto que mais linear e sem tanta estratégia envolvida, o modo como você luta contra os inimigos é quase sempre o mesmo e não tem muita utilidade pro ambiente do jogo igual tinha em Far Cry 3 por exemplo, e isso é bem estranho considerando que The Last of Us até usa o lance de você jogar uma pedra pra distrair o inimigo, mas é basicamente isso, de resto você ou precisa só ficar na cobertura e atirando ou só precisa... Atirar e tomar cuidado com o infectado com o qual você está lutando, e pra um jogo que parecia se agarrar tanto a esse conceito de sobrevivência, isso acaba sendo um pouco decepcionante, o jogo fica meio repetitivo depois de um tempo, exceto que há algumas partes diferentes como quando você usa o cavalo do Tommy, mas até isso não dura tanto assim.

E sobre a A.I... Ela é um dos pontos mais estranhos do jogo, isso é mais notável nas partes de stealth, a Ellie te segue pra qualquer lugar que você for e as vezes acaba ficando pra trás quando você muda de lugar pra se esconder, o fato dela ficar atrás de você e demorar um pouco mais pra te acompanhar facilita ela de ser vista pelos inimigos... Mas isso simplesmente não acontece, ela pode sair da cobertura e ficar rebolando na frente do inimigo que ele não vai nem notar a presença dela, isso é bizarro e quebra consideravelmente a imersão que o jogo propõe, é mais engraçado ainda levando em conta que The Last of Us é um jogo supostamente mais realístico do que os outros e a A.I foi marketada como a mais realista possível... A justificativa disso é que a Naughty Dog fez com que a Ellie não pudesse ser detectada pra evitar que o jogo fique frustrante por causa dela, enquanto isso é admirável, existem maneiras melhores de impedir frustrações por causa da A.I aliada do que simplesmente fazer a A.I inimiga parecer mais retardada por não detectar ela, que tal melhorar a A.I da Ellie ou te deixar controlar as ações dela igual dá pra fazer na maioria dos jogos com A.I aliada? Não tem como você dar ordens pra Ellie como mandar ela ficar parada, falar pra ela te seguir, esse tipo de coisa, ela só te segue e te ajuda com as distrações as vezes, mas fora isso ela não tem nem muita significância no fim das contas.

Isso faz The Last of Us ser um jogo ruim? Não exatamente, na verdade até o impede de ser um jogo objetivamente ruim porque se a Ellie fosse detectável, eu realmente estaria xingando pra caralho, porque ela é um pouco ruim pra te seguir nessas partes de stealth, as vezes ela simplesmente dá uma volta inteira por uma estrutura só pra chegar até você sendo que nem precisava, a A.I dela claramente tem falhas, mas nos combates ela ao menos consegue se defender sozinha na maior parte do tempo, a maioria não serve pra quase nada, ela no entanto acerta os tiros nos inimigos, joga coisas pra distrair eles nas seções de stealth e... Bem... Se você quer que eu seja mais chato ainda, ela as vezes bloqueia seu caminho nas partes mais apertadas do jogo, já aconteceu dela ter entrado numa área grande que caberia eu e ela nos dois lados pra tomar cobertura, no entanto ela ficou lá parada e não me deixou entrar na mesma cobertura, me fazendo tomar uns tiros até eu achar outro lugar, não aconteceu muito, mas foi irritante nas poucas vezes em que aconteceu, então acho que devia mencionar.

Músicas tristes e dublagem pica grossa


The Last of Us é mais ou menos um jogo de Survival Horror, mas ele não tem aquele tipo de trilha sonora sutil que costuma deixar a pessoa tensa na medida em que vai aumentando a intensidade das músicas, as músicas em maior parte são bem melancólicas, tem sempre aquela atmosfera de depressão, focando mais no lado emocional disso tudo, e acaba até combinando melhor do que se tivessem optado por fazer algo focado em horror, até dá pra sentir a tristeza de se estar naquele mundo todo fodido pela infecção sem quase esperança alguma de voltar a ser normal, sabendo que você e mais alguns são o que sobrou da humanidade e ainda assim até mesmo alguns desses sobreviventes acabam matando uns aos outros. É só dar uma ouvida no tema principal e você já percebe qual é a dessa OST.

