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Chrono Cross: Explicado

By : Ryu


"Ryu, você não devia estar fazendo a review de Assassin's Creed III?"  Sim, mas foda-se, eu só senti que tinha que dar um jeito de postar isso aqui, acalme suas tetas que não vai demorar pra sair.

Então, parece que em pleno ano de 2012 quase 2013, ainda tem gente que está confusa com o enredo de Chrono Cross, a mais ou menos polêmica continuação de Chrono Trigger que muitos amam e alguns odeiam... Eu sei que eu amo esse jogo mesmo não sendo tão bom quanto Chrono Trigger. Mas o ponto é que ainda existem várias dúvidas quanto a história desse jogo, eu mesmo ainda não consigo exatamente conecta-la com os acontecimentos em Chrono Trigger exceto alguns elementos aqui e ali como o Amuleto Astral da Schala, entre outros...

Mas então o PunctualDork fez recentemente um post onde ele explica todas as dúvidas que o povão tem sobre Chrono Cross e até mesmo a relação com Chrono Trigger. Eu achei esse post tão bom que eu me dei ao trabalho de traduzir e postar aqui. Não preciso nem falar se tem Spoilers da história do jogo, né? É ÓBVIO QUE TEM SPOILERS, PORRA!

Antes disso vamos ver a intro do jogo que já vale a pena só pela música, porque sim.



Pois bem, sem mais encheção de saco, aí vai o post traduzido, só avisando que é bem longo:

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A coisa mais interessante sobre Chrono Cross é que muitos dos seus elementos mais finos ainda estão sendo desconstruídos hoje. Alguns iriam manter que isso é porque o jogo é magistralmente escrito, mas eu atribuiria isso mais a uns poucos detalhes do enredo que não foram tremendamente bem executados no jogo. Dito isso, há explicações para tudo o que ocorre se você analisar o enredo profundo o suficiente, mas requer tempo e esforço para discernir todos os sentidos escondidos.

Tendo isso em mente, eu irei enfrentar um dos maiores pontos de contenção do jogo: Entender exatamente o que está acontecendo em Chrono Cross e como isso é relacionado com os eventos que acontecem após Chrono Trigger.

Esperançosamente, eu poderei explicar a maioria das conexões entre os jogos enquanto te poupo do trabalho de ir procura-las por si mesmo. Pra evitar diatribes longas, eu vou trabalhar assumindo que você entendeu o que aconteceu em Chrono Trigger ou ao menos tem um entendimento vago sobre o mesmo.


Então, o que está acontecendo em Chrono Cross?

Baseado na premissa de Radical Dreamers: Nusumenai Höseki (Um título lançado apenas no Japão, uma aventura baseada em textos inicialmente feita para ser uma side story de Chrono Trigger), Chrono Cross é primeiramente centrado na vida de um jovem homem de cabelos azuis que vive no pequeno vilarejo de Arni, chamado Serge (Nosso protagonista).

Têm outros personagens centrais (FATE, Kid, Lynx, Schala, Time Devourer, Dragon God, etc), mas a relevância deles ao enredo é atada quase unicamente à existência de Serge.


Por que o Serge?

A existência do Serge é uma contradição entre as dimensões e põe em movimento o conflito primário de Chrono Cross. Quando ele tinha três anos de idade, Serge foi atacado por uma pantera demônio e, no desespero de seu pai para cura-lo, foi exposto à Frozen Flame - um pedaço de Lavos (O "destruidor do mundo" que era o antagonista parasitário de Chrono Trigger) que se separou do organismo e ainda serve como um comunicador com a criatura.

Este contato não só curou Serge, mas também o designou como o controlador supremo desta poderosa relíquia, fazendo a Frozen Flame ser inutilizável para o supercomputador FATE, devido ao Prometheus Circuit. Não sendo mais capaz de obter o poder da Frozen Flame, o controle da FATE sobre El Nido foi efetivamente cortado. Como resultado, o supercomputador resolveu querer matar Serge, assim destravando o acesso à Frozen Flame.

Enquanto Serge e seu pai, Wazuki, conseguiram escapar do Sea of Eden, onde a Frozen Flame ainda estava sendo guardada, Wazuki não retornou o mesmo de antes. FATE usou a oportunidade da sua exposição à Frozen Flame e começou a corromper seu corpo. Quatro anos após o retorno deles ao Vilarejo de Arni, Wazuki (De quem a mente já estava completamente perdida para FATE a esse ponto) foi instruído para afogar Serge na Opassa Beach (Onde os anjos perdem seu caminho), mas Kid voltou no tempo para para-lo e salvar a vida de Serge.

Este evento dividiu a história entre duas dimensões distintas: (1) "Homeworld" onde Serge sobreviveu à tentativa de afogamento e continuou com sua vida, e (2) "Another World", que é a "real" história do que aconteceu (Onde Serge morreu).


Quem é a Kid e como diabos ela viajou de volta no tempo?

É aqui que as coisas ficam realmente complicadas.

Kid é a filha-clone de Schala mandada ao mundo moderno. Gamers astutos vão lembrar de Schala como a irmã do Magus de Chrono Trigger. No Ocean Palace, Schala foi consumida em um vortex dimensional que a levou para as Trevas Além do Tempo junto com a Mammon Machine destruída. Lá, onde Lavos se põe derrotado por Crono, ela foi absorvida pelo monstro, resultado na criação de uma entidade conhecida como Time Devourer. O puro ódio de Lavos preencheu a mente dela, e ela ficou dividida entre querer destruir tudo o que existe ou salvar o mundo. Enquanto Schala ficava presa a Lavos, ela ouviu Serge chorando por ter sido ferido pela pantera demônio e se esforçou para fazer contato com aquele período do tempo. Isso causou a tempestade magnética que anulou os sistemas de energia de Chronopolis (O complexo que alojava FATE e a Frozen Flame) e permitiu que Serge e seu pai encontrassem a Frozen Flame, assim o curando e o tornando o árbitro da Frozen Flame.