Eu também queria dizer que a dublagem é excelente, todos os personagens são perfeitamente interpretados pelos dubladores, o Joel é o cara velho e bruto, logo o dublador dele faz uma voz mais agressiva sem parecer forçada, a Ellie é a "garota astuta" e a dubladora também passa essa impressão, tudo isso com esforço de verdade sendo colocado, nas partes mais tristes é até melhor, especialmente na morte da Sarah onde você ouve ela chorando ali e o Joel sussurrando pra ela não morrer.

Veredicto final

The Last of Us tem uma história excelente com momentos memoráveis e personagens carismáticos, gráficos e arte esplêndidos, trilha sonora que se encaixa como uma luva e uma dublagem de primeira qualidade... Mas o gameplay não é tão bom quanto todos esses outros aspectos, e como The Last of Us é um jogo e não um filme, isso acaba pesando um pouco mais, se o gameplay tivesse sido algo parecido com The Walking Dead onde você de fato está em um filme interativo, eu com certeza teria gostado mais ainda desse jogo, porém não é esse o caso... Sim, o gameplay tem suas falhas, mas como eu disse antes, The Last of Us não chega a ser um jogo ruim, só não me convenceu de que faz jus a esse hype e todas essas notas 10 de vários reviewers por aí, quando eu penso numa nota 10 pra um jogo, eu considero esse jogo não perfeito, mas o mais próximo possível de ser perfeito, e The Last of Us não é isso... Talvez eles tenham avaliado o jogo mais pela história e pela experiência, o que não é muito errado já que é assim que eu avalio a maioria dos jogos, até mesmo os mais rasos como Dynasty Warriors por exemplo acabam me agradando por isso, e The Last of Us não foi tão diferente, eu gostei desse jogo, sério mesmo, mas acho que foi o mesmo caso que eu tive com Ocarina of Time, eu esperava demais e o jogo acabou sendo bem menos do que eu esperava, mesmo ainda sendo um jogo sólido.

Prós:

+ História e desenvolvimento de personagens incríveis.
+ Gameplay polido.
+ Gráficos e arte fantásticos.
+ Variedade de armas.
+ O sistema de craft é bom.

Contras:

- A A.I aliada é estranha e as vezes pode atrapalhar.
- Os inimigos não detectarem a Ellie estraga um pouco da imersão.
- Não tem como fazer backtrack pra pegar mais coisas que ficaram pra trás nos cenários.

Gráficos: 10/10
Enredo: 8/10
Gameplay: 7/10
Som: 8/10
Conteúdo extra: 5/10

Veredicto:

{ 87 comentários }

  1. Esse jogo merecia uma crítica negativa, esses problemas com a inteligência artificial pra mim estragaram ele todo, os inimigos também são retardados e demoram pra detectar o jogador.

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  2. Daqui a pouco vem os sonysta

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  3. Então você dá nota 8 pra Dynasty Warriors e Asura's Wrath e da nota 7 pra The Last Of Us?

    Ta bom, né!?

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  4. Dynasty Warriors 7 e Asura's Wrath não foram extremamente hypados e não foram tão ambiciosos ao ponto de prometerem coisas grandes, ambos são jogos simples e competentes no que fazem, e até esses tabmbém têm seus defeitos... Ah é, e esses nem receberam notas 10 em um monte de sites profissionais também.

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  5. Não dava pra ser negativa porque de resto o jogo é ok.

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  6. Eu pensava que você ia destruir esse jogo completamente e dar uma nota negativa no final.

    Mas ainda te amo, cara. <3

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  7. Mas ainda pareceu que você foi generoso demais com esse jogo.

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  8. Parece justo, também nem achei esse jogo aquela coisa 10/10 pelos mesmos problemas que você disse, mas ainda foi bom.


    Talvez seria bem melhor se isso fosse um filme ao invés de um jogo.

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  9. Talvez, mas mesmo assim eu não acho que a A.I seja o suficiente pra estragar tudo.

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  10. Isso é o que você pensa sobre o jogo, o certo seria analisar pelo que ele é.

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  11. Hurrr, reviews são exatamente o que o autor pensa do jogo.

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  12. "Isso é o que VC pensa, analisa como EU penso"


    Foi basicamente isso que você disse.

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  13. Ou um filme ou um jogo com gameplay igual The Walking Dead já que tem um foco maior na história.

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  14. Como esses críticos conseguiram dar uma nota 10 pra um jogo com falhas assim?