Antes do ódio de Lavos ter tomado totalmente sua mente, ela também se clonou na forma da Kid e mandou o bebê a Lucca. Após sobreviver os eventos de Chrono Trigger, Lucca transformo sua casa em um orfanato enquanto ela continuava suas pesquisas sobre os Time Eggs. Em certo ponto, Lucca deu um protótipo de Time Egg para Kid junto com um Amuleto Astral (Permitindo que ela viaje entre dimensões paralelas na Opassa Beach). Então uma tragédia ocorreu no orfanato quando Lynx e Harle o incendiaram e sequestraram Lucca em uma tentativa de desarmar o Prometheus Circuit (O amigo dela, Robo) que estava mantendo a Frozen Flame selada.

Kid conseguiu sobreviver ao ataque no orfanato e jurou vingança contra Lynx. Ela também passou a roubar e viver a vida de um "Radical Dreamer", até ser contatada por Belthasar (O Guru da Razão, do Reino de Zeal em Chrono Trigger) e foi instruída para voltar no tempo e salvar um jovem garoto (Serge) de se afogar. Este ato de salvar a vida de Serge dividiu o mundo em duas dimensões e reescreveu a história de Kid - levando ela a esquecer como viajar no tempo e também esquecer sobre Serge. Ela apenas encontrou Serge de novo por acaso após ouvir a ordem dada aos Dragoons por Lynx de prender um "Garoto-fantasma" na Cape Howl (Onde o jogador a encontra na primeira vez).


Então quem é o Lynx?

Tendo tentado afogar seu próprio filho, o pai de Serge, Wazuki, foi completamente corrompido por FATE. Após ser impedido pela Kid, ele foi chamado de volta para Chronopolis e reformulado por FATE como Lynx - para lembrar a pantera demônio que atacou Serge quando criança.

No Another World, FATE fundamentou que Serge iria eventualmente viajar entre as dimensões no futuro, e Lynx foi mandado para orquestrar os eventos para tomar vantagem deste fato. Ele foi mandado para Porre e então para Viper Manor para colocar os dois grupos um contra o outro, usando sua sabedoria da Frozen Flame para despertar o interesse deles.

Quando Porre se preparou para invadir a Termina do Another World, os Acacia Dragoons e Lynx se moveram para o Fort Dragonia, para atrair Serge e tomar um ritual para trocar corpos. A troca dos corpos enganaria os sistemas de Chronopolis fazendo-os pensar que o Lynx era o Serge, permitindo que o supercomputador obtenha os poderes e o domínio sobre El Nido (E possivelmente usando o poder da Frozen Flame para se reincarnar em novas espécies vivas). Ele completou a troca e foi parar Chronopolis para destravar a Frozen Flame.


Qual é a disso tudo de Chronopolis e o supercomputador FATE? Como uma tecnologia tão avançada apenas surgiu nesse período do tempo?

Chronopolis foi fundada após Belthasar e seu laboratório de pesquisas de tempo vieram do Ocean Palace para o futuro. Belthasar queria criar um novo instituto temporal localizado em El Nido devido ao estranho campo gravitacional alí (Provavelmente causado pela Frozen Flame).

A Frozen Flame foi  guardada nos esgotos de Chronopolis e um senciente supercomputador conhecido como FATE foi construído fora dos circuitos existentes do Mother Brain (Um chefe de Chrono Trigger que iniciou as guerras entre robôs e humanos) para regular esta fonte de poder e controlar as operações do centro.

Assim que os sistemas estavam funcionando, Belthasar avaliou o fluxo e o refluxo do tempo - descobrindo que Schala foi absorvida por Lavos e que a entidade resultante irá consumir todo o tempo-espaço. Belthasar iniciou um plano elaborado para usar Chronopolis pra criar um dispositivo conhecido como Chrono Cross, que pode libertar Schala da criatura parasita. A instituição seria viajar de volta no tempo, criar e popular ilhas, e indiretamente distribuir os fatores necessários para criar o Chrono Cross.

Enquanto iniciava seu plano, Belthasar instalou Robo como o Prometheus Circuit - um dispositivo pretendido para bloquear o acesso a Frozen Flame se qualquer um quiser toca-la e se tornar o árbitro. FATE não era privado desse plano. Assim que ficou pronto, Belthasar anunciou o Counter-Time Experiment - um esforço de usar o poder da Frozen Flame para dominar o controle do tempo.

A catástrofe resultante colocou Chronopolis distante no passado em 12000 BC. Dinopolis, a terra dos Dragonians (Uma evolução dos Reptites de Chrono Trigger), foi deslocada para a Keystone Dimension pelo planeta para contradizer a introdução de Chronopolis no passado. Assim que o pessoal de Chronopolis ficou ciente dos seus arredores, eles mandaram uma forca para lidar com os Dragonians.

Após a derrota dos Dragonians, FATE dividiu o Dragon God em seis componentes e engenhou os Elementos - relíquias derivadas que podem produzir um efeito natural quando ativadas. FATE então terraformou o Arquipélago de El Nido e selecionou vários membros do pessoal para popular as ilhas. FATE também inventou um sistema de manipulação sobre os futuros habitantes da ilha, chamado de Records of Fate (Que o jogador usa como save points). Essas máquinas podem reescrever personalidades e memórias quando acessadas, certificando que FATE irá dominar as vidas das pessoas. A população que ele selecionou foi então completamente enxugada de sua memória e espalhados pelas ilhas. Satisfeito com seu trabalho, FATE permitiu que a nova civilização desenvolvesse para os próximos milhares de anos.

Chronopolis estava em paz até que um garoto chamado Serge foi ferido em Arni. Seu pai, Wazuki, iria leva-lo a Marbule para ser curado, mas como planejado por Belthasar, Schala ouviu os choros de Serge e causou uma tempestade magnética que desativou todas as defesas de Chronopolis e mandou Wazuki e Serge para lá. Em Chronopolis, a Frozen Flame chamou pelo garoto e subsequentemente curou seus ferimentos. Contatando ela, Serge comprometeu o Prometheus Circuit, efetivamente desprovendo FATE de acessar sua fonte de poder e forçando ele a ou matar Serge ou tentar tomar seu corpo.


Espera. Tem dragões nesse jogo também?

Sim - para compôr no topo da narrativa que já é complicada sobre viagens no tempo, deslocamentos dimencionais e inteligências artificiais, Dragões e elementos são pesadamente destacados também.

Dinopolis e o Dragon God foram ambos puxados para a Keystone Dimension para contrabalançar a introdução de Chronopolis. Na batalha entre os Dragonians e Chronopolis, o Dragon God foi derrotado.

Quando Chronopolis prevaleceu, FATE tomou o controle e dividiu o Dragon God em seis entidades para exercer um melhor controle sobre El Nido. Como o Dragon God foi capaz de controlar a natureza como um todo, esses dragões, cara um representa uma faceta individual da natureza e foram lhes atribuídas cores. Mesmo sendo controlados por FATE, os Dragões ainda conversavam uns com os outros, esperando por uma chance de contra-atacar o supercomputador.

Os dragões também foram equipados com seis relíquias especiais que foram destinadas por Belthasar para permitir que Serge acesse o Sea of Eden. Por milhares de anos, os dragões dormiram e ficaram inativos. Quando Serge fez contato com a Frozen Flame em Chronopolis após ser levado lá por Wazuki, a tempestade magnética que permitiu sua passagem também desativou os sistemas de defesa de Chronopolis. Os dragões temporariamente se uniram para criar um sétimo dragão, que foi dado a ordem de roubar a Frozen Flame para o Dragon God usar. Eles então voltaram para sua dormência até a hora chegar para permitir o árbitro da Frozen Flame e esperançosamente incapacitar FATE, se tornando um de novo.


Tinha um sétimo Dragão?

A companheira de Lynx, Harle, é na verdade esse enigmático sétimo Dragão. Controlado pela vontade do Dragon God, ela foi criada para agir como um agente em El Nido.

Inicialmente, Harle é ordenada a recuperar a Frozen Flame e retorna-la ao Dragon God. Para este fim, ela fica amiga de Lynx, fingindo obediência a s ua causa quando a sua lealdade estava em outro lugar.

Quando Serge finalmente chega em Chronopolis, Harle reaparece para previnir Kid de obter a Frozen Flame e permitir o Dragon God consiga tempo o suficiente para se fundir com os outros dragões e clama-la.


O que o Dragon God vai fazer com a Frozen Flame?

É difícil saber realmente.

Originalmente, os Dragões queriam a Frozen Flame porque ela representava a fonte de poder de um grupo dominante, mas realisticamente, assim que FATE foi tirado do caminho, eles talvez apenas queriam ela pelo seu grande poder. A Frozen Flame poderia ter percorrido um longo caminho em sua vingança contra a humanidade de El Nido.


Então, como isso tudo termina?

Eu suponho que essa questão ainda está aberta para debates. Assim como Chrono Trigger, Chrono Cross tem múltiplos finais.

No melhor final, Serge separa a Schala de Lavos usando o Chrono Cross e restaura as duas dimensões em uma, Schala retorna Serge a seu lar, notando que ele irá esquecer toda a aventura. Ela então aparentemente recorda a experiência em seu diário, que se encontra em uma escrivaninha onde uma foto de casamento de Kid e Serge aparece.

Seria bem pretensioso assumir que esse é o único final válido porque é o mais positivo, mas eu gostaria de acreditar que Serge e Kid tiveram uma chance real à felicidade, considerando que nenhum dos dois tecnicamente deveria existir.

Texto original: http://punctualdork.com/post/35889128443/chrono-cross-explained?203a5c00
Quase todas as imagens foram tiradas desse mesmo site.

Tradução: O lindão que posta nesse blog aqui mesmo.
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E aqui termina o texto, eu creio que ele esclarece muita coisa que ficou confusa ou mal-explicada na história de Chrono Cross, na verdade foi até melhor do que eu pensava. Porque eu mesmo não conseguia relacionar esse jogo com Chrono Trigger, mas o autor conseguiu de modo que faça sentido, realmente devo aplaudir isso.

Enfim, aqui termina mais um post, agora sim vou voltar pra review de Assassin's Creed III, e pare de encher o saco com isso.

Dragon Ball Z for Kinect

By : Ryu

Ohhhhh meu São Pixel! Por favor, não!

... Não! Esse jogo não! Não! NÃO!

NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃO!!!


... Ok, ok, eu estou um pouco mais calmo agora... Me desculpem por isso... É que eu realmente não quero falar desse jogo, eu prefiro até fingir que eu nunca joguei essa merda e ela não existe, mas... Urgh!