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  15. Caixista óbvio

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  16. Kleber D.Kurosaki20 de julho de 2013 15:13

    Bem a review fala de um jogo "bom" que recebeu um hype a ponto do povo falar que é o melhor de todos os tempos,eo sol o captão obvio boa tarde a todos

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  17. Vocês tão ficando previsíveis, hein.

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  18. Porra, já ia postar "inb4 Ryu sendo chamado de caixista ou nintendista", mas cheguei tarde

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  19. Uncharted é superior a essa merda.

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  20. Meio óbvio que não ia demorar pra isso acontecer.

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  21. Nunca joguei Uncharted, só ouvi falar até demais.

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  22. Nem fodendo, Uncharted é mais linear ainda.

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  23. AINNN QUEM N DISSER Q MEU JOGO FAVORITO EH PERFEITO E DAR 10 EH CAIXISTA

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  24. Se quer reviews altamente tendenciosas ou até pagas dando 10, vai lá pro Metacritic e escolha qualquer um dos primeiros.

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  25. Estou lendo um livro chamado Heurísticas de Jogabilidade. Fique com esse pequeno trecho: "Para Pagulayan et al (2003), avaliações de softwares são usualmente direcionadas a encontrar problemas de usabilidade. Quando um problema de usabilidade é encontrado, isso significa que o usuário pode não ser capaz de alcançar seu objetivode uma maneira eficiente, eficaz e satisfatória. Geralmente, os jogos digitais não são feitos para trabalho, assim, os fatores chave para o sucesso são o prazer e a diversão, que dependem, portanto, de uma boa usabilidade. Fatores estes totalmente vinculados e intimamente relacionados."

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  26. Foda, você foi um dos poucos que não ignoraram completamente as falhas na jogabilidade disso aí e deram 10.

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  27. Chapolin Colorado20 de julho de 2013 16:47

    Você precisou de um PS3 pra jogar isso? O Ricardo Silva jogou no Xbox mesmo.

    http://www.youtube.com/watch?v=d5_fC8CneHw

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  28. Quem mais seria MITO o suficiente pra jogar The Lost of U.S.A no Xbox 360?

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  29. Sonystas são gays20 de julho de 2013 17:07

    Jogo de PS3?

    http://www.youtube.com/watch?v=3YTUPZFwkJk

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  30. THE LOST OF USA HUAHEUAHEUAHUEAHUEHAUEHAUHEUAHEUAHEU

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  31. Puta que pariu. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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  32. Não é atoa que o Ryu é difícil de impressionar, achei que ele fosse dar uma nota assim pra TLoU mesmo.


    Eu não joguei ainda, mas tenho muita vontade e me interessei mais pela história depois de ler esse review, mesmo que a jogabilidade seja um pouco decepcionante pelo visto.

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  33. PORRA CARA, É EXATAMENTE ASSIM QUE EU ME SINTO SOBRE O JOGO, VC SOU EU

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  34. E o pior é que o Ryu sequer esta falando que o jogo é uma merda... Ele só não esta tratando ele como a reencarnação de Buda como todo mundo. Fanboy é uma merda...

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  35. Uma maldição decepcionante chamada Hype exagerado...

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  36. Esse jogo é só mais uma porcaria hypada, joguei no PS3 e essas falhas na inteligência artificial são tão óbvias e ridículas que eu penso que é piada quando alguém dá uma nota alta pra um treco desses.

    A história é boa? É, mas eu compro um jogo mais pelas mecânicas e pela jogabilidade do que a história, se meu foco principal fosse a história, eu estaria vendo um filme ou lendo um livro ao invés de jogar um jogo. Eu daria um 5 pra esse jogo e olhe la.

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  37. Vladmir III, o punheteiro23 de julho de 2013 04:39

    Ryu, baixei um dos jogos em promoção na Steam, mas travou o ESNER. Sabe como se faz pra arrumar o ESNER? Elem trava e o PC começa a reiniciar do nada. Acho que tem alguma coisa a ver com os jogos, eu acho...

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  38. Não faço a menor ideia, nem uso a Steam. :|

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  39. Eu só ouvi coisas questionáveis sobre o gameplay desse jogo. Parece que ele está ganhando essas notas 10 baseado somente na história e o gameplay medíocre está sendo completamente ignorado. O mais engraçado é que a história não é nem isso tudo, é só uma cópia do The Walking Dead.