Mas enfim, mais uma aberração produzida pra esse pedaço de merda que a Microsoft chama de Kinect,  e mais uma vez estuprando outra franquia popular, primeiro foi Sonic, depois Star Wars, e agora é a vez de Dragon Ball ter esse terrível destino, com Dragon Ball Z for Kinect. Aliás, que porra de nome é esse? "Dragon Ball Z for Kinect"? Sério? Não tinha nada mais criativo não? Como diabos as pessoas vão se referir a isso como um jogo de Kinect? Vão dizer "Dragon Ball Z for Kinect for Kinect"?

Ignorando esse nome idiota, você já sabe da novela toda ao redor desse jogo, teve aquele primeiro trailer que foi tão ridículo que foi extremamente engraçado, depois o backlash imenso que teve contra esse trailer e o próprio conceito desse jogo em si, os fãs de Dragon Ball Z não gostaram, os gamers não gostaram, caralho, eu vi até otakus! OTAKUS falando que aquilo tava horrível. Mas nada disso impediu esses filhos da puta de terminarem essa porcaria e lançarem o que é provavelmente o pior jogo de Kinect já feito até agora... E olha, isso é uma afirmação bem forte, porque o Kinect não tem jogos bons, todos os jogos do Kinect chegam a ser abismais, e isso aqui conseguir ser pior do que todos eles é algo muito grave.

Sinceramente, eu nem sei se vou conseguir levar essa review a sério a ponto de querer falar sobre cada aspecto desse jogo separado, não dá, o jogo não tem quase nada pra se falar exceto pelo gameplay.


O modo história de Dragon Ball Z for Kinect é basicamente pegar um monte de batalhas da história da série, desde a saga dos Saiyajins até a do Majin Buu, e mandar lá pro povo jogar, esse modo história do jogo é tão mal feito que se você pensava que Ultimate Tenkaichi pulava coisas demais da história, aqui eles pulam mais ainda, eles só pegam as batalhas principais como Goku vs Vegeta, Goku vs Freeza, esse tipo de coisa.

E o pior, essas batalhas não tem nem a história contada do próprio jeito do jogo, as cutscenes são as mesmas do Ultimate Tenkaichi, talvez com alguns pequenos detalhes que diferem, mas são exatamente as mesmas falas, os mesmos gestos, tudo exatamente como era em Ultimate Tenkaichi. Esse pessoal da Bandai estava ao menos tentando com essa merda?

E tem mais, os gráficos desse jogo também são exatamente como eram em Ultimate Tenkaichi, tudo está alí, sem nada de novo, até os movimentos labiais estranhos dos personagens estão lá, eles nem se importaram em corrigir um defeito mínimo desses. Aliás, não, os movimentos labiais e o lip-sync estão ainda piores, tem vários momentos onde os personagens nem abrem a boca, mas estão falando mesmo assim, daí abrem a boca depois, esse jogo não consegue nem se salvar pela parte gráfica, é o Ultimate Tenkaichi copiado e colado, mas de alguma forma feito ainda pior, é um dos trabalhos mais porcos e preguiçosos que eu já vi em um jogo.


Mas sem dúvida alguma, o pior aspecto de Dragon Ball Z for Kinect é de longe o gameplay, mesmo se os gráficos fossem bons, nunca salvaria esse jogo de ser um lixo. Se você, assim como eu, achava a própria ideia de um jogo de Dragon Ball Z para o Kinect ridiculamente estúpida, saiba que a execução dessa ideia é ainda pior do que a teoria. O próprio conceito desse gameplay é basicamente pegar a mecânica do Ultimate Tenkaichi... Aliás, é, esse jogo é basicamente o Ultimate Tenkaichi, só que completamente estuprado e feito de forma que não seja jogável de maneira alguma.

Enfim, o conceito disso é pegar a mecânica do Ultimate Tenkaichi e "adaptar" ela para o Kinect, e isso é mais estúpido ainda do que a própria ideia de fazer um jogo de Dragon Ball Z pro Kinect, a intenção disso era você "se sentir como um personagem de Dragon Ball", mas eu não me senti assim, eu só me senti como um retardado mental socando e chutando o ar na frente da televisão.

Tudo o que você faz nesse jogo é isso, ficar socando o ar, em um ambiente first person, esperando que o Kinect leia seus socos precisamente, o que por si só já é um suplício porque esse jogo requer que você faça movimentos rápidos, soque rápido, esquive dos ataques rápido e tudo mais, só que a merda do Kinect não lé as porras dos movimentos rápidos, ele lê tudo atrasado e as vezes quando você está socando, a maldita barra que era pra encher enche pra você poder executar um "combo" onde você tem que fazer mais coisas ridículas na frente da TV, não enche e você fica com o ataque interminado. Esquivar dos ataques também é um saco porque ou o Kinect não vai ler o seu movimento de esquiva a tempo, ou você vai tentar defender inutilmente porque  por algum motivo, mesmo você estando na posição de defesa, o jogo ainda conta como se você estivesse sendo atacado, e longe do inimigo, é a mesma coisa, exceto que você só joga poderes "empurrando o ar" repetidas vezes com as mãos, e os mesmos problemas de socar estão presentes aqui.

Aliás, NEM TENTE chutar um inimigo, sério, se você tem bom senso, não tente!

Como eu disse antes, você não se sente como um personagem de Dragon Ball, só um retardado lutando contra a programação desse jogo e contra o maldito Kinect, a única coisa perto de parecer Dragon Ball nesse jogo são os movimentos especiais como o Kamehameha, mas até eles ficam tediosos rápido.
Esse jogo tem basicamente os mesmos personagens de Ultimate Tenkaichi, exceto que agora tem o Bardock Super Saiyajin, mas porra, qual é o propósito? TODOS os personagens desse jogo são exatamente a mesma coisa, nenhum é diferente, talvez alguns tenham uns modos diferentes de executar ataques, mas a maioria é a mesma merda, era meio assim em Ultimate Tenkaichi, mas é ainda pior nesse jogo porque é literalmente a mesma coisa jogar com qualquer personagem.

As lutas são horríveis em todos os aspectos possíveis, elas são bugadas, mal feitas, e mesmo se fossem bem programadas, elas seriam repetitivas como a foda porque você estaria socando e chutando até a barra encher o tempo todo. Não tem nada nesse gameplay que se salva, nada!  E se tudo isso não fosse ruim o suficiente, tem as lutas de bosses que, novamente, são as mesmas de Ultimate Tenkaichi, só que com QTEs ainda piores porque... Bem... Adivinhe.


Exatamente, o jogo tem QTEs usando o Kinect.

....


QUEM DIABOS ACHOU QUE ISSO SERIA UMA BOA IDEIA? QUEM??? QUEEEEEEM???

Se o Kinect mal consegue ler os movimentos normais desse jogo, imagina uma QTE onde o jogo te dá apenas alguns segundos pra reagir e você tem que fazer o movimento que pede na tela rápido, na maior pressa, daí você vê que o Kinect não leu o movimento completamente porque foi rápido demais. Os bosses desse jogo, que são só cutscenes na maior parte do tempo, conseguem ser ainda piores do que o resto do jogo, não dá, simplesmente não dá.

E de quebra, Dragon Ball Z for Kinect nem Multiplayer tem, é só o modo Single Player e as opções, nada mais do que isso, nenhum modo de treinamento, nada.

Sério, por que esse jogo existe? Qual foi o propósito disso? Por que o gameplay é tão mal feito? Por que as lutas são tão horríveis? Por que os bosses são tão quebrados?

POR QUE ESSE JOGO É TÃO ABISMAL???

ASFDG
SADHGJKHLE
EYTUIEG

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAARGH!


... Desculpem novamente, mas não dá, eu não consigo continuar com isso, faz muito tempo desde que um jogo me deixou tão puto, Dragon Ball Z for Kinect é o pior jogo de Dragon Ball que eu já joguei, é pior do que Dragon Ball Z: Ultimate Battle 22, pior do que Final Bout, aliás jogar isso é pior até do que assistir Dragon Ball GT, e você sabe como eu desprezo Dragon Ball GT. Esse jogo não é só ruim, ele é ruim no nível de Superman 64, Daikatana, E.T, Bubsy 3D, qualquer outro jogo que esteja no hall da vergonha dos video games.

Eu ainda não sei quem caralhos pensou que poderia sair algo bom disso, mas puta que pariu. Quando eu penso que Resident Evil 6 já era ruim o suficiente, o Kinect me lembra que tem coisa pior.


Prós:
 Nada.

Contras:
Tudo.

Gráficos: 5/10
Enredo: 3/10
Gameplay: 0/10
Som: 4/10
Conteúdo extra: 0/10


Veredicto:

Relendo o Passado: Revista Gamers

By : Natalia Nee-Sama


Talvez uma das revistas mais famosas(ou infames) da década de 90 seja a Revista Gamers.
Ela foi criada pela franquia de locadoras Progames (que sempre tinha propagandas furadas na revista) sobre o nome de Revista Progames, mas depois de 3 edições mudou o nome para Revista Gamers.


No inicio era uma revista BEM rala mesmo, com falta de detalhes nas informações e uma TREMENDA pagação de pau para o 3DO e o Jaguar da Atari. Mas, conforme o tempo passou, se tornou uma das revistas mais informativas do Brasil. Informativa até demais, por assim dizer, e com o tempo acusações em que muita gente dizia que eles traduziam artigos japoneses(sites e revistas) e copiavam a informação de lá.

E eu me pergunto, na década de 90, que mal há nisso? Serio, quantas pessoas na década de 90 tinha internet, sabia quais sites ir, e ainda por cima sabia Japonês para poder ler as informações? E alias o importante não é passar a informação, não importa de onde ela venha? 

A revista morreu no inicio do novo século porque as locadoras Programes faliram devido a pirataria forte(algo engraçado, já que eles promoviam pirataria em algumas respostas de cartas). Sendo assim, não precisei scannear minha rala coleção (30 das mais de 80 edições) que tenho aqui, já que a internet está cheia de scans disponíveis.

Pontos fortes

Como eu disse acima, um dos pontos fortes da revista era informação. Textos enormes e bem detalhados falavam ate a cor da cueca do próximo protagonista de um jogo famoso(e por diversas vezes, calcinhas, já que eles eram bem pervertidos, chamando qualquer personagem feminina de gostosa).

Mas outro ponto forte era os Detonados. Melhor revista de detonados que tinha. Eles detonavam os jogos antes mesmo dos jogos receberem tradução para o inglês. Alias, eles faziam as traduções de menus, itens e outras coisas que tinha nos jogos. Como as traduções das matérias em Final Fantasy VII e as funções dos G.F.s em Final Fantasy VIII.