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  40. Bem......Olha, não tenho muito que dizer, hype é uma máquina poderosa, faz qualquer joguinho virar obra-prima.
    Só pra mostrar como hype é poderoso, já vou adiantando que ganha melhor jogo do ano: the Last of Us ganha metade dos prêmios, Bioshock Infinte ganha a outra e metade e então.....A Nintendo lança um joguinho discretamente(comparado a essas superproduções), que ajuda a vender o Wii U, e que não ganha nenhum desses prêmios importantes.....mas do Metacritic ganha. Porquê? Porque todos os criticos dão 10, mas na hora de dar GOTY, ficam com o medo da audiência reclamar. É certeiro.

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  41. Parabéns Ryu,muitas vezes eu discordei das suas análises,mas dessa vez,ficou muito boa,tenho que admitir.
    The Last of Us nunca que é um jogo 10,tem muitos defeitos pra receber essa nota,entretanto,não deixa de ser um bom jogo.

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  42. Verdade,todo mundo só está falando bem do jogo por causa do Hype,do Marketing,e a história que "todo mundo" acha que é o principal fator de um jogo,e porque o Zangado falou que é foda ("se o Zangado fala que é foda,é porque foda",segundo alguns seguidores dele).

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  43. Eu daria sinceramente daria um 4 para Asura's Wrath,pois praticamente só tem QTE e o jogo é curto demais,Dynasty Warriors 7 merece um 7 ou 6,mas é verdade,pelo menos eles não tiveram o grande hype que The Last of Us teve,tem gente falando que é o melhor jogo de todos os tempos,desde a criação do videogame (by someone of Gamevicio).
    OBS:Sou o GF.

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  44. Não é a primeira vez que isso das pessoas estarem hypadas demais as fazem não reparar os defeitos de um jogo aguardado. Lembra de Skyrim? Então...

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  45. Jogo extremamente superestimado, nas primeiras horas eu já encontrei um bug estranho onde eu fui pular a janela de um lugar, o meu personagem ficou fazendo uma animação de cair no meio disso e assim que ele foi pro outro lado da janela, ele morreu sem mais e nem menos.

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  46. Realmente, Dynasty Warriors e Asura's Wrath cumprem suas propostas sem nenhum problema.


    Falando nisso, ficou sabendo que Dynasty Warriors 8 já lançou? Vai fazer uma review aqui sim ou claro?

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  47. Eu daria 6 pra Asura's Wrath porque ele é mais focado na história, sempre deixaram claro que a proposta era ser um anime interativo, mas depois que você termina o jogo, não tem mais nada pra fazer porque a história mesmo é bem linear e não tem aquelas opções de escolha pra mudar os eventos igual na maioria dos outros jogos.

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  48. Verdade...mas como história não influencia tanto na nota de um jogo,daria 4 ou 5 no máximo,mas também não posso dizer que você está completamente errado por dar 6 ao jogo.

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  49. Depende do gênero de jogo... Em RPGs a história merece destaque.

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  50. Claro, eu estive jogando essa delícia de jogo aqui o tempo todo, vou postar sobre ele assim que terminar.

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  51. Como disseram aí, depende do gênero, em platformers por exemplo a história realmente não influencia muito na nota, mas num RPG ou até mesmo num jogo como Asura's Wrath ela acaba tendo um peso maior por ser o foco do jogo.


    No entanto... Realmente ele é curto, e linear como citaram aí, além de que a Capcom fez essa merda de vender uma parte do jogo e o resto do final como DLC.

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  52. Dynasty Warriors é uma série que definitivamente marcou na era do PS2 e se consolidou no universo gamer, e mesmo a jogabilidade sendo simples, ela sempre se manteve constantemente boa e fiel ao que o jogo propõe, muitas franquias simplesmente são esquecidas depois desses anos, mas DW é uma daquelas que ainda se mantém firme e forte com uma fanbase que apoia e quase nunca se decepciona com o trabalho da Koei com os jogos da série.


    Realmente DW hoje em dia é um tanto repetitivo, mas o fato de ainda continuar tão bom quanto foi na era do PS2, só melhorando tanto a história quanto as pequenas adições que fazem na jogabilidade, já me faz respeitar a série e a Koei por ter cuidado tão bem disso.

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  53. Bioshock Infinite >>>>>>>>>>>>>> Esse jogo.

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  54. Claro,em alguns gêneros a história se torna mais importante,mas ainda sim,a jogabilidade e o level design são os principais fatores.
    Quase sempre quando um jogo se foca na história ele perde muito na jogabilidade,um bom exemplo é o supremo lorde overrated,chamado Mass Effect 2.