 
O principal problema é que eles eram BEM Sonystas. Nunca vi detonados de jogos Nintendo na revista principal(eles faziam detonados nas Gamers Especial, revistas só para detonados). O máximo que eles fizeram foi colocar a localização das Heart Pieces em Ocarina of Time, e só.

Agora chega de papo e vamos surfar pela paginas desse fóssil.

 Capitão Ninja
 

O Capitão Ninja foi o mascote da revista no seu primeiro ano de vida. O personagem foi criado por Marcelo Cassaro . Marcelo também é criador do manga brasileiro Holy Avenger. Sempre gostei do traço dele, apesar dele apelar bastante como ele desenha mulheres. Acredito que ele tenha feito um Hentai em algum lugar, serio. Mangakas que gostam de desenhar mulheres peitudas em roupas curtas gostam de desenhar Hentai, isso é uma regra!

A minha única birra com o personagem é o Self-Insert que ele tem com a Chun-li, mas tirando isso, não acho ele de todo mal não, acho até legal, até porque o próximo mascote da revista, oh boy, esse sim foi uma desgraça.

Wolferrá


Conheça Wolferrá, o pior mascote de todos os tempos e de todas as dimensões. Serio, esse cara é uma porcaria. Não sei e nem quero saber quem criou ou desenha ele, porque ele foi mascote por apenas 3 edições. A revista trocou o traço carismático de Marcelo Cassaro por um traço que parece que foi feito por uma criança de 10 anos. Não sei que merda passou na cabeça dos editores em fazer desse personagem um mascote.


É, além do traço, ele ainda era mais sem graça que eu. O diretor ainda teve as BOLAS de deixar ele responder cartas de leitores.

Que imbecil...


 “FABIO!”

Quem prendeu o Sonic? Pois é, nunca iremos saber(não que alguém queira saber, alias) porque esse foi o primeiro e único quadrinho do Esquadrão Wolferrá. É, só para você ver como o enredo e o carisma de Wolferrá era forte.

Que descanse em pedaços no limbo feito de merda para os personagens idiotas.

Abrasileirando as Coisas


Como toda a revista brasileira, eles tentavam abrasileirar tudo que escreviam, e o resultado final parecia que um funkeiro estava escrevendo os textos da pagina.

Sim, é obvio que trocaram as fotos mais de 4 vezes na mesma pagina... mas não deixa de ter um texto bizarro...

 Spoilers


Deus do céu... eles pararam com isso mas no inicio eles spoilavam DEMAIS. A principal ofensa foi com Final Fantasy VII. Não fazia nem 15 dias que o jogo foi lançado no Japão e eles mandam essa bomba! Serio, olhe para essa pagina acima e me diz se não daria raiva ler isso 15 dias depois do lançamento de um jogo.


3DO


Como eu disse na parte informativa desse artigo, só faltava eles se casarem com o Presidente da Panasonic usando cinta-liga. Eles pagavam TANTO pau para ele e o Jaguar que depois do fracasso desses consoles eles nunca mais tocaram no assunto, e os consoles sumiram da revista em um passe de magica, do dia para noite.



Ohhhh que demais! Sinto TANTA inveja do ganhador desse concurso! É um premio para toda a vida!


So falto o “Mainecrafiti aki” no inicio.

Oh sim, claro, 3DO e o Jaguar vão dominar TUDO, a Nintendo e a Sony não tem condições de lutar contra eles, porque, afinal, capacidade de Bits é mais importante que qualidade de jogos!


Poképroblema

Por eles serem Sonystas, eles não sabiam NADA sobre Pokémon, e ainda puxavam aquela velha frase ridícula de “Pokémon é para crianças”, eles só não falavam “Nintendo é para crianças” no lugar porque seria muito controverso. 

TREINADOR Mewtwo? Really?

Olha nos contras, “todos os pokémons aprendem os mesmos golpes”

ESSA É A IDEA. DUH! Se cada Pokémon tivesse ataques exclusivos, apenas aqueles com os ataques mais eficientes seriam usados em torneios! A ideia é escolher 4 ataques para assim montar sua estratégia!

Não vejo eles reclamando que “Todo personagem de Final Fantasy VII pode equipar a Materia Cure”

Serio, eu estou lendo isso? 

Oh, que ideia FABULOSA! Capturo meu Pokémon, faço cruzamentos até ter os Individual Values perfeitos, upo ele para o Level 100, crio uma estratégia perfeita, equipo o melhor item, tudo isso somente para meu amigo da rua de baixo jogar uma Master Ball nele e roubar ele de mim.

Ideia do caralho em!? Muito boa!

Seção Noiado
  
É uma seção aonde as cartas com perguntas mais idiotas vão. Nem sempre são engraçadas, mas essa aqui...


...tem a analogia mais brilhante que já vi, digna de Curiosidades Gamisticas... sem sarcasmo. Perceberam que os animes e jogos japoneses na maioria das vezes tentam fazer os personagens parecerem ocidentais com os olhos? Mesmo que o personagem em si é japonês, seus olhos são maiores e menos puxados que de um japonês comum? 

Pense nisso.
 
Seção Feras do Traço

Sempre os mesmos artistas. Sem brincadeira!

O numero de vezes que Aline e Orlando aparecem naquela seção é gigantesca!
Os desenhos eram legais, mas porque repetir eles tantas vezes? Talvez somente eles mandassem desenhos para a Gamers, vai saber.

E acho que o povo considerava a Seção Feras do Traço uma Seção Pornô da revista. O numero de desenhos pornográficos em cada edição era absurdo!


You know, for kids!


You know, for… ……………………. ………..

Serio… eles publicaram isso. É ofensivo em tantas maneiras…

Comerciais

A sim, os comerciais. Não tinha tantos tirando os da Progames na revista como tem na Nintendo World,  na maioria eram propagandas de Disk Alguma Coisa, como esse, do Zé do Caixão.

Acho que o susto só vem quando chega a conta telefônica.


Ahm... o que tem de tão sexy andar de bicicleta pelo Ibirapuera?
“Caroline Scafi anda de fusca no Complexo do Alemão, que tesão!”
“Caroline Scafi anda de skate e faz um grind no corrimão de um banco, que tesão!”
“Caroline Scafi pega o ônibus para visitar a tia na Zona Leste de São Paulo, que tesão!”

Problemas com o Sonic

Urrai, chegou à parte que o Ryu adora ler! Ele simplesmente ama ficar com um sentimento de ódio em relação aos redatores, né?

Enfim, como toda a revista dos anos 90, a Gamers lambe as bolas azuis do ouriço sempre que possível. Como no preview de Sonic X-Treme, um jogo que nunca foi lançado mais é Overrated até hoje.


Mas o foco sempre foi Sonic Adventure. Previews e Previews em cada edição até esse negocio sair! E quanto saiu... bem, vocês podem ler por si próprios nesses links, que possuem paginas em alta resolução:

http://img411.imageshack.us/img411/3668/sonicadventuregamers242.jpg
http://img853.imageshack.us/img853/4577/sonicadventuregamers26.jpg

Mas caso não queira ler toda essa puxação de saco, olhe apenas esse final.



Uau! Eles descreveram o que todo fã de Sonic pensava naquela época! Kudos para eles!

Mas uma coisa engraçada foi um dos previews que eles fizeram sobre o jogo


Haha, meu, até mesmo a Gamers achou essa desculpa de “viagem para pegar ideias” da Sonic Team pela América do Sul uma merda.

Em vez de, vocês sabem, caçar o mar de bugs em Sonic Adventure, eles ficaram andando de lhama por ai. Caçar ideias para florestas e ruinas uma ova, você pode muito bem usar vídeos e o a Internet para isso.

Trágico!

Termina assim, nossa viagem pela revista, como sempre não pude mostrar tudo mas acho uma boa quantidade. Espero que tenham gostado!

Próxima revista provavelmente será a X-Games! Vejo vocês lá!

Relendo o Passado: Nintendo World

By : Natalia Nee-Sama

 
Mais uma serie que crio para este blog, mas é uma mais nostálgica do que alfinetadas... quase.

E é isso mesmo que está no titulo, vamos viajar ao passado, e vermos revistas de games antigas(extintas ou não), apenas por nostalgia e diversão.

Antes do advento da internet, uma de suas únicas opções para desencalhar em uma parte do jogo(tirando a opção de chamar um amigo que já terminou para te falar como se passa) é comprar uma revista de game, e rezar para ela ter um artigo ou detonado do jogo que você está jogando. Sim, era bem difícil, sem as facilidades que o Google ou a GameFaqs nos trás. Se o jogo for um jogo obscuro, Jesus tenha piedade de sua alma. É capas de você ficar 10 anos(como eu) sem terminar, para um dia com um emulador e um FAQ, finalmente ter a sorte.



Ação Games, Gamers, X-Games, GamePower são uma das revistas que comprei, mas nenhuma delas se destaca na minha coleção como a revista Nintendo World.

Lançada em Setembro de 98, a revista que continua até hoje, custava 4,90 inicialmente (uma facada para época, acredite), mas para alguém que tinha um SNES e um Nintendo 64, era a melhor revista que avia. Sempre tinha detonados dos melhores jogos. E é basicamente a única revista que colecionei com meu irmão 100% até 2005, quando achei que a revista perdeu o gás.

Vamos então falar um pouco mais da revista:

Primeira Edição e desenvolvimento

A primeira edição é a mais simples de todas em revistas, mas até que começou bem. Comprei pelo detonado parcial de Banjo-Kazooie(Peças malditas), e comprei a edição numero 2 pelo resto, e andei comprando.

O desenvolvimento da revista foi rápido, como eles eram parceiros da Nintendo Power (revista americana da Nintendo) que enfim era parceira da própria Nintendo of America, eles recebiam informações fresquinhas diretas da fonte, como por exemplo, a primeira imagem do que viria ser o excelente The Legend of Zelda: Majoras Mask.


Mas como eu disse, parece que a revista perdeu um pouco do gás na ultima decada. Comprei a edição mais recente e acho que ainda está meio paradão. O maior problema disso é que não se acha scanners facilmente da revista. Tive que eu mesma scaniar algumas revistas minhas para fazer uma matéria interessante.

Agora chega de historia e vamos para a partes engraçadas e interessantes que achei em certas edições da revista. Como não tenho scanner e uso de uma amiga, não pude escaniar muita coisa, mas vai dar para o gasto.

Foleando

OMG! WTF é isso? Serio, esse comercial me deu PESADELOS, e não estou brincando. Apenas imagine ser uma criança de 9  anos e ver essa imagem na sua revista de games. É como aquela edição da Nintendo Power com o Simon segurando a cabeça do Drácula, é puro “Nightmare Fuel”.



Arg..... apenas.... arg.... além de barro, o que essas manchas parecem? Parecem que alguém precisou ir ao banheiro e usou um controle de Nintendo 64 ao invés de papel. ARGH! Eu sei que é barro, mas a primeira impressão que eu e meu irmão tivemos é “Porque o controle ta cheio de coco!?”