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  55. Melhor review desse jogo?


    Melhor review desse jogo.

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  56. Ta pra nascer um jogo mais superestimado que isso.

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  57. Eu tenho um amigo que tava falando como se esse fosse o melhor jogo de todos, totalmente perfeito e sem nenhuma falha.


    Aí um dia eu fui ver ele jogando isso e ele tava se escondendo de um inimigo enquanto a menina ficou travada na frente de um deles porque o espaço pra passar pelo lugar era meio apertado, ela ficou lá andando contra o cara e ele nem mostrava nenhuma reação, eu tinha rido tanto quando vi isso, meu amigo ficou todo sem graça. HASUDHASUDHUASHDUASHDHDSAUDHAUS

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  58. O final desse vídeo é a melhor parte, esse cara é foda. haushaushaushauhsauh

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  59. The Legend of Merda Lixarina of Time

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  60. Parafraseando o comentário de outro post: "Se for ruim eu vou rir, porque merece."
    KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

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  61. Vladmir III, o punheteiro19 de outubro de 2013 19:16

    "Paulo Brificado" ERA ESSE O NOME DO MEU COLEGA DE ESCOLA HEUHEUEHEUHEUEHEUHEUEHEUHEEUEHEUEHUEHEUHE! SÉRIO, TODO MUNDO DA ÉPOCA TIRAVA ZOA COM ELE! O NOME COMPLETO DELE ERA: Paulo "Tiquinho" Berificado Gomes. No final não era beeeeem "Brificado" mas sabe como são as crianças né...

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  62. Vladmir III, o punheteiro19 de outubro de 2013 19:16

    CHEGOU A HORA DA REVELAÇÃO: o ESNER não existe, eu tirei daqui ó http://www.naointendo.com.br/fotos/deu-problema-aqui, era pra ver se tu ia perguntar "MAS HEIN, QUE QUE É ESNER CARO?"

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  63. Vi esse post linkado nos comentários de uma notícia da Game Vicio e gostaria de parabenizar o autor, esse é o único review desse jogo que valeu a pena ter lido até agora, não tem fanboyzisse e fala tanto dos pontos fortes quanto fracos do jogo, muito bom e justo.


    E que se fodam os sonystas mimimizentos.

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  64. o cara fala que TLOU merece 7 e da 10 pra Hong Kong 97

    KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

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  65. "da 10 pra Hong Kong 97"

    http://www.dicionarioinformal.com.br/sarcasmo/



    Leia, vai ser útil pra você.

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  66. Obrigado, mas talvez todo esse alarde com esse jogo foi por causa do hype mesmo, eu mal ouço falar em The Last of Us há meses.

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  67. Ocarina of Time tem méritos por ter contribuído pra indústria de jogos, ainda que eu o ache um jogo superestimado no geral, ele tem seus grandes feitos e sempre é lembrado pelas pessoas, enquanto The Last of Us é só mais um jogo de sobrevivência que foi hypado na sua época e mal é comentado depois dos seus primeiros meses de vida.

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  68. Você ficou retardado ou nasceu assim?

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  69. E foi só pelo Hype, sempre é.

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  70. Comprei esse jogo pro meu PS3 por causa do hype, mas fiquei entediado e não terminei o jogo, a jogabilidade é muito repetitiva e os mapas são lineares demais pro meu gosto, achei muito fraco pra um aspirante a GOTY.


    A história parece ser boa mesmo e até penso em dar outra chance depois de ler essa matéria, me convenceu a tentar jogar de novo, mas a jogabilidade é fraaaaaaca demais

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  71. Eu recomendo que continue, mas depende se você gosta ou não desse estilo de jogo também, The Last of Us é basicamente um jogo de sobrevivência como o último Tomb Raider, mas sem cenários abertos porque ele é mais movimentado pela história do que pelo gameplay.

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  72. Esse jogo é a maior fraude da história dos jogos "AAA", Ryu, esperava que você fosse expor o lixo que ele é.

    A demo que mostraram na E3 é muito diferente do jogo de verdade, os inimigos lá tinham IA que parecia realmente impecável, inclusive tinha uma parte que você andava e aí logo do lado da entrada da sala seguinte um cara te atacava de surpresa com uma faca e aí você tinha que lutar corpo a corpo com ele. Isso NUNCA acontece no jogo de verdade, os inimigos são tão retardados que mesmo vendo que você tem uma arma, eles correm na sua direção com suas facas ou outras armas brancas ao invés de pensarem e se esconderem até dar a hora certa como a demo indicava.