Depois a gente chama uma pessoa de jumenta e estamos sendo intolerantes. Esse artigo era 50 dicas sobre Super Mario World, e todas elas eram bem plausíveis e validas para uma pessoa ter dificuldade nelas.... tirando a questão numero 2.

Cara... a pessoa que enviou a questão deve ser a mais preguiçosa da face da Terra. Em qualquer game, quando encontramos uma porta ou objeto peculiar, tentamos usar qualquer combinação de botões para acionar a tal coisa. O que custa a pessoa ter tentado apertar botões na frente da porta e ver se algum funciona?

Isso fica mais estupido pelo fato de você precisar apenas apertar Para Cima em SMW para abrir uma porta. A um beco sem saída por esse exato motivo, te ensinar a abrir a maldita porta! Me surpreende como uma pessoa assim consegue até mesmo ligar o SNES...



Não minha senhora, você comprou um Nintendo 64 por 800 mangus não porque foi enganada, mas porque não pesquisou preços. SEMPRE, sempre quando vamos comprar alguma coisa, QUALQUER COISA, pesquisamos os preços e vemos qual preço sai mais em conta. E não, não compramos a primeira oferta que vemos, pessoas normais que não gostam de se foder na vida sempre procuram pesquisar outros preços ou o valor do item que compra.

Agora, se você joga dinheiro fora, a culpa não é do vendedor...



Hahahahahahaha.....
Halo em um console da Nintendo? O rapaz é um comediante! Hahaha!



21 em cada perna! Serio, não uma especialista em The King of Fighters ou Fatal Fury, mas duvido muito que a Mai Shiranui, na edição de 2002 do torneiro, tenha 21 fucking anos. Talvez não seja erro da revista, e sim da SNK. Mai Shiranui está no jogo desde da edição 94 do torneio, e, a não ser que ela tenha aqueles peitos e bunda de fanservice quando adolescente, ela tomou a poção da juventude eterna. Acredita que a Nintendo diz que a idade oficial do Mario é 25? Lol?!

Alias, esse artigo era para comparar o que cada game de luta tem de melhor, e que historia é essa de “Gata do Game?”. Fico imaginando que meninos só jogam jogos de luta para ver mulher se pegando, e falando “Só falta o gel ou a lama!”. E não, não fico olhando aqueles músculos bem tonados, sorriso juvenil, e braços grossos que o Kyo tem........... droga....

Enfim, porque ela mereceu nota 10? Só porque ela tem bunda grande e anda de fio dental por ai? Quer dizer que se eu entrar de fio dental na sala do vestibular, ganharei nota máxima também?


QUEM DIABOS ERA O MACACO DO B.J.?

Esse artigo estava no preview de Donkey Kong 64, mostrando os macacos mais famosos. Chita e King Kong tudo bem... mas que raios é esse macaco do B.J.? De uma serie americana dos anos 70 que eu nunca ouvi falar? Pensei que o artigo era sobre macacos famosos, e não “Macacos famosos para o editor do artigo, mora?”.



Depois de um tempo, a Nintendo World começou a colocar quadrinhos feitos de animes, estilo Pokémon Club que fazia isso com episódios de Pokémon. E digo que.... é okay... mas as vezes fica sem contexto sabe. Prefiro assistir um anime em si do que o Storyboard dele.


Comparação legalzinha que fizeram.
Se fizessem essa comparação hoje, o ultimo quadrinho seria um tumulo azul escrito “R.I.P.”


Ate que foi engraçado algumas dessas questões, admito.

Problemas com o Sonic


Esse parte do artigo ira fazer o Ryu se revirar como cobra que tomou um tiro. Estranhamente, a Nintendo World, uma revista da Nintendo, SEMPRE elogiou os jogos do Sonic, e dificilmente dava uma nota baixa depois que a Sega parou de fabricar o Dreamcast e passou a desenvolver para outras plataformas. E eles tinham a estranha mania de se referir ao Tails como “ela” do que “ele”. SEMPRE. Nem sei se isso finalmente terminou, mas num review de Sonic Advance, eles falaram na cara dura “Tails da um toque feminino ao jogo com Amy Rose”. Pobre Tails....



Ah.... NOPE.AVI....




Eric, tu tens merda na cabeça…

Se Sonic Heroes é bom ou não está para total debate, mas uma coisa que é clara é: Não é um returno as origens(Se for o caso de Cenários, sim, mas o jogo não), não é tudo que os fãs queriam em um jogo 3D, e não, não consegue competir com Super Mario Sunshine(Apenar de Sunshine ser um dos piores jogos de Mario).



Não sinto tanto ódio por Sonic Adventure como o Ryu, acho ruim, mas não o odeio, até gosto de jogar de vez em quando, assim como acho FFVIII ruim mas adoro jogar. Porem, a parte que me intriga nesse Review é “A única coisa ruim é a câmera, so por isso não ganhou 10” no final dela. Pfff... A câmera era apenas a cereja no topo do bolo, querido. Serio, mesmo sendo a versão DX do jogo, muitos dos bugs e problemas do Dreamcast está ai. Se não concorda, vá pescar com o Big vai....


Arg... pelo menos temos uma entrevista com Yuji Naka no review de Billy Hatcher and the Giant Egg. 

A Naka Naka... queria trazer tudo da Sonic Team de volta. Ristar mandou lembranças viu?

Enfim, tem muito mais besteiras que gostaria de mostrar mais o artigo ficaria longo para dedeu, e espero que tenham gostado de uma viagem no passado. Qual revista devo analisar mês que vem? 

Deixem suas sugestões se possível!
E até a próxima.

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