    E isso é só um dos exemplos, existem outros mais absurdos como inimigos saindo das suas coberturas assim que te encontram e atirando no aberto completamente vulneráveis e fáceis de matar.

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  73. Caramba, quanto hater.... O.O

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    1. É igual Skyrim, na época o povo tava endeusando e agora, depois de um tempo considerável, o povo odeia... Ainda não mudei meu ponto de vista sobre o jogo, é bom, mas não graaaande coisa.

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  74. Você reclama que TLoU tem um gameplay genérico e não é diferente dos outros jogos de sobrevivência mas dá 10 pra GTA V. Me diz por favor o que GTA V tem que outros jogos do mesmo estilo não tem? Grato.

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    1. Sendo que GTA V é o maior e mais completo Sandbox lançado até agora, pegando cada aspecto existente em jogos passados do gêneroo, os melhorando/expandindo e adicionando a mecânica dos três protagonistas jogáveis à fórmula.

      The Last of Us faz alguma coisa assim quanto ao seu gênero? Não? Então pronto, o choro é livre.

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    2. Melhorando entre aspas têm certos aspectos do GTA V que pioraram como, por exemplo, a mecânica de combate corpo-a-corpo que,me desculpem,tá bem fraca .A mecânica de tiro não passa de um simples copy-cola do Max Payne 3 e sua narrativa é bem fraca. Mesmo sendo um ótimo jogo, ele não deve ser visto como a reencarnação de Jesus Cristo assim como o The Last of Us.

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    3. A mecânica de combate corpo-a-corpo em GTA sempre foi simples porque os jogos tentavam passar a impressão de que o seu personagem é um ser humano como qualquer outro. É diferente de Sleeping Dogs por exemplo que é mais focado em ação e o seu personagem é um agente da polícia que sabe Parkour, Artes Marciais e o caralho a quatro, logo o sistema de combates dele é muito mais robusto do que o de qualquer GTA existente.

      Já a mecânica de shooter é naturalmente pega do Max Payne 3, era o melhor aspecto do jogo e a Rockstar queria usar toda a experiência que eles tiveram com essa geração pra fazer GTA V. Eu senti falta daquele mesmo impacto que você sente quando as balas acertam os inimigos e eles reagem realisticamente, coisa que tinha no Max Payne 3, mas fora isso, a mira é bem mais precisa do que as dos outros GTA ou os outros Sandbox que saíram pra esse caso, até mesmo Sleeping Dogs que tentava mais ou menos incorporar um Max Payne nos tiroteios, mas não tinha todo esse "poder".

      Mas eu acabei "desencantando" um pouco do jogo e confesso que algumas atividades do mapa são bem chatas e/ou ficam repetitivas rápido, assim como também achei que o final do jogo ao todo pareceu meio apressado e ficou bem anti-climático por isso. Eu tava extremamente hypado com GTA V na época e acabei reconhecendo algumas coisas erradas no jogo enquanto rejogava pela segunda vez, mas nada que estrague totalmente também.

      Eu não vejo GTA V como uma reencarnação de Jesus, mas é provavelmente o jogo da geração passada que eu mais tirei proveito e passei o maior tempo jogando, e isso é dizer muita coisa levando em conta o tanto de coisa que saiu desde 2006 até agora.

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    4. Eu entendo seu ponto de vista. É que eu vejo muitas pessoas protegerem sem nenhum fundamento e xingando todos os outros jogos do mesmo gênero como o já citado Sleeping Dogs e também o Watch Dogs, que mal foi lançado, e principalmente lambendo as bolas da Rockstar que, apesar de sua inluência e seus méritos, a vêm como intocada e imune a erros.
      Mas obrigado pela compreensão.

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    5. Nah, eu também acho idiota essa atitude de fanboy de xingar qualquer outro jogo do mesmo gênero por não ser da sua franquia/desenvolvedora favorita. Da mesma forma que eu gosto de GTA V e da maioria dos Sandboxes da Rockstar, eu também gosto de Sleeping Dogs, Saints Row 2, Just Cause 2 e provavelmente vou gostar de Watch Dogs se for tão bom quanto parece que vai ser.

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  75. Eu concordo com a maior parte do post, mas daria nota 8 ao TLOU.

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